"A pior mentira! É aquela que contamos para nós mesmos... Aquela que, por medo ou comodismo, acreditamos realmente nela como se fosse a mais pura verdade! A gente começa a achar que ela é o princípio maior de nossa existência e que não existe nada mais claro e tão definido nessa verdade mentirosa! O tempo vai passando e junto com ele chega a nossa impotência em aceitarmos e admitirmos que estivemos nos enganando por muito tempo, que até mesmo, nós já não conhecemos mais a nossa verdade e o motivo de termos dado a ela uma tamanha proporção e enorme poder. Neste exato momento em que já a consideramos nossa verdade, ela começa a se revelar, cada dia mais, como sendo a maior e a pior das mentiras que já contamos. Quando chegamos a reconhecê-la ela se nega a mostrar a sua verdadeira face e começa a gerar uma confusão mental tamanha que é praticamente impossível você refletir sobre o que é certo ou errado nas consequências de sua mentira, agora tão verdade! Começa então a briga interior e a cobrança que o nosso instinto maior de busca da felicidade real faz. Tentamos procurar o início da criação da mentira e os porquês de termos criados tamanho monstro que agora ameaça nos devorar. Junto também vem a culpa por não termos enfrentado os nossos problemas como eles eram e de termos criado uma outra realidade totalmente incompatível com a que vivenciamos no presente!é a tomada de consciência falando mais alto, às vezes aos gritos, sem o menor temor de machucar a nossa integridade, E queremos consertar o que, na maioria das vezes, não já não o podemos fazê-lo! Essa é, sem dúvida, a trajetória da mentira perigosa e mais enganosa que todas as outras inventadas por nós: A mentira que vira verdade!"
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Mais de Mariluci Carvalho de Souza
Ver todas"A ingratidão é um certificado que damos a nós mesmo de que não temos nada de bom dentro da gente para dar ao próximo, nem mesmo somos capaz de reconhecer o bem que nos fizeram!"
"INTROVERSÃO Saí do prumo... Perdi o meu rumo... Mergulhei na incerteza, Afoguei-me na estreiteza... Peguei a trilha totalmente errada e, Senti-me, de vez, acabada, Virei carta marcada, No jogo do vale nada... Meu barco ficou sem leme, Arrebentando-se em pedras e rochedos, E eu, impassível, assistia a tudo, Paralisada, diante dos meus próprios medos. O não me importo está tão próximo do me importo, Que não sei dizer a linha que os separam, Só sei que aquilo que tanto evitamos, É o que nós mais facilmente nos deparamos... Acertei o compasso? Soltei-me do laço? E agora, o que faço? O que não avança Também não retrocede Às vezes a apatia é tanta, Que você não sabe se ganha ou se perde Sem dúvidas, sem certeza... É assim que é a vida, Enquanto a vida é... É tão maior a tristeza, Quanto menor é a fé... A calmaria nem sempre significa paz, E a gente paga aqui o que aqui a gente faz Da escuridão veio a luz, Da claridade veio a certeza, Que o mesmo que nos seduz, Também nos leva à pobreza. Achei o prumo! Acertei o rumo! Novamente mergulhei... Só que agora me salvei! Mariluci Carvalho de Souza."
"Não faça com as outras pessoas aquilo que você não gostaria que lhe fizessem, mas também não permita que façam com você o que você não seria capaz de fazer aos outros!"
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