"Desagravo de mim Hoje mergulhei no mar dos meus sonhos inacabados Subi as montanhas dos meus sucessos inacessíveis Corri ao tempo passado que levou as mais puras esperanças Lutei sem armas contra as barreiras de toda as intolerâncias. Hoje me matei com saudades Contorcendo sem do e sem dor, De toda amargura, de todo abandono. Derramei em gritos todas as agonias, tristezas e mágoas. Teci novos horizontes com fios novos e fortes Apertei os lábios num último desagravo ao que vivi E no pequeno jardim da minha antiga prisão Cantei a primeira canção, desacorrentado e livre! Jaak Bosmans 11-1-09"
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Ver todas""Alegre desconhecido" Apenas a beleza me conduz E como provérbio grego: "coisa difícil é o belo!" Me amparo no calor e no frio, na busca do que sei nunca encontrar! Sempre na dor, na cor, nos confins de todo começo. Aqui se torna mais longe o meu retorno Porque em choro silencioso escondo lágrimas. Tormentos em faces de alegrias! Enquanto dormem, faço versos! Sempre na dor, na cor, nos confins de todo começo. Busco lugares, destroços, e rios! Pinto todos de cores pálidas e depois rasgo! Caminho entre o tempo e escorrego pelo espaço. E encontro o desolar da solidão. Sempre na dor, na cor, nos confins de todo começo."
"Não sei se o que escrevo é tão poético. Procuro apenas decifrar as angústias e as esperanças que me calam. Jaak Bosmans"
"“Ser, é ser apenas o que sonhamos; o resto é só realidade.”"
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