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Jaak Bosmans

Jaak Bosmans

336 pensamentos

Frases - Página 22

Mostrando página 22 de 28 (336 frases no total)

"Amante e amado Na penumbra um corpo doente Separado por espaços e tempos Espera ainda ser amante e ser amado. Ainda há marcas de desencantos E o pequeno sorrir de uma esperança. Vê pela janela sombras que desenham Os corpos de seus desejos. Percebe toda sua vida ainda a ser vivida Com brilho nos olhos e coração parando. Em gritos majestosos, choro e alegria, Conquistou para sempre, O seu ser amante e o seu ser amado. Com os remendos feitos e costurados entre os dois, Num só corpo dormente, estendido em nuvens, Que passam e se desmancham. Jaak Bosmans 13-01-09"
"Amante e amado Na penumbra um corpo doente Separado por espaços e tempos Espera ainda ser amante e ser amado. Ainda há marcas de desencantos E o pequeno sorrir de uma esperança. Vê pela janela sombras que desenham Os corpos de seus desejos. Percebe toda sua vida ainda a ser vivida Com brilho nos olhos e coração parando. Em gritos majestosos, choro e alegria, Conquistou para sempre, O seu ser amante e o seu ser amado. Com os remendos feitos e costurados entre os dois, Num só corpo dormente, estendido em nuvens, Que passam e se desmancham. Jaak Bosmans 13-01-09"
"Onde planto Percorro caminhos de incertezas Sempre plantando alimentos de paz Não por acreditar que as armas não me atinjam Com cada gota de sangue posso regar uma semente Corro por campos azulados onde nada me detém Nem mesmo a fúria dos monstros apocalípticos Deslizo suave sobre as tentativas de me ferirem Porque em cada nova paisagem encontro minh’alma Ela nunca se perde e me conduz para um abraço Um carinho, uma ternura, um sempre transparente Gosto de toda essa vida, Onde cada cicatriz é sempre uma bela melodia Um poema, e teu retrato! Jaak Bosmans 19-06-2008"
"Onde planto Percorro caminhos de incertezas Sempre plantando alimentos de paz Não por acreditar que as armas não me atinjam Com cada gota de sangue posso regar uma semente Corro por campos azulados onde nada me detém Nem mesmo a fúria dos monstros apocalípticos Deslizo suave sobre as tentativas de me ferirem Porque em cada nova paisagem encontro minh’alma Ela nunca se perde e me conduz para um abraço Um carinho, uma ternura, um sempre transparente Gosto de toda essa vida, Onde cada cicatriz é sempre uma bela melodia Um poema, e teu retrato! Jaak Bosmans 19-06-2008"
""Até..." Atrevi a um pequeno brilho em noite de estrelas Me perdi em cantigas como em criança brinquei Procurei no esconde-esconde minha namorada Mesmo a vendo não queria apontá-la. Procurei pelo melhor amigo Que em criança eu sabia existir Escondido correu e me fez outra vez esconder o rosto. Contar até dez continua sendo meu trabalho Deixando de ver a namorada Acreditando que ainda existem amigos Mas sempre escondendo meu rosto! A noite acabou! Não me lembro das cantigas A namorada foi embora, Com o amigo que correu na frente! Vou tentar ainda Contar de novo até ..."
""Até..." Atrevi a um pequeno brilho em noite de estrelas Me perdi em cantigas como em criança brinquei Procurei no esconde-esconde minha namorada Mesmo a vendo não queria apontá-la. Procurei pelo melhor amigo Que em criança eu sabia existir Escondido correu e me fez outra vez esconder o rosto. Contar até dez continua sendo meu trabalho Deixando de ver a namorada Acreditando que ainda existem amigos Mas sempre escondendo meu rosto! A noite acabou! Não me lembro das cantigas A namorada foi embora, Com o amigo que correu na frente! Vou tentar ainda Contar de novo até ..."
