"Dá-me tua mão... Deixa ir o que te marcou Sem dores, nem lágrimas Desapega-te! Vem... Não és página riscada de uma história esquecida Nem folha pisada no chão da vida Levanta-te! Firma teus pés... Caminha leve por entre rosas e espinhos Supera-te! Vem... Dá-me tua mão!"
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Maria Aparecida giacomini Dóro
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Frases - Página 22
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"Dá-me tua mão... Deixa ir o que te marcou Sem dores, nem lágrimas Desapega-te! Vem... Não és página riscada de uma história esquecida Nem folha pisada no chão da vida Levanta-te! Firma teus pés... Caminha leve por entre rosas e espinhos Supera-te! Vem... Dá-me tua mão!"
"Deixa-te levar pelas águas claras que jorram de ti e - guiado pelo amor - não temas o breu das "noites sem estrelas"... Segue placidamente teu curso em busca do grande mar, pois assim serás capaz de ouvir e entender a linguagem do Universo presente em cada partícula que o compõe."
"Deixa-te levar pelas águas claras que jorram de ti e - guiado pelo amor - não temas o breu das "noites sem estrelas"... Segue placidamente teu curso em busca do grande mar, pois assim serás capaz de ouvir e entender a linguagem do Universo presente em cada partícula que o compõe."
"Deixa-te levar pelas águas claras que jorram de ti e - guiado pelo amor - não temas o breu das "noites sem estrelas"... Segue placidamente teu curso em busca do grande mar, pois assim serás capaz de ouvir e entender a linguagem do Universo presente em cada partícula que o compõe."
"Sob o jugo da aparência... Acorrentados por dores anímicas, revestimo-nos de mutáveis e dissimuladas máscaras... Sob o jugo da aparência, anulamos quem verdadeiramente somos em essência. Se quisermos fechar este círculo - extraindo da dor o seu reverso - a "Volta ao lar" é o caminho."
"Sob o jugo da aparência... Acorrentados por dores anímicas, revestimo-nos de mutáveis e dissimuladas máscaras... Sob o jugo da aparência, anulamos quem verdadeiramente somos em essência. Se quisermos fechar este círculo - extraindo da dor o seu reverso - a "Volta ao lar" é o caminho."
"Sob o jugo da aparência... Acorrentados por dores anímicas, revestimo-nos de mutáveis e dissimuladas máscaras... Sob o jugo da aparência, anulamos quem verdadeiramente somos em essência. Se quisermos fechar este círculo - extraindo da dor o seu reverso - a "Volta ao lar" é o caminho."
"Vidas a ermo... Passos dispersos no chão batido Horizonte a muito esquecido Eis o caminhar do homem Na mente que tolhe Dos pés, a firmeza No coração que sente Ou não, a tristeza Imersa em lágrimas ausentes... Ah! "É tão-somente uma vida" Uma história marcada Sentida Anulada por lapsos de memória..."
"Vidas a ermo... Passos dispersos no chão batido Horizonte a muito esquecido Eis o caminhar do homem Na mente que tolhe Dos pés, a firmeza No coração que sente Ou não, a tristeza Imersa em lágrimas ausentes... Ah! "É tão-somente uma vida" Uma história marcada Sentida Anulada por lapsos de memória..."
"Vidas a ermo... Passos dispersos no chão batido Horizonte a muito esquecido Eis o caminhar do homem Na mente que tolhe Dos pés, a firmeza No coração que sente Ou não, a tristeza Imersa em lágrimas ausentes... Ah! "É tão-somente uma vida" Uma história marcada Sentida Anulada por lapsos de memória..."
"Ausência... Ausência... Por que vestes o véu da noite e desnudas minha alma? Ausência... Por que gritas no silêncio e não ouves meus lamentos? Ausência... Por que insistes ser presença nos meus gélidos momentos? Ausência... Eu preciso te dizer que não aprendi viver com tua amarga presença"