"Tapas aqui e ali E nenhum a atingiu - mosca de inverno"
Ver Todos os Temas
Madrileno
As melhores frases e reflexões sobre Madrileno.
"A seleção da Espanha é, literalmente, um time de altos e baixos. Basta olhar a foto...."
"Homem de verdade é o Seu Madruga, que mesmo levando um monte de tapas Nunca levantou a mão para uma mulher."
"Depois de várias quedas, vários erros, vários tapas na cara da vida, você se torna frio. E é aí que tudo começa a mudar."
"Sem vacilo comigo, pois, eu sei quem é amigo. Eu conheço a expressão a intenção do inimigo, que dá tapas nas costas disposto a esperar."
"Brigam Espanha e Holanda Pelos direitos do mar O mar é das gaivotas Que nele sabem voar O mar é das gaivotas E de quem sabe navegar. Brigam Espanha e Holanda Pelos direitos do mar Brigam Espanha e Holanda Porque não sabem que o mar É de quem o sabe amar."
"A vida só é amarga para quem não abre mão do seu lado doce, o orgulho, o rancor e a vingança, são féus que matam em silêncio aqueles que não doam sentimentos doces como o perdão, a gratidão e a humildade, os que fecham suas mãos aos afetos, levam tapas da vida, porque quem se fecha para doces sentimentos, morre amargando."
"As chaves da Copa da África 2010 parecem ter sido desenhadas para possibilitar a chegada de ao menos uma seleção africana (Camarões, Nigéria ou África do Sul) entre os 4 finalistas e, principalmente, promover o embate entre as seleções mais tradicionais (Brasil, Alemanha, Itália e Argentina). Quem pode tirar proveito disto? Ao meu ver, seleções medianas, como Portugal, Inglaterra e Espanha, que podem tirar proveito do "easy-way"... 13/06/2010"
"Certos namorados brigam dia sim, dia não. Na sexta se amam, no sábado se odeiam, no domingo fazem as pazes, na segunda prometem nunca mais se ver. São amores movido à adrenalina, que rendem bons versos e letras de música. Muito destes casais conseguem chegar ao altar e continuam entre tapas e beijos até as bodas de ouro. Brigam e voltam tantas, mas tantas vezes, que na verdade nunca chegam a se separar. Deixe que digam, que pensem, que falem. O amor é lindo."
"Eu sou um pouquinho desligada e não costumo tentar agradar a todos. Meu coração nunca doeu ao ponto de sentir sangrá-lo e eu não tenho medo de dar a cara à tapas. Chamar a atenção não é minha prioridade e não me incomodo com as críticas da mesma forma que não me sinto melhor do que ninguém pelos elogios. O problema é que as pessoas ainda não entendem que no meio de tanta mentira e falsidade, existem algumas pessoas que são sinceras e tentam ser, com muito esforço, um pouco delas mesmas."
"Realidade Em ti o meu olhar fez-se alvorada E a minha voz fez-se gorgeio de ninho... E a minha rubra boca apaixonada Teve a frescura pálida do linho... Embriagou-me o teu beijo como um vinho Fulvo de Espanha, em taça cinzelada... E a minha cabeleireira desatada Pôs a teus pés a sombra dum caminho... Minhas pálpebras são cor de verbena, Eu tenho os olhos garços, sou morena, E para te encontrar foi que eu nasci... Tens sido vida fora o meu desejo E agora, que te falo, que te vejo, Não sei se te encontrei... se te perdi..."
"TEUS OLHOS Olhos do meu Amor! Infantes loiros Que trazem os meus presos, endoidados! Neles deixei, um dia, os meus tesouros: Meus anéis, minhas rendas, meus brocados. Neles ficaram meus palácios moiros, Meus carros de combate, destroçados, Os meus diamantes, todos os meus oiros Que trouxe d'Além-Mundos ignorados! Olhos do meu Amor! Fontes... cisternas... Enigmáticas campas medievais... Jardins de Espanha... catedrais eternas... Berço vindo do Céu à minha porta... Ó meu leito de núpcias irreais!... Meu sumptuoso túmulo de morta!..."
