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"Suga me, a teu bel prazer, Alimenta tua vontade, Incorpora-me a você, Aranha negra da cidade. Devora-me, como queres, Sinta o gosto da minha carne, A vida do meu ser arranques, Canibalizando-me, sua verdade. Predadora de mim, amor mortal, Intensidade de prazeres abissais, Fêmea em transe no amor total, Faminta, sacia gozos colossais. Espojando-se, me aprisionando, Me matando a cada momento, Nas suas contrações fundindo, Carne, espírito e sentimento. Mata-me quando quiseres, Tira de mim, a minha força, Deita no meu leito e esperes, Amar-me, louca, como queres."

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