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Coreografada

As melhores frases e reflexões sobre Coreografada.

"Você esta aí, agora... não é Não sei quem és Mas reconheço tua presença Por que não me leva logo Então... Fica a me fitar, Numa ascensão a A me observar, como proteção Por que... não sei... Sinto toda essa energia subir Fluir em corpo, como Uma dança louca De entrega... De corpo e alma Por senti-lo... No ritmo e coreografia da vida Que me proporcionas Cheia do seu amor Quero bailar, a noite toda Se o joelho me deixar... Com você em mim... Eu em você Como um todo Iluminado de azul Vestido púrpura E amor...."
"As Mudanças "Vou mudar pra melhor!" Dexamos no ar... Tudo que é novo pode trazer tremores. A novidade é o máximo. Seja capaz e acredite, não é questão de sorte ou simplesmente um acaso da vida. É algo mais íntimo e pode estar estritamente relacionado ao trilhar um caminho, seguro ou não? Mas, de forma planejada. Que seja um objetivo que tenhas chances de alcançá-lo. Uma das metas principais deve ser a busca da paz interior e da felicidade, externada através de ações que conquistem o próximo. Mude e não esqueça de deixar no ar um clima de esperanças; não temas, pois tudo pode acontecer. Prepare-se, lute e conquiste com sabedoria. Reflita e seja você mesmo. Assuma os riscos e aprenda com os erros. Viva, aceite as mudanças e renove-se a cada instante."
"Quando acordei esta manhã no quarto úmido e escuro, ouvindo o tamborilar da chuva por todos os lados, tive a impressão de que havia sarado. Estava curada das palpitações no coração que me atormentaram nos últimos dois dias, praticamente impedindo que eu lesse, pensasse ou mesmo levasse a mão ao peito. Um pássaro alucinado se debatia lá dentro, preso na gaiola de osso, disposto a rompê-lo e sair, sacudindo meu corpo inteiro a cada tentativa. Senti vontade de golpear meu coração, arrancá-lo para deter aquela pulsação ridícula que parecia querer saltar do meu coração e sair pelo mundo, seguindo seu próprio rumo. Deitada, com a mão entre os seios, alegrei-me por acordar e sentir a batida tranquila, ritmada e quase imperceptível de meu coração em repouso. Levantei-me, esperando a cada momento ser novamente atormentada, mas isso não ocorreu. Desde que acordei estou em paz."
"Liberdade é quando você pode sentir que está no céu e na terra, no sol e na lua, no paraíso e no inferno, em um só momento. Naquele momento em que seus braços se abrem no despenhadeiro desconhecido, na cachoeira descoberta, na praia desejada, na rave planejada, no país sonhado. Liberdade é poder fechar os olhos e sentir o cheiro novo da vida, o cheiro da conquista, da realização. Você se sente liberto, se sente livre, se sente realizado. Liberdade é você se sentir novo. Liberdade é você olhar para o lado e ver que tem alguém que te acompanha nisso. Alguém que vai abrir os braços com você, alguém que vai beber até cair no primeiro boteco de esquina, alguém que vai para aquela micareta furreca com você, alguém que vai enfrentar mil quilômetros só por causa de um show irado. Liberdade não é ser sozinho. Ter liberdade não é estar sozinho. Liberdade é ser livre pra poder voar e pode dividir isso como os passarinhos que andam milhas e milhas sempre juntos. De que adianta ser livre se não puder dividir essa alegria com alguém?"
"Algumas preciosidades morrem baixinho, em degradê. Como morrem as tardes. Como morrem as flores. Como morrem as ondas. Quando a gente percebe, já é noite e o céu, se está disposto a falar, diz estrelas. Quando a gente percebe, as pétalas já descansam o seu sorriso no colo do chão. Quando a gente percebe, o canto da onda já enterneceu a areia. Muitas dádivas que nos encontram, que nos encantam, têm seu tempo de viço, sua hora de recado, e seu momento de transformação em outro jeito de lindeza. A noite também é bela do jeito dela. As pétalas caídas viram húmus para fertilizar o solo que dirá a vez de outras flores sorrirem. A areia molhada conta a canção da onda e da sua acolhida terna para a nossa vida descalça. Lutar contra a impermanência da cara das coisas é feito tentar prender o azul macio das tardes, segurar o viço risonho das flores, amordaçar as ondas. É inútil. Costumamos esquecer que não podemos impedir a mudança: tudo dança a coreografia sábia e implacável da impermanência. Mas a música daquilo que verdadeiramente nos toca com amor, não importa o quanto tudo mude - e tudo muda -, não deixa nunca mais de tocar e viver, de algum jeito, no nosso coração."
