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Nigeriano

As melhores frases e reflexões sobre Nigeriano.

"Verdes eu amo a natureza, as matas, rios e lagos, animais e vegetais eu amo o verde... Eu amo o verde de seus lindos olhos verdes, duas matas inexploradas portais para a alma... Quantos segredos há por detrás desses olhos verdes? verde-mar quando alegres... verde-escuros quando lúgubres, hei eu de essas matas explorar, encontrar a trilha do seu coração para poder lá habitar ao lado da minha paixão... Tu és o oxigênio que respiro fonte dàgua da qual bebo, minha floresta encantada meu sol que para sempre cintila... Te amo."
"Verdes eu amo a natureza, as matas, rios e lagos, animais e vegetais eu amo o verde... Eu amo o verde de seus lindos olhos verdes, duas matas inexploradas portais para a alma... Quantos segredos há por detrás desses olhos verdes? verde-mar quando alegres... verde-escuros quando lúgubres, hei eu de essas matas explorar, encontrar a trilha do seu coração para poder lá habitar ao lado da minha paixão... Tu és o oxigênio que respiro fonte dàgua da qual bebo, minha floresta encantada meu sol que para sempre cintila... Te amo."
"Das alturas e momentos Revelo sempre em poucas palavras o som de toda minha angústia . Descubro novas estrelas sem nem mesmo conhecer o universo. Apenas o meu.... Copio das cópias originais o belo detalhe rasgado no tecido Como fonte colorida em versos caídos nos pântanos Somente em defesa de alguma espécie em extinção! Nós dois ....... Nos lagos não existem sombras de nada que está submerso Assim como nada aparece nas lágrimas que ainda posso derramar Porque hoje me tenho em retratos que ainda não foram revelados. Por simples falta de minhas saudades! Por simples falta de nossos encontros! Permaneço! Por grandes pequenos momentos! Que guardo nas alturas. Só para nós dois! Jaak Bosmans 13-05-2008"
"Das alturas e momentos Revelo sempre em poucas palavras o som de toda minha angústia . Descubro novas estrelas sem nem mesmo conhecer o universo. Apenas o meu.... Copio das cópias originais o belo detalhe rasgado no tecido Como fonte colorida em versos caídos nos pântanos Somente em defesa de alguma espécie em extinção! Nós dois ....... Nos lagos não existem sombras de nada que está submerso Assim como nada aparece nas lágrimas que ainda posso derramar Porque hoje me tenho em retratos que ainda não foram revelados. Por simples falta de minhas saudades! Por simples falta de nossos encontros! Permaneço! Por grandes pequenos momentos! Que guardo nas alturas. Só para nós dois! Jaak Bosmans 13-05-2008"
"Estrela perigosa – Rosto ao vento – marulho e silêncio – leve porcelana – templo submerso – trigo e vinho – Tristeza de coisa vivida – árvores já floresceram – o sal trazido pelo vento – conhecimento por encantação – Esqueleto de idéias – Ora pro nobis – Decompor a luz – Mistério de estrelas – Paixão pela exatidão – Caça aos vagalumes. Vagalume é como orvalho – Diálogos que disfarçam conflitos por explodir – Ela pode ser venenosa como às vezes o cogumelo é. No obscuro erotismo de vida cheia – nodosas raízes. Missa negra, feiticeiros. Na proximidade de fontes, lagos e cachoeiras braços e pernas e olhos, todos mortos se misturam e clamam por vida. Sinto falta dele como se me faltasse um dente na frente: excrucitante. Que medo alegre, o de te esperar."
"Loucura de sonho naquele silêncio alheio!... A nossa vida era toda a vida... O nosso amor era o perfume do amor. . . Vivíamos horas impossíveis, cheias de sermos nós. . . E isto porque sabíamos, com toda a carne da nossa carne, que não éramos uma realidade. . . Éramos impessoais, ocos de nós, outra coisa qualquer. . . Éramos aquela paisagem esfumada em consciência de si própria. . . E assim como ela era duas — de realidade que era, e ilusão — assim éramos nós obscuramente dois, nenhum de nós sabendo bem se o outro não era ele-próprio, se o incerto outro vivera. . . Quando emergimos de repente ante o estagnar dos lagos sentíamo- nos a querer soluçar. . . Ali aquela paisagem tinha os olhos rasos de água, olhos parados cheios de tédio inúmero de ser. . . Cheios, sim, do tédio de ser qualquer coisa, realidade ou ilusão — e esse tédio tinha a sua pátria e a sua voz na mudez e no exílio dos lagos... E nós, caminhando sempre e sem o saber ou querer, parecia ainda assim que nos demorávamos à beira daqueles lagos, tanto de nós com eles ficava e morava, simbolizado e absorto. . ."
"Das Sete Canções de Declíno Um frenesi hialino arrepiou Pra sempre a minha carne e a minha vida. Foi um barco de vela que parou Em súbita baía adormecida... Baía embandeirada de miragem, Dormente de ópio, de cristal e anil. Na ideia de um país de gaze e Abril, Em duvidosa e tremulante imagem... Parou ali a barca – e, ou fosse encanto, Ou preguiça, ou delírio, ou esquecimento, Não mais aparelhou... – ou fosse o vento Propício que faltasse: ágil e santo... ...Frente ao porto esboçara-se a cidade, Descendo enlanguescida e preciosa: As cúpulas de sombra cor de rosa As torres de platina e de saudade. Avenidas de seda deslizando, Praças de honra libertas sobre o mar... Jardins onde as flores fossem luar; Lagos – carícias de âmbar flutuando... Os palácios a rendas e escumalha, De filigrana e cinza as catedrais – Sobre a cidade a luz – esquiva poalha Tingindo-se através longos vitrais... Vitrais de sonho a debruá-la em volta, A isolá-la em lenda marchetada: Uma Veneza de capricho – solta, Instável, dúbia, pressentida, alada... Exílio branco – a sua atmosfera, Murmúrio de aplausos – seu brou-há-há... E na Praça mais larga, em frágil cera, Eu – a estátua que nunca tombará..."
"Então chegou o outro. Primeiro por telefone, que era amigo-de-um-amigo-que-estava-viajando-e-recomendara-que-olhasse-por-ele. Se precisava de alguma coisa, se estava mesmo bem entre aspas. Tão irritante ser lembrado da própria fragilidade no ventre do janeiro tropical, quase expulso do Paraíso que a duras penas conquistara desde sua temporada particular no Inferno, teve o impulso bruto de ser farpado com o outro. A voz do outro. A invasão do outro. A gentil crueldade do outro, que certamente faria parte do outro Lado. Daquela falange dos Cúmplices Complacentes, vezenquando mais odiosa que os Sórdidos Preconceituosos, compreende? Mas havia algo — um matiz? — nessa voz desse outro que o fazia ter nostalgia boa de gargalhar rouco jogando conversa fora com outras pessoas de qualquer lado — que não havia lados, mas lagos, desconfiava vago —, como desde antes daquele agosto desaprendera de fazer. Ah, sentar na mesa de um bar para beber nem que fosse água brahma light cerpa sem álcool (e tão chegado fora aos conhaques) falando bem ou mal de qualquer filme, qualquer livro, qualquer ser, enquanto navios pespontavam a bainha verde do horizonte e rapazes morenos musculosos jogassem eternamente futebol na areia da praia com suas sungas coloridas protegendo crespos pentelhos suados, peludas bolas salgadas. Respirou fundo, lento, sete vezes perdoando o outro. E marcou um encontro."