"Nossa completa ignorância de tudo, nos remete as nossas identidades mais infantis e primitivas,onde, nosso corpo e nossos excrementos serviam como ferramentas existenciais "líricas". Estas eram utilizados para construir as nossas zonas de erotização. O ser corporal estava nascendo. Inúmeras fugas instintivas conscientes surgiam,entenda como uma maneira de se encontrar consigo, um modo narcísico e individual de lidar com as angustias da falta , do desconhecido,do esquisito, do novo, em fim, de tudo que não era compreendido,porém ,uma forma de iniciar um encontro com você . Esse movimento de descobrir o corpo como algo prazeroso e que esse corpo produz algo ,nos remete ao desejo de ser e ter. Hoje, supostamente, adulto, o que você estar fazendo para manter as identidades estabelecidas nas relações primárias, já que a criança construiu você e de alguma forma encontra a ti conduzir.Olha a ingenuidade nem tudo são flores. Qual é mesmo sua identidade?"
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Ver todas"A necessidade, não realizada, gera o desejo, desse vazio, a angustia surge nos existencializando, desse processo, e desse “mal estar” dar-se o aparecimento ou criação do inconsciente e da consciência, dessa “presença” de consciência surge à subjetividade, e daí meu olhar no mundo e do mundo transformando a realidade no real do tamanho da minha angustia, e assim vivencio a sociedade como o irreal da fantasia do outro no qual não se conhece."
"A gente é,exatamente, o que não quer ser!"
"Exclusivo Não colhida. Flor fresca no jardim. Não pegada. Acolhida pelo desejo. Rastreou... O lençol avermelhado. Exclusividade de um silêncio que berra Não mas sentirei ciúme de quem não manchou De sangue meu lençol Dentro de mim ficará inteira O sangue diz mais que os outros olhares e rostos. Conjunto de qualidade que se brinda com o instinto Ultrapassa a idéia do outro em mim Tornou-se sempre um fim e um sim. Morreu em mim"
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