"Algumas preciosidades morrem baixinho, em degradê. Como morrem as tardes. Como morrem as flores. Como morrem as ondas. Quando a gente percebe, já é noite e o céu, se está disposto a falar, diz estrelas. Quando a gente percebe, as pétalas já descansam o seu sorriso no colo do chão. Quando a gente percebe, o canto da onda já enterneceu a areia. Muitas dádivas que nos encontram, que nos encantam, têm seu tempo de viço, sua hora de recado, e seu momento de transformação em outro jeito de lindeza. A noite também é bela do jeito dela. As pétalas caídas viram húmus para fertilizar o solo que dirá a vez de outras flores sorrirem. A areia molhada conta a canção da onda e da sua acolhida terna para a nossa vida descalça. Lutar contra a impermanência da cara das coisas é feito tentar prender o azul macio das tardes, segurar o viço risonho das flores, amordaçar as ondas. É inútil. Costumamos esquecer que não podemos impedir a mudança: tudo dança a coreografia sábia e implacável da impermanência. Mas a música daquilo que verdadeiramente nos toca com amor, não importa o quanto tudo mude - e tudo muda -, não deixa nunca mais de tocar e viver, de algum jeito, no nosso coração."
"Algumas preciosidades morrem baixinho, em degradê. Como morrem as tardes. Como morrem as flores. Como morrem as ondas. Quando a gente percebe, já é noite e o céu, se está disposto a falar, diz estrelas. Quando a gente percebe, as pétalas já descansam o seu sorriso no colo do chão. Quando a gente percebe, o canto da onda já enterneceu a areia. Muitas dádivas que nos encontram, que nos encantam, têm seu tempo de viço, sua hora de recado, e seu momento de transformação em outro jeito de lindeza. A noite também é bela do jeito dela. As pétalas caídas viram húmus para fertilizar o solo que dirá a vez de outras flores sorrirem. A areia molhada conta a canção da onda e da sua acolhida terna para a nossa vida descalça. Lutar contra a impermanência da cara das coisas é feito tentar prender o azul macio das tardes, segurar o viço risonho das flores, amordaçar as ondas. É inútil. Costumamos esquecer que não podemos impedir a mudança: tudo dança a coreografia sábia e implacável da impermanência. Mas a música daquilo que verdadeiramente nos toca com amor, não importa o quanto tudo mude - e tudo muda -, não deixa nunca mais de tocar e viver, de algum jeito, no nosso coração."
"Como eu não possuo Olho em volta de mim. Todos possuem --- Um afecto, um sorriso ou um abraço. Só para mim as ânsias se diluem E não possuo mesmo quando enlaço. Roça por mim, em longe, a teoria Dos espasmos golfados ruivamente; São êxtases da cor que eu fremiria, Mas a minhalma pára e não os sente! Quero sentir. Não sei... perco-me todo... Não posso afeiçoar-me nem ser eu: Falta-me egoísmo para ascender ao céu, Falta-me unção pra me afundar no lodo. Não sou amigo de ninguém. Pra o ser Forçoso me era antes possuir Quem eu estimasse --- ou homem ou mulher, E eu não logro nunca possuir!... Castrado de alma e sem saber fixar-me, Tarde a tarde na minha dor me afundo... Serei um emigrado doutro mundo Que nem na minha dor posso encontrar-me?... Como eu desejo a que ali vai na rua, Tão ágil, tão agreste, tão de amor... Como eu quisera emaranhá-la nua, Bebê-la em espasmos de harmonia e cor!... Desejo errado... Se a tivera um dia, Toda sem véus, a carne estilizada Sob o meu corpo arfando transbordada, Nem mesmo assim --- ó ânsia! --- eu a teria... Eu vibraria só agonizante Sobre o seu corpo de êxtases doirados, Se fosse aqueles seios transtornados, Se fosse aquele sexo aglutinante... De embate ao meu amor todo me ruo, E vejo-me em destroço até vencendo: É que eu teria só, sentindo e sendo Aquilo que estrebucho e não possuo."
"De tudo o que existiu fica tudo! Ficam a empatia, os risos, o choro, o medo, o desabafo, os nós desatados e os que atamos também. Ficam as palavras, as expressões e gestos de afeto e carinho. Ficam os olhares de cumplicidade e intimidade nos momentos que foram nossos. Ficam as músicas que não tivemos, as atrapalhadas, as caras de espanto e o medo de magoar com qualquer bobagem impensada. O toque que a cada dia foi tomando forma mais sincronizada, sem muito desespero. Também fica junto com ele o abraço que foi se tornando cada vez mais apertado fazendo a gente quase entrar na gente. Ficam os "nãos", os "sins", os "tudo bem" e ficam também os "bóra"! As aulas ficam. Tanto as de "como não fazer" quanto às de "como não ser". Ficam as longas conversas sobre tudo e nada, sobre eu, sobre você, sobre os outros e sobre nós. Ficam o silêncio e a troca intensa de emoções que fizemos através dele. Ficam as broncas acompanhadas de gargalhadas, ficam as piadas engraçadas e as sem graça também. Ficam aquelas que fizemos pensando ao mesmo tempo a mesma coisa sobre a mesma situação. Como tudo isso foi incrível!! Ficam os sentimentos de cuidado, de carinho, de zelo. Fica cravado no peito o respeito de uma grande e forte "amorizade". Mas acima de tudo pudera eu dizer pra você: fica?! Sugiro que modifiquemos e transformemos tudo isso que ficou para continuarmos usufruindo, mas de outra forma. Uma forma mais amena, serena, mas praticável. Assim, com certeza, a gente vai poder ficar sempre perto!"
