"Urge a maritaca. Desafia a paz do dia a golpes de faca."
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Flora Figueiredo
Flora Figueiredo é uma poeta, cronista, compositora e tradutora brasileira, nascida em São Paulo. Além de ter publicado regularmente em várias revistas nacionais, a autora também é Vice-presidente da Associação das Jornalistas e Escritoras do Brasil. Entre as suas obras se destacam "Florescência" (1987), "Calçada de Verão" (1989) e "Amor a céu aberto" (1992).
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Frases de Flora Figueiredo
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"Quanto desafeto! A palvra se deprava frente ao alfabeto."
"Tempo destinado a esfregar e descorar nódoas do passado."
"O sol envelhece. pavio queima por um fio. Verão que apodrece."
"Ouviu-se um estrondo Baleia presa na teia? Não! é marimbondo."
"Linha de combate: as granadas e os petardos são de chocolate."
"Numa pressa insana, o jato divide em quatro o azul-porcelana."
"Grito se agiganta, embrutece, se enfurece, morre na garganta..."
"Festa chega ao fim. Beijos sobram na bandeja. Todos de amendoim!..."
"A estrela cadente teima, se enrosca, se queima. Quer o sol nascente."
"O canteiro assiste: a antúrio, falso perjúrio, pões o dedo em riste."
"Pois que viver não é entrar no mar onde dá pé, mas mergulhar com fé no maremoto."