"Tempo de Criança Saudade, Do tempo em que eu ainda brincava na rua de amarelinha, Do tempo em que no olhar se via a inocência e a vontade de viver, Dos sorriso puros e dos sonhos tão bonitos... Saudade, Das bagunças, das traquinagens e até dos tapas que a mamãe dava, quando descobria alguma "arte" feita por mim... Bons tempos os de criança! Tempo em que tudo era uma brincadeira, Tudo era alegri Tempo que não volta mais, Restando assim, somente lembranças, Daquele tempo de criança Que os anos não trazem mais E que a saudade, Se encarrega de guardar Com tanto carinho e amor Dentro do coração..."
"Nas Montanhas Entre a França e a Espanha existe uma cadeia de montanhas. Numa destas montanhas, existe uma aldeia chamada Argelés. Nesta aldeia, existe uma ladeira que leva até o vale. Todas as tardes, um velho sobe e desce esta ladeira. Quando o viajante foi a Argelés pela primeira vez, não reparou nada. Da segunda vez, viu que um homem sempre cruzava com ele. E, cada vez que ia àquela aldeia, reparava mais detalhes - a roupa, a boina, a bengala, os óculos. Hoje em dia, sempre que pensa na aldeia, pensa também no velhinho - embora ele não saiba disso. Uma única vez viajante conversou com ele. Querendo brincar, perguntou: - Será que Deus vive nestas lindas montanhas á nossa volta? - Deus vive - disse o velhinho - nos lugares onde deixam Ele entrar."
"O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia, Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia. O Tejo tem grandes navios E navega nele ainda, Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está, A memória das naus. O Tejo desce de Espanha E o Tejo entra no mar em Portugal. Toda a gente sabe isso. Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia E para onde ele vai E donde ele vem. E por isso porque pertence a menos gente, É mais livre e maior o rio da minha aldeia. Pelo Tejo vai-se para o Mundo. Para além do Tejo há a América E a fortuna daqueles que a encontram. Ninguém nunca pensou no que há para além Do rio da minha aldeia. O rio da minha aldeia não faz pensar em nada. Quem está ao pé dele está só ao pé dele."
"Tu és Três Um missionário espanhol visitava uma ilha quando encontrou três sacerdotes astecas. - Como vocês rezam? - perguntou o padre. - Temos apenas uma oração - respondeu um dos astecas. - Nós dizemos: "Deus, Tu Ès três, nós somos três. Tende piedade de nós." - Bela oração - disse o missionário.- Mas ela não é exatamente a prece que Deus escuta. Vou lhes ensinar uma muito melhor. O padre ensinou uma oração católica, e seguiu seu caminho de evangelização. Anos depois, já no navio que o levava de volta á Espanha, teve que passar de novo por aquela ilha. Do convés, viu os três sacerdotes na praia - e acenou-lhes. Neste momento, os três começaram a caminhar pela água, em direção a ele. - Padre! Padre! - chamou um deles, se aproximando do navio.- Nos ensina de novo a oração que Deus escuta, porque não conseguimos lembrar! - Não importa - disse o missionário, vendo o milagre. E pediu perdão a Deus, por não ter entendido antes que Ele falava todas as línguas."
"Vou-me Embora pra Pasárgada Lá sou amigo do rei Lá tenho a mulher que eu quero Na cama que escolherei Vou-me embora pra Pasárgada Vou-me embora pra Pasárgada Aqui eu não sou feliz Lá a existência é uma aventura De tal modo inconseqüente Que Joana a Louca de Espanha Rainha e falsa demente Vem a ser contraparente Da nora que nunca tive E como farei ginástica Andarei de bicicleta Montarei em burro brabo Subirei no pau-de-sebo Tomarei banhos de mar! E quando estiver cansado Deito na beira do rio Mando chamar a mãe-d'água Pra me contar as histórias Que no tempo de eu menino Rosa vinha me contar Vou-me embora pra Pasárgada Em Pasárgada tem tudo É outra civilização Tem um processo seguro De impedir a concepção Tem telefone automático Tem alcalóide à vontade Tem prostitutas bonitas Para a gente namorar E quando eu estiver mais triste Mas triste de não ter jeito Quando de noite me der Vontade de me matar — Lá sou amigo do rei — Terei a mulher que eu quero Na cama que escolherei Vou-me embora pra Pasárgada."
