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"Lugar de Junho É melhor não dormirmos sob o árido labirinto da tristeza. À nossa frente existe um pórtico purificado por uma névoa de sons. Vamos transgredir o limiar do absurdo, porque encontramos um abrigo musical, onde ninguém pode separar as nossas bocas o percurso das águas outonais. É verde o germe do sol nos nossos olhos e, sem querer, a sombra de um pretexto emerge do assombro de nós próprios como um regresso plural da inocência. Estamos num lugar de Junho e qualquer sinal de ausência pode ser apenas um veleiro que partiu dos nossos dedos. Graça Pires"

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