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Psicodelicos

As melhores frases e reflexões sobre Psicodelicos.

"Suga me, a teu bel prazer, Alimenta tua vontade, Incorpora-me a você, Aranha negra da cidade. Devora-me, como queres, Sinta o gosto da minha carne, A vida do meu ser arranques, Canibalizando-me, sua verdade. Predadora de mim, amor mortal, Intensidade de prazeres abissais, Fêmea em transe no amor total, Faminta, sacia gozos colossais. Espojando-se, me aprisionando, Me matando a cada momento, Nas suas contrações fundindo, Carne, espírito e sentimento. Mata-me quando quiseres, Tira de mim, a minha força, Deita no meu leito e esperes, Amar-me, louca, como queres."
"Para alguém muito especial Se toda vez que eu fechar os olhos ganhar um beijo seu fecharei os olhos eternamente!!!! de que vale o delirio dos olhos,se eles se fecham quando os lábios se tocam.Queria que você fosse tudo em minha vida,mas quis demais.Você foi apenas um sonho. Se pensa que eu te amo,se pensa que eu choro por você,se pensa que eu te quero e não vivo sem você pensou certo.Você e como as estrelas,posso amá-las,mas nem possotê-las. O momento mais forte do amor,é quando sabemos que ele precisa morrer,mas não temos força pra matá-lo.Por dentro estou sofrendo,sabendo que te perdi.Por fora estou vivendo fingindo que te esqueci.Não existe amor à primeira vista.O que existe é a pessoa certa,no momento certo.Você por acaso estava lá.Sempre que estiver triste lembre-se que algem é feliz pelo simples fato de você existir."
"A teia Quando começa a entender seu novo universo, ele entra numa espécie de transe, e “vê” que tudo a nossa volta é uma gigantesca teia de filamentos luminosos, totalmente ligados – ou seja, tudo é uma coisa só, e parte da mesma energia. Às vezes, estes filamentos luminosos se condensam sob a forma de ovo, e isso significa que ali está a alma de um ser humano (Carlos Castaneda explica bem esta visão em seu livro “Uma estranha realidade”). Olhando o seu próprio “ovo de luz”, o feiticeiro nota um ponto, que deve se encaixar com os filamentos luminosos capazes de conduzir a energia do poder. Esta energia, embora possa ser usada pelo feiticeiro, não pode ser manipulada – ele tem que saber conduzi-la suavemente para o seu aprendizado. Aproximar-se deste ponto de encaixe é o trabalho mais difícil da iniciação, e exige silêncio, meditação, e perseverança."
"Perguntais-me como me tornei louco. Aconteceu assim: Um dia, muito tempo antes de muitos deuses terem nascido, despertei de um sono profundo e notei que todas as minhas máscaras tinham sido roubadas – as sete máscaras que eu havia confeccionado e usado em sete vidas – e corri sem máscara pelas ruas cheias de gente gritando: “Ladrões, ladrões, malditos ladrões!” Homens e mulheres riram de mim e alguns correram para casa, com medo de mim. E quando cheguei à praça do mercado, um garoto trepado no telhado de uma casa gritou: “É um louco!” Olhei para cima, para vê-lo. O sol beijou pela primeira vez minha face nua. Pela primeira vez, o sol beijava minha face nua, e minha alma inflamou-se de amor pelo sol, e não desejei mais minhas máscaras. E, como num transe, gritei: “Benditos, benditos os ladrões que roubaram minhas máscaras!” Assim me tornei louco. E encontrei tanto liberdade como segurança em minha loucura: a liberdade da solidão e a segurança de não ser compreendido, pois aquele que nos compreende escraviza alguma coisa em nós."
"Perguntais-me como me tornei louco. Aconteceu assim: Um dia, muito tempo antes de muitos deuses terem nascido, despertei de um sono profundo e notei que todas as minhas máscaras tinham sido roubadas – as sete máscaras que eu havia confeccionado e usado em sete vidas – e corri sem máscara pelas ruas cheias de gente gritando: “Ladrões, ladrões, malditos ladrões!” Homens e mulheres riram de mim e alguns correram para casa, com medo de mim. E quando cheguei à praça do mercado, um garoto trepado no telhado de uma casa gritou: “É um louco!” Olhei para cima, para vê-lo. O sol beijou pela primeira vez minha face nua. Pela primeira vez, o sol beijava minha face nua, e minha alma inflamou-se de amor pelo sol, e não desejei mais minhas máscaras. E, como num transe, gritei: “Benditos, benditos os ladrões que roubaram minhas máscaras!” Assim me tornei louco. E encontrei tanto liberdade como segurança em minha loucura: a liberdade da solidão e a segurança de não ser compreendido, pois aquele que nos compreende escraviza alguma coisa em nós."