"Perguntas de um Operário Letrado Quem construiu Tebas, a das sete portas? Nos livros vem o nome dos reis, Mas foram os reis que transportaram as pedras? Babilónia, tantas vezes destruída, Quem outras tantas a reconstruiu? Em que casas Da Lima Dourada moravam seus obreiros? No dia em que ficou pronta a Muralha da China para onde Foram os seus pedreiros? A grande Roma Está cheia de arcos de triunfo. Quem os ergueu? Sobre quem Triunfaram os Césares? A tão cantada Bizâncio Só tinha palácios Para os seus habitantes? Até a legendária Atlântida Na noite em que o mar a engoliu Viu afogados gritar por seus escravos. O jovem Alexandre conquistou as Índias Sozinho? César venceu os gauleses. Nem sequer tinha um cozinheiro ao seu serviço? Quando a sua armada se afundou Filipe de Espanha Chorou. E ninguém mais? Frederico II ganhou a guerra dos sete anos Quem mais a ganhou? Em cada página uma vitória. Quem cozinhava os festins? Em cada década um grande homem. Quem pagava as despesas? Tantas histórias Quantas perguntas"
"Vou-me Embora pra Pasárgada Vou-me embora pra Pasárgada Lá sou amigo do rei Lá tenho a mulher que eu quero Na cama que escolherei Vou-me embora pra Pasárgada Vou-me embora pra Pasárgada Aqui eu não sou feliz Lá a existência é uma aventura De tal modo inconseqüente Que Joana a Louca de Espanha Rainha e falsa demente Vem a ser contraparente Da nora que nunca tive E como farei ginástica Andarei de bicicleta Montarei em burro brabo Subirei no pau-de-sebo Tomarei banhos de mar! E quando estiver cansado Deito na beira do rio Mando chamar a mãe-d'água Pra me contar as histórias Que no tempo de eu menino Rosa vinha me contar Vou-me embora pra Pasárgada Em Pasárgada tem tudo É outra civilização Tem um processo seguro De impedir a concepção Tem telefone automático Tem alcalóide à vontade Tem prostitutas bonitas Para a gente namorar E quando eu estiver mais triste Mas triste de não ter jeito Quando de noite me der Vontade de me matar — Lá sou amigo do rei — Terei a mulher que eu quero Na cama que escolherei Vou-me embora pra Pasárgada."
"Viajar? Para viajar basta existir. Vou de dia para dia, como de estação para estação, no comboio do meu corpo, ou do meu destino, debruçado sobre as ruas e as praças, sobre os gestos e os rostos, sempre iguais e sempre diferentes, como, afinal, as paisagens são. Se imagino, vejo. Que mais faço eu se viajo? Só a fraqueza extrema da imaginação justifica que se tenha que deslocar para sentir. “Qualquer estrada, esta mesma estrada de Entepfuhl, te levará até ao fim do mundo”. Mas o fim do mundo, desde que o mundo se consumou dando-lhe a volta, é o mesmo Entepfuhl de onde se partiu. Na realidade, o fim do mundo, como o princípio, é o nosso conceito do mundo. É em nós que as paisagens têm paisagem. Por isso, se as imagino, as crio; se as crio, são; se são, vejo-as como às outras. Para quê viajar? Em Madrid, em Berlim, na Pérsia, na China, nos Pólos ambos, onde estaria eu senão em mim mesmo, e no tipo e género das minhas sensações? A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos, não é o que vemos, senão o que somos."
"Você já notou como somos seres que dão mais importância para as coisas ruins que nos fazem do que para as boas? Sim, guardamos com um certo previlégio um rancor, uma palavra mal intencionada, uma atitude errada que alguém teve conosco. Já aquela pessoa que faz tudo por nós seja mãe, pai e até um(a) grande amigo(a) parece fazer tudo em vão! A gente não valoriza o bem, não da atenção para quem apenas faz o bem pra nós. Já que fez algo errado, vivemos recordando e dando um valor descabido. Não faça das coisas mais do que elas são. Enquanto se apegar as coisas, atitudes e palavras ruins que lançarem contra você, estará deixando as pessoas que te fazem bem e vivem do teu sorriso acharem motivos para irem embora da sua vida e trancarem a porta por fora. Vamos lá dê atenção pra quem te quer bem! Olhe em volta, com quem pode contar? Quem esteve contigo quando precisou e também quando você não precisava? É para estas pessoas que você deve dedicar sua atenção, gastar sua energia. Quem te fez mal? O sorriso sincero doi mais neles que palavras ou tapas e socos e ainda faz bem pra quem te ama! Mude o foco, não seja tolo, não queira perder para dar valor."