"Queria fazer o mínimo que você merece, já que não consegui fazer o máximo. Queria pedir desculpas. Eu atropelei a gente, te deixei caído no chão e fui em frente, sem nem te dar a mão. Porque o mundo tinha que ver o quanto eu era forte, o quanto eu tinha aprendido. E, que injusto, quis vestir meus escudos logo com você, que só queria me proteger. Fui brincar de ser cínica logo com quem me falava ve rdades bonitas, só pra me ver sorrir. Resolvi bancar a sem coração até ele começar a doer e eu não conseguir mais ignorar a existência dele e a sua. Era uma dor pesada que, acima de tudo, gritava que eu havia feito tudo errado. E de fato havia. Virei pra trás, desarmada e completamente arrependida, mas não te vi. Nem no chão, nem num banco, nem em pé me observando errar. Imagino que esperar tanto tempo uma pessoa que não te dá nem carinho pra compensar a espera, deve ser mais do que cansativo, dolorido. Você foi embora, coberto de razão. Logo na hora em que eu cheguei, despida de arrogância. E só pude lamentar toda a minha força bruta, minha farsa ensaiada, meu estrago em você, em mim, em nós. Sentei no banco e, dessa vez, eu que esperei. Ainda espero. Então vem aqui e senta comigo, ou então só passa e diz que me desculpa, que pode não entender, mas me desculpa. Minha culpa era só medo, fantasiado de tanta coisa, mas sempre óbvio pra você. Hoje eu aceitaria teu colo. E ficaria feliz, em paz. Porque era só disso que eu precisava, apesar das minhas fugas impulsivas. Hoje eu sei. Desculpa?"
"Texto para uma separação Olhe aqui, olhos de azeviche Vamos acertar as contas porque é no dia de hoje que cê vai embora daqui... Mas antes, por obséquio: Quer me devolver o equilíbrio? Quer me dizer por que cê sumiu? Quer me devolver o sono meu doril? Quer se tocar e botar meu marcapasso pra consertar? Quer me deixar na minha? Quer tirar a mão de dentro da minha calcinha? Olhe aqui, olhos de azeviche: Quer parar de torcer pro meu fim dentro do meu próprio estádio? Quer parar de saxdoer no meu próprio rádio? Vem cá, não vai sair assim... Antes, quer ter a delicadeza de colar meu espelho? Assim: agora fica de joelhos e comece a cuspir todos os meus beijos. Isso. Agora recolhe! Engole a farta coreografia destas línguas Varre com a língua esses anseios Não haverá mais filho pulsações e instintos animais. Hoje eu me suicido ingerindo sete caixas de anticoncepcionais. Trata-se de um despejo Dedetize essa chateação que a gente chamou de desejo. Pronto: última revista Leve também essa bobagem que você chamou de amor à primeira vista. Olhos de azeviche, vem cá: Apague esse gosto de pescoço da minha boca! E leve esses presentes que você me deu: essa cara de pau, essa textura de verniz. Tire também esse sentimento de penetração esse modo com que você me quis esses ensaios de idas e voltas essa esfregação esse bob wilson erotizado que a gente chamou de tesão. Pronto. Olhos de azeviche, pode partir! Estou calma. Quero ficar sozinha eu co'a minha alma. Agora pode ir. Gente! Cadê minha alma que estava aqui?"
