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"Relicário de meus delírios Súbito desejo Corpo alvorecer Em sã loucura Relicário de meus delírios, lírios. Tua vida vivo a viver, ver. Em você, tua paz perdida De desejo a merecer, tecer Tuas mãos sobre mim Acalentada estará, Tua boca faz-me suar, suave. Quando me vês, te vejo. Quando observas o profundo de minh'alma Com teus olhos bonitos, livros Escrevo a você, pra ver Só você, vai ler Nas páginas de meu interior, amor."

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"O Segundo Motivo Às vezes eu quero ser um peixe, Às vezes eu quero ser um pássaro, Um pergaminho, uma ilusão Outra pessoa, fugir de mim. Às vezes eu quero ser um gato, Às vezes eu quero ser uma ovelha Um guerreiro da Idade Média, A promiscuidade lapidada. Às vezes eu quero ser um motivo O segundo motivo, O próprio amor e a amizade, A obediência, o entendimento. Às vezes eu quero ser a explicação Às vezes não, Às vezes eu quero ser o futuro A luz, a vida, o dia, a noite, o som, Às vezes eu sou o que penso ser Eu sou o que penso ser."

"Êxtase Descrito Já experimentou calar hoje à noite? Cruzar seus dedos, Abrir um livro que lhe cause êxtase? Molhar a pena com tinta vermelha, Escrever o que te sufoca. É engraçado. Sempre há algo Novo a revelar. Não consigo manipular todo o psicológico. Ninguém percebe que na verdade Pouco sabem sobre mim. Até eu. Custo a me entender. Às vezes chego a desistir. E a pena? Já molhou? Não, não acredito que está me dizendo essa bobagem, Algo te sufoca sim. Já se declarou hoje? Eu sei, como telepatia. Sei que ama. É mentira? Não. Você sabe que não. Experimenta desafogar. Ou afogar, como queira Afogar seus desamores e, Tentar entender seu eu. Talvez passe a noite tentando, Certamente prefere passar a noite sonhando."

"Meus Instintos Há gestos que insisto em complicar Foram tantas vezes, não consigo contar Não cobrei entendimento Não iria esperar. Quando tive vontade fiz Coisas que cheguei a duvidar Pô-las em prática Ideias que habitam dentro de mim. Parei de pensar quando tinha Milhões de coisas a fazer Depois aprendi a pensar ao mesmo tempo. No barulho e no silêncio Não destino minha cabeça a coisa inúteis, Simplesmente esqueço-as. Meu gênio não é muito educado Mas, me desobedece em momentos contados E, quando tive de ficar calado O silêncio invadiu o espaço que habito Quis explodir com as circunstâncias Achei melhor ficar quieto, E fiquei."

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