"Qual o nome das renas do Papai Noel? R: Dasher , Donner , Prancer , Vixen , Comet , Cupid , Dasher e Blitze . Por que os americanos e ingleses chamam o peru de turkey ? R: É simples - as aves vinham do México para a Europa, descarregando na Espanha. De lá, comerciantes turcos (Turquia, Turkey em inglês) as levavam até a Inglaterra para a venda. Por fim, a origem do mercador se estendeu à mercadoria. Qual a origem da árvore de Natal? R: são várias as origens possíveis, sendo a mais aceita a que atribui à Alemanha, através de Martinho Lutero. Ele teria montado um pinheiro com velas em sua casa para mostrar às crianças como deveria ser o céu na noite do nascimento de Cristo. Qual a origem da Missa do Galo e do Presépio? R: as duas tradições, tipicamente natalinas, são obra de São Francisco de Assis, que fez o presépio para lembrar aos fiéis do ambiente que Jesus vivia. Foi em Greccio, na Itália, em 1224. Ele mostrava o presépio ao povo à meia-noite, hora simbólica que Jesus nasceu. Logo depois era realizada uma missa, que como era na madrugada, era feita ao som dos galos , que cantavam nesse horário. O povo deu o nome "Missa do Galo" à celebração por esse motivo."
"Hitler não era uma anomalia. Hitler não era um fenômeno. Hitler era o que cada um neste salão tem o potencial de ser. E não somente isso. Você precisa entender: ainda em toda maldade de Hitler, Hitler ainda era restringido pela graça comum de Deus. E você precisa saber isso: que se não fosse pela graça comum de Deus restringindo você, em seu estado não convertido, você faria com que Hitler parecesse um coroinha. O que nós não entendemos é o que a Palavra ensina sobre homens: Homens são maus! Você diz: eu não concordo. Isso é porque você aprendeu o suficiente para estar no cristianismo, mas você não crê na Bíblia. O testemunho das Escrituras contra você e todos homens é que nós nascemos com a maldade. E nós somos maus. Você tem que ensinar uma criança a mentir? Você tem que ensinar uma criança a ser egocêntrica? Você tem que ensinar uma criança a ser egoísta? Você tem que ensinar uma criança a ser bruta com outras crianças? Elas aprendem isso por si sós. Liberte-as, não as discipline e veja o que terá em 10 anos. Um monstro! Por quê? Porque o que a Palavra diz é verdade! E tapas os ouvidos e diz: “não quero escutar isso, não quero escutar isso!”. Da mesma maneira que uma pessoa morrendo de câncer está em negação e diz ao doutor: não quero escutar isso! não quero escutar isso! E por tapar com as mãos os ouvidos, você se fecha para qualquer remédio. A primeira coisa que você deve abraçar é isso: todos os homens nascem em pecado e entregues ao pecado e todos os homens nasceram odiando a Deus. E você diz “ah, eu nunca odiei a Deus.” Sim, odeia. Se não odiou a Deus, Se em seu estado não convertido você não odiou a Deus então a Bíblia não é verdadeira. Porque a bíblia chama todos os homens “odiadores de Deus” e “inimigos de Deus”. Você diz: “Mas eu amo a Deus desde que era pequeno”. Não, você amou uma imagem de Deus que você criou com sua própria mente e você amou aquilo que criou, mas se alguém viesse a você e lhe apontasse o Deus da Palavra, você diria: “Eu nunca poderia amar um Deus como esse”. Por tantas vezes eu vou às pessoas e elas me dizem “eu tenho amado a Deus toda a minha vida” e eu digo “posso me sentar com você por meia hora e só explicar pela Palavra algumas crenças históricas e cristãs sobre Deus?” E depois de meia hora, um bom membro de igreja diria: Este não é o meu Deus. Eu tenho que dizer “claro que não é, mas é o Deus da Palavra”."
