"Me deixem em paz com meu TDAH... Não quero Ritalina, nem Rita Lee! Nunca fiz apologia as drogas. Vamos ouvir Mozart que é bem melhor!"
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Neurodiversidade
As melhores frases e reflexões sobre Neurodiversidade.
"Me deixem em paz com meu TDAH... Não quero Ritalina, nem Rita Lee! Nunca fiz apologia as drogas. Vamos ouvir Mozart que é bem melhor!"
"Apavorado acordo, em treva. O luar É como o espectro do meu sonho em mim E sem destino, e louco, sou o mar Patético, sonâmbulo e sem fim."
"Apavorado acordo, em treva. O luar É como o espectro do meu sonho em mim E sem destino, e louco, sou o mar Patético, sonâmbulo e sem fim."
"Deveríamos estar usando todos os recursos que temos. Falando com as pessoas mais inteligentes que encontrarmos no espectro mais amplo possível...."
"Controlar a respiração é controlar a mente. Com diferentes padrões de respiração, você pode se apaixonar, odiar alguém, sentir todo o espectro de sentimentos...."
"Se a esquerda tende a aumentar o poder estatal e a direita tende a diminuir, pra que lado do espectro político você acha que o estado, uma vez que ele exista, v..."
"Vamos estabelecer alguns parâmetros. Eu não sou o Homem-Aranha . E não sou o Justiceiro . Eles representam os extremos do mesmo espectro fantasiado. Eu sou o C..."
"Infeliz da pessoa que esteve neste mundo e ao final de seus dias não pôde dizer a tudo: “Muito obrigado!” Esta pessoa apenas passou pela vida, teve espectro de vida, não viveu."
"Não se pode imaginar uma cor, fora das cores do espectro solar. Não se pode ouvir um som, fora da nossa escala auditiva. Não se pode pensar, fora das possibilidades da língua em que se pensa."
"Eu quero saber como Deus criou este mundo. Não estou interessado neste ou naquele fenômeno, no espectro deste ou daquele elemento. Eu quero conhecer os pensamentos Dele, o resto são detalhes."
"Ilusões da Vida Quem passou pela vida em branca nuvem E em plácido repouso adormeceu, Quem não sentiu o frio da desgraça, Quem passou pela vida e não sofreu, Foi espectro de homem, e não homem, Só passou pela vida, não viveu."
"No fim, eu sei que sofri muito mais do que tu e que tu nunca viste nem verás nem saberás nem metade do meu Inferno. No fim, eu sei que não és mais que um espectro egoísta que ficará enterrado no meu Passado e que eu abraçarei nos momentos de maior desespero. No fim, nada mais resta que os teus olhos e a promessa de um amanhã que nunca foi o que poderia ter sido. No fim, só ficou o Vazio…"
""Todas nós temos anseio pelo que é selvagem. Existem poucos antídotos aceitos por nossa cultura para esse desejo ardente. Ensinaram-nos a ter vergonha desse tipo de aspiração. Deixamos crescer o cabelo e o usamos para esconder nossos sentimentos. No entanto, o espectro da Mulher Selvagem ainda nos espreita de dia e de noite. Não importa onde estejamos, a sombra que corre atrás de nós tem decididamente quatro patas.""
"" Deixar de te amar Deixar de te amar exige sacrifício. É como desconsiderar a própria existência. È apagar as cores da manhã e parar o vento fresco da tarde sufocante. É quase se exterminar. Quase! Por que o que restar, é somente o espectro de mim mesmo. É sucumbir ao peso. Que esmaga a carne de coração que deseja e quer continuar amando. É subtrair d’alma a sua luz tênue, mas que brilha em promessa da eternidade. È pôr fim a graça da vida.""
"... a Liberdade, em seu estado puro, em conjunto com a fraternidade, serviria como um verdadeiro "remédio" às pessoas, sanando os seus problemas mais nefastos, conseqüentemente, prescindindo-se de qualquer espécie de punição ou coerção. Esta ideia se aplica, num espectro mais amplo, até às questões relacionadas à existência de estruturas manicomiais, responsáveis, na sociedade capitalista, pelas torturas e maus-tratos aos estigmatizados pelo sistema como "doentes mentais"."
"O Espectro Anda um triste fantasma atrás de mim Segue-me os passos sempre! Aonde eu for, Lá vai comigo…E é sempre, sempre assim Como um fiel cão seguindo o seu Senhor! Tem o verde dos sonhos transcendentes, A ternura bem roxa das verbenas, A ironia purpúrea dos poentes, E tem também a cor das minhas penas! Ri sempre quando eu choro, e se me deito, Lá vai ele deitar-se ao pé do leito, Embora eu lhe suplique:Faz-me a graça De me deixares uma hora ser feliz! Deixa-me em paz!…” Mas ele, sempre diz: “Não te posso deixar, sou a Desgraça!”"
"Podeis me interpretar como quiseres. Podeis me julgar como diabo ou santo, como espectro do mal ou belo anjo. Podeis fazer sobre mim o juízo de valores que quiseres dentro de ti e dos teus conceitos. Todavia, na máxima de toda a tua interpretação, é que jamais saberás realmente o que sou ou quem sou... simplesmente porque tudo aquilo que sou para ti é tudo aquilo que eu mesmo quero que seja interpretado. Nunca mostrar-te-ei tudo aquilo que existe em mim, mormente porque tudo que existe em mim é apenas meu! Sendo meu, apenas meu... não pertence a mais ninguém."
