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Neurodiversidade

As melhores frases e reflexões sobre Neurodiversidade.

"... a Liberdade, em seu estado puro, em conjunto com a fraternidade, serviria como um verdadeiro "remédio" às pessoas, sanando os seus problemas mais nefastos, conseqüentemente, prescindindo-se de qualquer espécie de punição ou coerção. Esta ideia se aplica, num espectro mais amplo, até às questões relacionadas à existência de estruturas manicomiais, responsáveis, na sociedade capitalista, pelas torturas e maus-tratos aos estigmatizados pelo sistema como "doentes mentais"."
"O Espectro Anda um triste fantasma atrás de mim Segue-me os passos sempre! Aonde eu for, Lá vai comigo…E é sempre, sempre assim Como um fiel cão seguindo o seu Senhor! Tem o verde dos sonhos transcendentes, A ternura bem roxa das verbenas, A ironia purpúrea dos poentes, E tem também a cor das minhas penas! Ri sempre quando eu choro, e se me deito, Lá vai ele deitar-se ao pé do leito, Embora eu lhe suplique:Faz-me a graça De me deixares uma hora ser feliz! Deixa-me em paz!…” Mas ele, sempre diz: “Não te posso deixar, sou a Desgraça!”"
"Podeis me interpretar como quiseres. Podeis me julgar como diabo ou santo, como espectro do mal ou belo anjo. Podeis fazer sobre mim o juízo de valores que quiseres dentro de ti e dos teus conceitos. Todavia, na máxima de toda a tua interpretação, é que jamais saberás realmente o que sou ou quem sou... simplesmente porque tudo aquilo que sou para ti é tudo aquilo que eu mesmo quero que seja interpretado. Nunca mostrar-te-ei tudo aquilo que existe em mim, mormente porque tudo que existe em mim é apenas meu! Sendo meu, apenas meu... não pertence a mais ninguém."
"HINO DO CIGE O nosso Centro é de completa integração, tecnologia da mais alta precisão, berço audaz da altiva comunicação Guerra Eletrônica no nosso coração Estamos numa sobranceira posição, na defesa do espectro, um forte guardião, é do planalto que sai nossa emissão, Humberto Corrêa é o penhor dessa visão "Guerreiros invisíveis em qualquer lugar missões imprevisíveis sem demora, sem tardar no silêncio de uma rádio freqüência a potência de nossa interferência" Vetor que é Tático, real operação, sendo auxiliado pelo de Manutenção, o Ensino faz-se com automatização, O de Inteligência sigilosa informação Cursos e estágios acompanham evolução, instrutores e alunos excelente formação, Guerra Eletrônica, pendão da instrução, Essa é a unidade orgulho da instituição (homenagem ao centro integrado de Guerra Eletrônica, BSB-DF)"
"QUEM É VOCÊ? Maria Hilda de J. Alão Quem é você? Que mexeu com meus sentimentos, Reacendeu a chama esvaecida, Iluminou a escuridão dos meus dias! Quem é você? Que na sombra dos meus pensamentos se esconde, Que tornou os sonhos possíveis, Mas quando o chamo não responde! Quem é você? Que acelerou meu coração, Tirou-me a razão, Encheu-me de esperança, Mas furta-me sua presença! Quem é você? Tecelão de sentimentos que emaranhados teceu com fios dourados entrelaçados, enredando-me a alma! Quem é você? Que surgiu do nada como um espectro E de mansinho meu corpo tomou. Mesclou seu prazer com minha solidão, fortalecendo-me a alma combalida! Quem é você? Que os meandros de minha feminilidade explorou, Que versos poéticos à luz da Lua cantou E uma saudade dolorida deixou! Quem é você? Homem inacessível, Aos meus olhos invisível, Mas presente em minha pele! Quem é você?"
"Peter Pan, a criança que não cresceu e sabe voar, quer aprender? Quer voar? Pense numa coisa boa, pense numa coisa bem boa, é só pensar em coisa boa que a gente voa. Pense numa coisa bem linda que você nem viu ainda, um raio de luar e você vai voar. Peter Pan sombra na parede da caverna de Capitão Gancho, travessura, espectro, imagem só: será? Não é possível, e ele, ahm? Esta lá? Lá? Ele está? De que lado ele está? É só pensar em coisa boa que a gente voa. Se pensar em coisa ruim? Bom, pode até chegar o fim. Dorothy de Mágico de Oz, sapatinhos vermelhos, brilhantes, tem coração grande que não murchou apesar de tantas vezes machucado. Em algum lugar, acima do arco-íris, lá em cima, existe uma terra de que eu ouvi falar uma vez em uma canção de ninar, em algum lugar acima do arco-íris, o céu é azul e os sonhos que você ousa sonhar se tornam realidade, verdade, vou fazer um pedido a uma estrela, e acordar num lugar além das nuvens, onde os problemas se derretem como balas de limão, bem para lá do topo das chaminés é lá que você vai me encontrar, pássaros azuis voam acima do arco-íris, se pássaros azuis voam contentes acima do arco-íris, porque eu não posso voar? “Não há lugar como a casa da gente”. Peter Pan, está em casa em qualquer lugar onde estiver mamãe. Dorothy, busca o caminho de casa quer ir para casa ficar com a mãe, segue a estrada de tijolos amarelos, e ainda quer arrumar coragem para o leão, um coração para o homem de lata, um cérebro para o espantalho. Ai caramba, Peter Pan, ou Dorothy? Quem sai?"
"Homem ao mar! Que importa! O navio não pára. O vento é suave, e o navio tem rumo a seguir. Portanto, avante. O homem que caiu ao mar desaparece, torna a aparecer, mergulha, sobe a superfície; grita; ninguém o ouve. O navio, estremecendo com a violência do furacão, vai todo entregue à manobra; os marinheiros e passageiros nem mesmo vêem o homem submergido; a mísera cabeça do infeliz é apenas um ponto na enormidade das vagas. São desesperados os gritos que o desgraçado solta das profundezas. Que espectro aquela vela que se afasta! Comtempla-a, vê-a convés com os companheiros; pouco ainda antes, vivia. Que teria, pois acontecido? Escorregara, caiu; acabou-se. Debate-se nas águas monstruosas; debaixo dos pés tudo lhe foge e se desloca. As ondas revoltadas e retalhadas pelo vento rodeiam-no, medonhas, os rolos do abismo arrebatam-no, a plebe das vagas cospe-lhe às faces, e confusas aberturas quase o devoram; cada vez que afunda entrevê precípicios tenebrosos; sente presos os pés por desconhecidas e horrendas vegetações; as ondas arremessam-se umas contra as outras, bebe a amargura, o oceano convarde empenha-se em afogá-lo, a imensidade diverte-se com a sua agonia. O homem mesmo assim, luta. Diligencia defende-se, intenta suster-se, emprega todos os esforços, consegue nadar. Ele, força perecível, de repente, exausto, combate a força que é inesgotável. Onde está o navio? Muito longe. Mal se avista nas lívidas sombras do horizonte. O mar é inexorável noite social, onde a penalidade lança os condenados. O mar é a miséria imensurável. A alma, em tal báratro, pode tornar-se cadáver. Quem a ressucitará?""