"Hoje eu descobri que as flores crescem mais rápido quando ouvem música, e aí que eu entendi porque as margaridas do vô sempre cresceram rápido e lindamente. Engraçado, né? Alguma coisa sempre faz falta. E como por um equívoco, eu senti falta de tudo o que você não foi pra mim. De tudo o que você fez questão de não ser pra mim. De todas as vezes que eu, com esse meu olhar marejado desde o momento que abri os olhos pra vida, te olhei com ternura esperando que você tirasse meus sonhos das minhas gavetas e realizá-se-os - já que você era o único que podia. Eu fugi de escrever sobre isso que tem me atormentado durante toda a semana, até que o meu namorado mandou eu respirar fundo, ouvir uma boa música e fazer o que de melhor eu sei fazer: ser eu mesma. Eu sei que, daqui a pouco, eu esqueço esses pontapés, chutes, tapas e golpes baixos que a vida me deu e que ainda pode dar, e eu vou por esse meu sorriso sem jeito no rosto, cantar uma música qualquer e continua vivendo e sonhando com as coisas que você nunca se importou. Na verdade, hoje eu sinto como se mil pessoas se importassem comigo, menos uma. E, de alguma forma, era a única que eu necessitava que se importasse. Eu martelei uma porção de coisas pra escrever e pra te dizer durante toda a semana, dessas que não se diz costumeiramente. Mas, eu travo. Eu sempre travo diante de você e do seu ar de sou-bem-maior-que-você. É tarde demais pra você se importar. É estranho pra qualquer um me observar e ver o quanto me sinto um peixe fora do aquário perto de vocês e de todos esses que fazem parte de você. Eu me esforço, prometo. Me esforço - mais do que pensei que podia - pra tentar te aceitar e entender o porquê de todas as palavras, olhares, atitudes, mas eu não consigo. E cada vez que eu tento dói, dói mais ainda ver o quanto de amor carrego aqui dentro. Dói saber que se você me olhasse com um pouco de amor e abrisse um pouco os braços eu correria chorando pra te abraçar prometendo esquecer tudo o que me fez, o que me falou... Porque, por mais que você e todo mundo negue, um pouco do teu sangue corre aqui nas minhas veias, e as nossas almas são ligadas como devia ser as almas de todos que fazem parte de uma família. E eu sou essa pessoa de coração mole e pequeno tentando guardar todo mundo aqui dentro, tentando não viver das más lembranças, mas encontrar nas boas lembranças um motivo pra continuar acreditando. E mesmo depois de tudo ontem, eu continuo acreditando que a gente um dia vai se olhar nos olhos e se reconhecer, como toda sobrinha reconhece um tio, e todo tio reconhece uma sobrinha. E o que você faz com os seus sentimentos, fantasias e essa necessidade vital e instintiva de amar? Você ama. Você deve amar, mesmo que te doa. Deve amar."
"Peça infantil A professora começa a se arrepender de ter concordado (”você é a única que tem temperamento para isto”) em dirigir a peça quando uma das fadinhas anuncia que precisa fazer xixi. é como um sinal. todas as fadinhas decidem que precisam, urgentemente, fazer xixi. — Está bem, mas só as fadinhas — diz a professora. — e uma de cada vez! Mas as fadinhas vão em bando para o banheiro. — Uma de cada vez! uma de cada vez! E você, onde é que pensa que vai? — Ao banheiro. — Não vai, não. — Mas tia… — Em primeiro lugar, o banheiro já está cheio. em segundo lugar, você não é fadinha, é caçador. Volte para o seu lugar. Um pirata chega atrasado e com a notícia de que sua mãe não conseguiu terminar a capa. Serve uma toalha? — Não. Você vai ser o único de