"Gritam sempre lá de baixo Se em alguns momentos me permito quietude Busco apenas o silêncio que me transporta algumas vezes a uma ternura que imagino existência,e, outras a um mar apenas com reflexos de estrelas. Transponho a quietude ainda mais E já não ouço nem mesmo algum pensar Tudo me eleva e me assusta poder ser tudo que eu imagino. E sou! Aqui diante desta quarta feira que me aborrece, pulo de pedra em pedra, até alcançar o profundo do nada. Assim me distraio e até perco o sono. Louco!!! Gritam lá de baixo. E despenco suavemente no silêncio. Onde abro os braços e te recebo."
"Gritam sempre lá de baixo Se em alguns momentos me permito quietude Busco apenas o silêncio que me transporta algumas vezes a uma ternura que imagino existência,e, outras a um mar apenas com reflexos de estrelas. Transponho a quietude ainda mais E já não ouço nem mesmo algum pensar Tudo me eleva e me assusta poder ser tudo que eu imagino. E sou! Aqui diante desta quarta feira que me aborrece, pulo de pedra em pedra, até alcançar o profundo do nada. Assim me distraio e até perco o sono. Louco!!! Gritam lá de baixo. E despenco suavemente no silêncio. Onde abro os braços e te recebo."
"Perpétuo Caminho por lugares vastos Onde ouço apenas o arfar dos rochedos Ali, onde a liberdade se fixa Porque qualquer movimento é prisão. As cadeias fortes das cordilheiras. Algemam no seu ventre qualquer neblina. Apenas a presença forte de qualquer sol, Derrete e a liberta antes da condenação. E do sêmen deste calor e liberdade Rompe-se em nova aurora Do fecundo e perpétuo grito Um movimento, ainda que foragido. Quietude da escravidão dos ventos. Retorna aos mares a porção líquida e menor Que se fez liberto de toda essa corrente: A criatura, o criador e muita dor! Jaak Bosmans 31-12-08"
"Perpétuo Caminho por lugares vastos Onde ouço apenas o arfar dos rochedos Ali, onde a liberdade se fixa Porque qualquer movimento é prisão. As cadeias fortes das cordilheiras. Algemam no seu ventre qualquer neblina. Apenas a presença forte de qualquer sol, Derrete e a liberta antes da condenação. E do sêmen deste calor e liberdade Rompe-se em nova aurora Do fecundo e perpétuo grito Um movimento, ainda que foragido. Quietude da escravidão dos ventos. Retorna aos mares a porção líquida e menor Que se fez liberto de toda essa corrente: A criatura, o criador e muita dor! Jaak Bosmans 31-12-08"
"Desagravo de mim Hoje mergulhei no mar dos meus sonhos inacabados Subi as montanhas dos meus sucessos inacessíveis Corri ao tempo passado que levou as mais puras esperanças Lutei sem armas contra as barreiras de toda as intolerâncias. Hoje me matei com saudades Contorcendo sem do e sem dor, De toda amargura, de todo abandono. Derramei em gritos todas as agonias, tristezas e mágoas. Teci novos horizontes com fios novos e fortes Apertei os lábios num último desagravo ao que vivi E no pequeno jardim da minha antiga prisão Cantei a primeira canção, desacorrentado e livre! Jaak Bosmans 11-1-09"
"Desagravo de mim Hoje mergulhei no mar dos meus sonhos inacabados Subi as montanhas dos meus sucessos inacessíveis Corri ao tempo passado que levou as mais puras esperanças Lutei sem armas contra as barreiras de toda as intolerâncias. Hoje me matei com saudades Contorcendo sem do e sem dor, De toda amargura, de todo abandono. Derramei em gritos todas as agonias, tristezas e mágoas. Teci novos horizontes com fios novos e fortes Apertei os lábios num último desagravo ao que vivi E no pequeno jardim da minha antiga prisão Cantei a primeira canção, desacorrentado e livre! Jaak Bosmans 11-1-09"