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"Sob o jugo da aparência... Acorrentados por dores anímicas, revestimo-nos de mutáveis e dissimuladas máscaras... Sob o jugo da aparência, anulamos quem verdadeiramente somos em essência. Se quisermos fechar este círculo - extraindo da dor o seu reverso - a "Volta ao lar" é o caminho."

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"Compassos e descompassos virtuais Concebo a virtualidade como meio disponível para se criar significativos laços amistosos, apesar da distância geográfica. Para muitos, revela-se como porta de acesso a um mundo de sonhos; de fantasias que desejam viver junto a seres utópicos – misteriosos habitantes das telas – dotados de refinadas qualidades e escassos defeitos... Conscientemente, um campo onde - desprovidos do contato físico - precisamos redobrar os sentidos para lermos o oculto nas palavras trocadas, nas imagens distorcidas que inevitavelmente despertam sentimentos; um campo onde precisamos ouvir a voz do silêncio para captarmos a essência do outro, sutilmente, revelada nas entrelinhas do que escreve e/ou nas ondas que emite. A cautela e a seletividade são poderosas aliadas tanto no mundo real quanto no virtual, visto que expressivo número de homens e mulheres mascara sua verdadeira identidade, devotando-se a jogos emocionais manipulados por uma criança interior profundamente ferida. Sondarmos a essência do outro e nos revelarmos despojados de máscaras não é tarefa fácil, porém a prudência e a retidão demarcam caminhos para evitarmos provar, mutuamente, o gosto amargo da decepção..."

"Nutrir o corpo é importante; a mente e o espírito, imprescindível... Ao contemplarmos o próprio semblante nos reflexos do mundo podemos fazer um mapeamento aproximado de como estamos conduzindo nossas vidas, interiormente. Vale a pena "perder" alguns instantes nesta tarefa, pois aí estão delineados os traços que nos aproximam ou nos afastam dos outros; de nós mesmos, em essência."

"Espaços vazios... Pálida é a paisagem que dos olhos se distancia. Nau à deriva, chama sem vida: geleiras de um coração que desaprendeu o amor... Na pequenez de mim te espelhaste... Não vês? Tampouco sentes?"

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