"PARE O MUNDO QUE EU QUERO DESCER! Chega de multidão... Não quero mais confusão... Eu quero ficar na minha... Eu quero ficar sozinha... Eu já tomei a minha decisão: Vou entrar em depressão! Vou me afastar de todos e de tudo, Vou calar a minha boca e me comunicar com um grito mudo... E não me venham com esta de remédios para me acelerar, E médico algum vai me diagnosticar... Muito menos me encher de antidepressivos e vitaminas para eu melhorar... Eu não quero ficar ligada, antenada ou agitada, Quero somente poder descansar serenamente, Deixar o meu corpo fazer o que desejar, Mesmo que ele não deseje nada especificamente... Eu quero poder viver tranqüilamente... Da forma que eu, só eu, planejar... Não quero tomar banho todos os dias, E submeter-me àquelas temperaturas frias... Não quero comer a mesma hora que estou acostumada, E nem receber visitas chatas, vazias e inconvenientes... Quero ficar apenas deitada, sem saber se é noite ou se é dia... Não quero que venham me chamar para sair de casa, Com essa de que preciso me divertir... Eu quero, eu preciso, ficar sem sair... Eu quero ficar longe do consumismo desvairado... Quero ficar aqui na minha cama, simplesmente deitada... Sem fazer nada e sem nada pra fazer... É assim que, agora, eu quero viver... Estou com a minha depressão planejada A fim de não enlouquecer com tanta coisa agitada... Tanta coisa violenta e tanta coisa errada... Estou em depressão única, singular, Que tem tempo indeterminado para acabar... Podem acreditar e, sem dúvidas, confiar, Quando o mundo ficar mais calmo e humanizado, Eu subo nele de novo, e peço ao mundo para ele girar! Mariluci Carvalho de Souza"
"PARE O MUNDO QUE EU QUERO DESCER! Chega de multidão... Não quero mais confusão... Eu quero ficar na minha... Eu quero ficar sozinha... Eu já tomei a minha decisão: Vou entrar em depressão! Vou me afastar de todos e de tudo, Vou calar a minha boca e me comunicar com um grito mudo... E não me venham com esta de remédios para me acelerar, E médico algum vai me diagnosticar... Muito menos me encher de antidepressivos e vitaminas para eu melhorar... Eu não quero ficar ligada, antenada ou agitada, Quero somente poder descansar serenamente, Deixar o meu corpo fazer o que desejar, Mesmo que ele não deseje nada especificamente... Eu quero poder viver tranqüilamente... Da forma que eu, só eu, planejar... Não quero tomar banho todos os dias, E submeter-me àquelas temperaturas frias... Não quero comer a mesma hora que estou acostumada, E nem receber visitas chatas, vazias e inconvenientes... Quero ficar apenas deitada, sem saber se é noite ou se é dia... Não quero que venham me chamar para sair de casa, Com essa de que preciso me divertir... Eu quero, eu preciso, ficar sem sair... Eu quero ficar longe do consumismo desvairado... Quero ficar aqui na minha cama, simplesmente deitada... Sem fazer nada e sem nada pra fazer... É assim que, agora, eu quero viver... Estou com a minha depressão planejada A fim de não enlouquecer com tanta coisa agitada... Tanta coisa violenta e tanta coisa errada... Estou em depressão única, singular, Que tem tempo indeterminado para acabar... Podem acreditar e, sem dúvidas, confiar, Quando o mundo ficar mais calmo e humanizado, Eu subo nele de novo, e peço ao mundo para ele girar! Mariluci Carvalho de Souza"
"Há algumas pessoas que se destacam para nós na multidão. E não há argumento capaz de nos fazer entender exatamente como isso acontece. Porquê dançam conosco com mais leveza nessa coreografia bela, e também meio atrapalhada, dos encontros humanos. Muitas vezes tentamos explicar, em vão, a exata medida do nosso bem-querer. A doçura de que é feito o olhar que lhes dirigimos. Os gestos de que somos capazes para ajudá-las a despertar um sorriso grande. E somente sentir nos bastaria se ainda não estivéssemos tão apegados à necessidade de classificar todas as coisas. De confiná-las entre as paredes das explicações. Não importa quando as encontramos no nosso caminho. Seja lá em que momento for, parece que estão na nossa vida desde sempre e que, de alguma forma, mesmo depois dela permanecerão conosco. É tão bonito compartilhar a jornada com elas que nos surpreende lembrar de que houve um tempo em que ainda não estavam ao nosso lado. É até possível que tenhamos sentido saudade antes de (re)encontrá-las, pois estão tão confortáveis em nosso coração que a sua ausência, de alguma forma, deve ter se mostrado presente. E o que sentimos por elas vibra além dos papéis, das afinidades, da roupa de gente que usam. Transcende a forma. Remete à essência. Toca o que a gente não vê. O que não passa. O que é. Por elas nos sentimos capazes das belezas mais inéditas. Se estão felizes, é como se a festa fosse nossa. Se estão em perigo, a luta é nossa também. E não há interesse algum que nos mova em direção a elas, senão a própria fluência do sentimento. Sabemos quem são e elas sabem quem somos e ficamos muito à vontade por não haver enganos nem ilusões entre nós. Ao menos, não muitos. Somos aceitos, queridos, bem-vindos, quando o tempo é de sol e quando o tempo é de chuva. Na expressão das nossas virtudes e na revelação das nossas limitações. E é com esses encontros que a gente se exercita mais gostoso no longo aprendizado do amor."