"O Segundo Motivo Às vezes eu quero ser um peixe, Às vezes eu quero ser um pássaro, Um pergaminho, uma ilusão Outra pessoa, fugir de mim. Às vezes eu quero ser um gato, Às vezes eu quero ser uma ovelha Um guerreiro da Idade Média, A promiscuidade lapidada. Às vezes eu quero ser um motivo O segundo motivo, O próprio amor e a amizade, A obediência, o entendimento. Às vezes eu quero ser a explicação Às vezes não, Às vezes eu quero ser o futuro A luz, a vida, o dia, a noite, o som, Às vezes eu sou o que penso ser Eu sou o que penso ser."
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Ver todas"O Retrato Gosto de manipular o meu coração Embora até hoje Não tenha feito isso sempre. Fazer da minha vida Uma eterna confusão Escrever poesia, admirar a imensidão. Falar de paixão Talvez não seja fácil Justo eu que não quero me apegar. Gosto do silêncio, De ficar em paz buscando a solução O que quero descobrir. Talvez viver não seja assim tão difícil É bom olhar do lado e vê a sua mão Preciso saber. Quando me olho vejo alguém tão forte Não digo mais “eu te amo” Se não tiver certeza que será por toda natureza."
"O Teu Pranto Estou por trás do teu pranto Quando minha tentação impede de amar Sensações sou empeça de tê-las. Se veja livre de mim É só beber água da fonte Do monte de mim Guardada para mim. Estou por trás do teu pranto Não se encoste mais Não cobre o que não posso dar-lhe Sou uma pobre semente Sem amor. Estou por trás de teu pranto."
"Do Coração ao Papel Meus dedos caminham sobre a mesa E, a água corre pela minha face Guardo um, dois ou três segredos, não sei. Penso. Mostre-me, Não corra. E as palavras ditas de forma bonita Dedilho-me até a pena. São lágrimas, Amor perfeito e proibido, Ódio, Imundice, Paixão e ameaças. Como metamorfose são agora, Letras. E o meu fogo, De modo à paixão Queima e envolve. Meus dedos caminham sobre o papel."
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