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"SURFAR E agora, José. José para onde? Antes de tudo ouvir o tango Argentino de Bandeira. Depois retirar a pedra do caminho. Brincar um pouco com as andorinhas de fio do Quintana Fazer Mestrado e Doutorado... Nunca serei nada. Só não quero passar pela agonia do parque de João e do outro José. Entender... Que te amo por não amar bastante ou demais a mim. Entender... Ainda, que é necessário Amar!Amar!E não amar ninguém. Queria voltar a fumar. Tragar como Augusto e pensar nas bocas que gostaria de escarrar. Entender que viver é ser o outro. Entender como Manoel que a maior riqueza do homem é a sua incompletude. Por fim quero fugir Ser qualquer. Entender, que eu sou o que no mundo anda perdido, Entender, que eu sou o que na vida não tem norte. Em fim. para onde? Surfar. .."

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"Nossa completa ignorância de tudo, nos remete as nossas identidades mais infantis e primitivas,onde, nosso corpo e nossos excrementos serviam como ferramentas existenciais "líricas". Estas eram utilizados para construir as nossas zonas de erotização. O ser corporal estava nascendo. Inúmeras fugas instintivas conscientes surgiam,entenda como uma maneira de se encontrar consigo, um modo narcísico e individual de lidar com as angustias da falta , do desconhecido,do esquisito, do novo, em fim, de tudo que não era compreendido,porém ,uma forma de iniciar um encontro com você . Esse movimento de descobrir o corpo como algo prazeroso e que esse corpo produz algo ,nos remete ao desejo de ser e ter. Hoje, supostamente, adulto, o que você estar fazendo para manter as identidades estabelecidas nas relações primárias, já que a criança construiu você e de alguma forma encontra a ti conduzir.Olha a ingenuidade nem tudo são flores. Qual é mesmo sua identidade?"

"Saudade... Mania que o coração tem de fazer o namoro do passado com o presente. O Olho, guiado pelo coração traz o futuro para o presente, ora ou outra, esquecendo o passado. Jeito que a razão tem de se livrar das emoções daquilo que não se sente nem nega. O tempo, brinquedo usado pela angustia e pela emoção, buscando posicionar um local e um estar. Quantas medidas são necessárias, e quantas palavras inventadas para frear o amanha, a tarde e a noite, ou o ontem, o hoje e o amanha... Saudade!"

"Verdade absoluta. Construída de tripas e vísceras. Escondida em mim. Silenciando a língua e maltratando o coração. Exposta, permanente, no meu ser. Oculta do outro, não vista, nem ouvida. È dor de alma e encanto de paz.. Corre seguindo o fluxo do sangue. É um vai e vem sem fim. Busca permanente de coerência. Na sua construção participam órgãos Fígado, coração, rim, testículos, braços e pernas. O corpo é mente? Meu corpo? A verdade, que cedo, é relativa. É a verdade social. É medida do convívio. Limite de relacionamento pleno. Buscar a verdade absoluta é a inversão do ser. Verdade absoluta é caminho a ser trilhado por poucos. Construo com o silencio da boca E se mata sempre com o ouvido alheio. Falta-me respeito impor a alguém. Minha verdade social é relativa. Cedo como pão a alimentar a relação É medida justa. A verdade integralizada Sabida, tudo escapa. Inclusive minhas mentiras Pois é da mente que se tira. A que permito dizer é relativa Digna de bons relacionamentos. E de medida coletiva com dimensão Da possibilidade da escuta do outro."

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