"HINO DO CIGE O nosso Centro é de completa integração, tecnologia da mais alta precisão, berço audaz da altiva comunicação Guerra Eletrônica no nosso coração Estamos numa sobranceira posição, na defesa do espectro, um forte guardião, é do planalto que sai nossa emissão, Humberto Corrêa é o penhor dessa visão "Guerreiros invisíveis em qualquer lugar missões imprevisíveis sem demora, sem tardar no silêncio de uma rádio freqüência a potência de nossa interferência" Vetor que é Tático, real operação, sendo auxiliado pelo de Manutenção, o Ensino faz-se com automatização, O de Inteligência sigilosa informação Cursos e estágios acompanham evolução, instrutores e alunos excelente formação, Guerra Eletrônica, pendão da instrução, Essa é a unidade orgulho da instituição (homenagem ao centro integrado de Guerra Eletrônica, BSB-DF)"
"QUEM É VOCÊ? Maria Hilda de J. Alão Quem é você? Que mexeu com meus sentimentos, Reacendeu a chama esvaecida, Iluminou a escuridão dos meus dias! Quem é você? Que na sombra dos meus pensamentos se esconde, Que tornou os sonhos possíveis, Mas quando o chamo não responde! Quem é você? Que acelerou meu coração, Tirou-me a razão, Encheu-me de esperança, Mas furta-me sua presença! Quem é você? Tecelão de sentimentos que emaranhados teceu com fios dourados entrelaçados, enredando-me a alma! Quem é você? Que surgiu do nada como um espectro E de mansinho meu corpo tomou. Mesclou seu prazer com minha solidão, fortalecendo-me a alma combalida! Quem é você? Que os meandros de minha feminilidade explorou, Que versos poéticos à luz da Lua cantou E uma saudade dolorida deixou! Quem é você? Homem inacessível, Aos meus olhos invisível, Mas presente em minha pele! Quem é você?"
"Peter Pan, a criança que não cresceu e sabe voar, quer aprender? Quer voar? Pense numa coisa boa, pense numa coisa bem boa, é só pensar em coisa boa que a gente voa. Pense numa coisa bem linda que você nem viu ainda, um raio de luar e você vai voar. Peter Pan sombra na parede da caverna de Capitão Gancho, travessura, espectro, imagem só: será? Não é possível, e ele, ahm? Esta lá? Lá? Ele está? De que lado ele está? É só pensar em coisa boa que a gente voa. Se pensar em coisa ruim? Bom, pode até chegar o fim. Dorothy de Mágico de Oz, sapatinhos vermelhos, brilhantes, tem coração grande que não murchou apesar de tantas vezes machucado. Em algum lugar, acima do arco-íris, lá em cima, existe uma terra de que eu ouvi falar uma vez em uma canção de ninar, em algum lugar acima do arco-íris, o céu é azul e os sonhos que você ousa sonhar se tornam realidade, verdade, vou fazer um pedido a uma estrela, e acordar num lugar além das nuvens, onde os problemas se derretem como balas de limão, bem para lá do topo das chaminés é lá que você vai me encontrar, pássaros azuis voam acima do arco-íris, se pássaros azuis voam contentes acima do arco-íris, porque eu não posso voar? “Não há lugar como a casa da gente”. Peter Pan, está em casa em qualquer lugar onde estiver mamãe. Dorothy, busca o caminho de casa quer ir para casa ficar com a mãe, segue a estrada de tijolos amarelos, e ainda quer arrumar coragem para o leão, um coração para o homem de lata, um cérebro para o espantalho. Ai caramba, Peter Pan, ou Dorothy? Quem sai?"
"Homem ao mar! Que importa! O navio não pára. O vento é suave, e o navio tem rumo a seguir. Portanto, avante. O homem que caiu ao mar desaparece, torna a aparecer, mergulha, sobe a superfície; grita; ninguém o ouve. O navio, estremecendo com a violência do furacão, vai todo entregue à manobra; os marinheiros e passageiros nem mesmo vêem o homem submergido; a mísera cabeça do infeliz é apenas um ponto na enormidade das vagas. São desesperados os gritos que o desgraçado solta das profundezas. Que espectro aquela vela que se afasta! Comtempla-a, vê-a convés com os companheiros; pouco ainda antes, vivia. Que teria, pois acontecido? Escorregara, caiu; acabou-se. Debate-se nas águas monstruosas; debaixo dos pés tudo lhe foge e se desloca. As ondas revoltadas e retalhadas pelo vento rodeiam-no, medonhas, os rolos do abismo arrebatam-no, a plebe das vagas cospe-lhe às faces, e confusas aberturas quase o devoram; cada vez que afunda entrevê precípicios tenebrosos; sente presos os pés por desconhecidas e horrendas vegetações; as ondas arremessam-se umas contra as outras, bebe a amargura, o oceano convarde empenha-se em afogá-lo, a imensidade diverte-se com a sua agonia. O homem mesmo assim, luta. Diligencia defende-se, intenta suster-se, emprega todos os esforços, consegue nadar. Ele, força perecível, de repente, exausto, combate a força que é inesgotável. Onde está o navio? Muito longe. Mal se avista nas lívidas sombras do horizonte. O mar é inexorável noite social, onde a penalidade lança os condenados. O mar é a miséria imensurável. A alma, em tal báratro, pode tornar-se cadáver. Quem a ressucitará?""