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"Vidas a ermo... Passos dispersos no chão batido Horizonte a muito esquecido Eis o caminhar do homem Na mente que tolhe Dos pés, a firmeza No coração que sente Ou não, a tristeza Imersa em lágrimas ausentes... Ah! "É tão-somente uma vida" Uma história marcada Sentida Anulada por lapsos de memória..."

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"Se eu soubesse... Rafaella, minha doce menina, Não tenhas medo! Eu sou você no futuro Vim te contar Um segredo Antes, porém, me acompanhe Ao dezembro da vida, Pois lá recordarás Página por página vivida Chegamos! Rafaella, minha doce menina, Não tenhas medo! Vou te contar o segredo Lembra-te do dia em que nasceste? Do ciúme provocado Do colinho disputado Com a maninha Raianna Lembra-te dos teus cinco anos? Ciúmes, beicinhos e lágrimas... Que desapareçam as rivais! Eras a namoradinha do papai Lembra-te dos teus dez anos? Com as amiguinhas, exigente E as histórias contadas Pra mamãe confidente Lembra-te dos teus treze anos? Das bonecas esquecidas Dos medos e dúvidas Das paixões escondidas Lembra-te dos teus quinze anos? Da liberdade almejada Das dores, amores e sonhos... Da responsabilidade cobrada Lembra-te dos teus vinte anos? Dos trinta? Dos quarenta? Dos cinquenta? Dos sessenta? E tantos outros mais... Rafaella, minha doce menina, Não tenhas medo! Não tenhas medo da vida Dos anos que passam, Das lembranças que ficam Pois cada página construída É deveras importante Se intensamente vivida"

"Descaminhos Marcas vazias, carimbos no nada... O que posso eu esperar dos temporais, além da fúria devastadora por onde passam e o cheiro da morte no ar? E do homem? No coração, a vingança; sobre a cabeça, um manto de luto..."

"Espaços vazios... Pálida é a paisagem que dos olhos se distancia. Nau à deriva, chama sem vida: geleiras de um coração que desaprendeu o amor... Na pequenez de mim te espelhaste... Não vês? Tampouco sentes?"

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