capa branca. É melhor tirar o tapa-olho e ficar de anão. Vai ser um pouco engraçado, oito anões, mas tudo bem. Por que você está chorando? — Eu não quero ser anão. — Então fica de lavrador. — Posso ficar com o tapa-olho? — Pode. Um lavrador de tapa-olho, tudo bem. — Tia, onde é que eu fico? É uma margarida. — Você fica ali. A professora se dá conta de que as margaridas estão desorganizadas. — Atenção, margaridas! Todas ali. Você não. Você é coelhinho. — Mas meu nome é Margarida. — Não interessa! desculpe, a tia não quis gritar com você. atenção, coelhinhos. todos comigo. Margaridas ali, coelhinhos aqui. lavradores daquele lado, árvores atrás. árvore, tira o dedo do nariz. Onde é que estão as fadinhas? Que xixi mais demorado! — Eu vou chamar. — Fique onde está, lavrador. Uma das margaridas vai chamá-las. — Já vou. — Você não, Margarida! Você é coelhinho. Uma das margaridas. Você. Vá chamar as fadinhas. Piratas, fiquem quietos! — Tia, o que é que eu sou? Eu esqueci o que eu sou. — Você é o sol. Fica ali que depois a tia… piratas, por favor! As fadinhas começam a voltar. Com problemas. muitas se enredaram nos seus véus e não conseguem arrumá-los. Ajudam-se mutuamente mas no seu nervosismo só pioram a confusão. — Borboletas, ajudem aqui! — pede a professora. Mas as borboletas não ouvem. As borboletas estão etéreas. As borboletas fazem poses, fazem esvoaçar seus próprios véus e não ligam para o mundo. A professora, com a ajuda de um coelhinho amigo, de uma árvore e de um camponês, desembaraça os véus das fadinhas. — Piratas, parem. O próximo que der um pontapé vai ser anão. Desastre: quebrou uma ponta da lua. — Como é que você conseguiu isso? — pergunta a professora sorrindo, sentindo que o seu sorriso deve parecer demente. — Foi ela! A acusada é uma camponesa gorda que gosta de distribuir tapas entre os seus inferiores. — Não tem remédio. tira isso da cabeça e fica com os anões. — E a minha frase? A professora tinha esquecido. A lua tem uma fala. — Quem diz a frase da lua é, deixa ver… o relógio. — Quem? — O relógio. Cadê o relógio? — Ele não veio. — O quê? — Está com caxumba. — Ai, meu Deus. Sol, você vai ter que falar pela lua. Sol, está me ouvindo? — Eu? — Você, sim senhor. Você é o sol. Você sabe a fala da lua? — Me deu uma dor de barriga. — Essa não é a frase da Lua. — Me deu mesmo, tia. Tenho que ir embora. — Está bem, está bem. Quem diz a frase da lua é você. — Mas eu sou caçador. — Eu sei que você é caçador! Mas diz a frase da lua! Eu não quero discussão! — Mas eu não sei a frase da lua. — Piratas, parem! — Piratas, parem! certo? — Eu não estava falando com você. Piratas, de uma vez por todas… A camponesa gorda resolve tomar a justiça nas mãos e dá um croque num pirata. A classe unida avança contra a camponesa, que recua, derrubando uma árvore. As borboletas esvoaçam. Os coelhinhos estão em polvorosa. A professora grita: — Parem! parem! A cortina vai abrir. Todos a seus lugares. Vai começar! — Mas, tia, e a frase da lua? — “Boa-noite, sol”. — Boa-noite. — Eu não estou falando com você! — Eu não sou mais o sol? — É. Mas eu estava dizendo a frase da lua. “Boa-noite, sol.” — Boa-noite, sol. Boa-noite, sol. Não vou esquecer. Boa-noite, sol… — Atenção, todo mundo! Piratas e anões nos bastidores. Quem fizer um barulho antes de entrar em cena, eu esgoelo. Coelhinhos nos seus lugares. Árvores para trás. Fadinhas, aqui. Borboletas, esperem a deixa. Margaridas, no chão. Todos se preparam. — Você não, Margarida! Você é o coelhinho! Abre o pano."
