"Êxtase Descrito Já experimentou calar hoje à noite? Cruzar seus dedos, Abrir um livro que lhe cause êxtase? Molhar a pena com tinta vermelha, Escrever o que te sufoca. É engraçado. Sempre há algo Novo a revelar. Não consigo manipular todo o psicológico. Ninguém percebe que na verdade Pouco sabem sobre mim. Até eu. Custo a me entender. Às vezes chego a desistir. E a pena? Já molhou? Não, não acredito que está me dizendo essa bobagem, Algo te sufoca sim. Já se declarou hoje? Eu sei, como telepatia. Sei que ama. É mentira? Não. Você sabe que não. Experimenta desafogar. Ou afogar, como queira Afogar seus desamores e, Tentar entender seu eu. Talvez passe a noite tentando, Certamente prefere passar a noite sonhando."
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Ver todas"Concreto Um caso do acaso Distinto destino Não mais. Adjuntas, juntas Delirando meu lírio, rio, Espaço ocupa, culpa, Não mais. Bravamente, minha Mente Ente."
"Eu Nem Sei. Sou Leiga Eu já nem sei mais no que pensar, Eu nem sei porque insisto em procurar meus amores, Já que os encontro todos os dias E os perco todos dias. Amo cinco ou dez vezes no mês, Sabendo que nunca vou amar de verdade, nem quero. Ou talvez já ame, porque eu sei que quanto mais o tempo passa Mais você é única para mim. E que não importa quantas pessoas eu ame na vida Quantas eu conheça em um mês, Nenhuma delas me tocará como você, Nenhuma delas me fará sentir as certezas que você tem. E eu sei que cada dia fica mais difícil E, às vezes fico incrédula quanto a você Mas um dia talvez aconteça, ou não. Independente de tudo eu te amo. E eu acordo todos os dias sabendo disso. É por isso que eu não falo ‘eu te amo’ aos meus amores Porque só você é dona de mim Faço minha as palavras do poeta: “Se eu tivesse 30 segundos de vida Queria passar olhando nos seus olhos”."
"O Mestre (leia em: keidylee.blogspot.com) Há cem anos indaguei um mestre Queria saber o que é sentir E, sair de minha vida anestesiada Longa demais em um só dia. Ele esperou o inverno chegar E o frio acalentar minhas vestes suadas Levou-me a ruas calmas, O mundo estava calado Só se ouviam suspiros raramente Quando até as matas se fechavam. Ele segurou minha mão E mortalmente intactos Escutamos um barulho inebriante do inexpressivo, Das pessoas paradas nas ruas desertas, Dos pingos de chuva Que insistiam em lavar minha alma E, em me dizer: você está vivo. Escutamos o puro inocente barulho do mundo Que não conseguia calar, Pois suas paredes riscadas insistiam em me comunicar. Entrara em mim. Senti."
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