"Peça infantil A professora começa a se arrepender de ter concordado (”você é a única que tem temperamento para isto”) em dirigir a peça quando uma das fadinhas anuncia que precisa fazer xixi. é como um sinal. todas as fadinhas decidem que precisam, urgentemente, fazer xixi. — Está bem, mas só as fadinhas — diz a professora. — e uma de cada vez! Mas as fadinhas vão em bando para o banheiro. — Uma de cada vez! uma de cada vez! E você, onde é que pensa que vai? — Ao banheiro. — Não vai, não. — Mas tia… — Em primeiro lugar, o banheiro já está cheio. em segundo lugar, você não é fadinha, é caçador. Volte para o seu lugar. Um pirata chega atrasado e com a notícia de que sua mãe não conseguiu terminar a capa. Serve uma toalha? — Não. Você vai ser o único de capa branca. É melhor tirar o tapa-olho e ficar de anão. Vai ser um pouco engraçado, oito anões, mas tudo bem. Por que você está chorando? — Eu não quero ser anão. — Então fica de lavrador. — Posso ficar com o tapa-olho? — Pode. Um lavrador de tapa-olho, tudo bem. — Tia, onde é que eu fico? É uma margarida. — Você fica ali. A professora se dá conta de que as margaridas estão desorganizadas. — Atenção, margaridas! Todas ali. Você não. Você é coelhinho. — Mas meu nome é Margarida. — Não interessa! desculpe, a tia não quis gritar com você. atenção, coelhinhos. todos comigo. Margaridas ali, coelhinhos aqui. lavradores daquele lado, árvores atrás. árvore, tira o dedo do nariz. Onde é que estão as fadinhas? Que xixi mais demorado! — Eu vou chamar. — Fique onde está, lavrador. Uma das margaridas vai chamá-las. — Já vou. — Você não, Margarida! Você é coelhinho. Uma das margaridas. Você. Vá chamar as fadinhas. Piratas, fiquem quietos! — Tia, o que é que eu sou? Eu esqueci o que eu sou. — Você é o sol. Fica ali que depois a tia… piratas, por favor! As fadinhas começam a voltar. Com problemas. muitas se enredaram nos seus véus e não conseguem arrumá-los. Ajudam-se mutuamente mas no seu nervosismo só pioram a confusão. — Borboletas, ajudem aqui! — pede a professora. Mas as borboletas não ouvem. As borboletas estão etéreas. As borboletas fazem poses, fazem esvoaçar seus próprios véus e não ligam para o mundo. A professora, com a ajuda de um coelhinho amigo, de uma árvore e de um camponês, desembaraça os véus das fadinhas. — Piratas, parem. O próximo que der um pontapé vai ser anão. Desastre: quebrou uma ponta da lua. — Como é que você conseguiu isso? — pergunta a professora sorrindo, sentindo que o seu sorriso deve parecer demente. — Foi ela! A acusada é uma camponesa gorda que gosta de distribuir tapas entre os seus inferiores. — Não tem remédio. tira isso da cabeça e fica com os anões. — E a minha frase? A professora tinha esquecido. A lua tem uma fala. — Quem diz a frase da lua é, deixa ver… o relógio. — Quem? — O relógio. Cadê o relógio? — Ele não veio. — O quê? — Está com caxumba. — Ai, meu Deus. Sol, você vai ter que falar pela lua. Sol, está me ouvindo? — Eu? — Você, sim senhor. Você é o sol. Você sabe a fala da lua? — Me deu uma dor de barriga. — Essa não é a frase da Lua. — Me deu mesmo, tia. Tenho que ir embora. — Está bem, está bem. Quem diz a frase da lua é você. — Mas eu sou caçador. — Eu sei que você é caçador! Mas diz a frase da lua! Eu não quero discussão! — Mas eu não sei a frase da lua. — Piratas, parem! — Piratas, parem! certo? — Eu não estava falando com você. Piratas, de uma vez por todas… A camponesa gorda resolve tomar a justiça nas mãos e dá um croque num pirata. A classe unida avança contra a camponesa, que recua, derrubando uma árvore. As borboletas esvoaçam. Os coelhinhos estão em polvorosa. A professora grita: — Parem! parem! A cortina vai abrir. Todos a seus lugares. Vai começar! — Mas, tia, e a frase da lua? — “Boa-noite, sol”. — Boa-noite. — Eu não estou falando com você! — Eu não sou mais o sol? — É. Mas eu estava dizendo a frase da lua. “Boa-noite, sol.” — Boa-noite, sol. Boa-noite, sol. Não vou esquecer. Boa-noite, sol… — Atenção, todo mundo! Piratas e anões nos bastidores. Quem fizer um barulho antes de entrar em cena, eu esgoelo. Coelhinhos nos seus lugares. Árvores para trás. Fadinhas, aqui. Borboletas, esperem a deixa. Margaridas, no chão. Todos se preparam. — Você não, Margarida! Você é o coelhinho! Abre o pano."