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"O medo faz a pessoa se sentir tola... O medo de algo que não aconteceu; criação negativa da mente; um pré-conceito de si mesmo. O efeito paralisante da ação, deixa o racional restringido; um absurdo delito contra o crescimento intelectual, e consequentemente, espiritual. Medo do nada... Do que ainda não existe, a não ser, no plano das idéias; idéias pequenas, quase insignificantes, que não se comprovam, como dois mais dois são quatro. Argumento sem fato; são justificativas plausíveis, porém, inverídicas perante uma "possível ou suporta" situação. O medo de não conseguir; diminui a capacidade; intimida o desejo e endossa a insegurança. O medo do novo; medo de não conseguir ser feliz... Já torna alguém infeliz antecipadamente. O que adianta sonhar, sem não houver a ação? O que adianta por a ação, se não houver a fé? Não sei de onde vem a fé... Já inventaram fé vinda de tantos lugares que me deixam confusa, porém, sei, que a fé é parte da individualidade de cada um; da construção de um santuário vivo dentro dos seres. A fé que espanta o medo e subterfúgios de um fracassado suposto, porém, por ironia do destino, ou ironia de si mesmo, torna-se arrastado por forças imperativas da atração. As situações ruins não atraem pensamentos ruins; ao contrario... As coisas boas são atraídas pelos pensamentos negativos que as perseguem. Não é falta de merecimento; de oportunidades ou algo deste gênero. É falta de autoestima; falto do próprio amor; a impossibilidade de se amar a ponto de acreditar que se pode alcançar; de que se é capaz de realizar e que todas as coisas boas do mundo, é capaz de merecer."

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"Aqui estou, sem saber o que acontecerá comigo até o fim do dia... Por um fio, posso ser o que minha imaginação permitir... Quando pequena seria Pollyanna moça... Por um fio, sou o que coube em meu senso bizarro de me divertir sem gastar muito com isso. Se fizesse uma lista crítica de quantas situações encontro-me hoje, incluindo àquelas que nem imagino que possa acontecer se meus pés dessem passos rumo a qualquer um dos itens elencados, certamente que poderia estar preste a realizar uma fabulosa odisseia na Terra, com direito a capas de revistas, entrevistas e holofotes... Sou tudo aquilo que me permito ser... Como? Não sei... Talvez se seguisse as diretrizes sugeridas, tais como a fé atuando através de poder de criação, com ou sem bom senso, depende de como a sociedade vai cooperar para a realização disso, brigando com a conspiração do universo a meu favor, ou, ouço muito dizer sobre a sorte, uma tendência, um tanto quanto estranha que tem por bem, uma maioritariamente de resultados positivos, ou maioritariamente de provimentos negativos, enfim, é somente uma opção."

"Passei os olhos nas páginas de minha vida, tive medo... Poderia escrever minha biografia, daria um livro, no mínimo útil aos julgadores existentes entre o bem e o mal. Desisti. Não seria capaz de ver meus pedaços contados entre os becos e palácios; prefiro dizê-los nas entrelinhas de meus sonhos poéticos, ou, hora ou outra, na brincadeira do inverso ao criar as personagens que realizam o meu sonho de ser, que eu nunca fui."

"Piso nos cacos do chão... São, em muitas vezes, sinonimizados com o meu desleixo evasivo inerente ao que a mim pertence - amor próprio! Sou os cacos que me destroço a miúdo quando não sei perder sem sofrer... Espalho-me por entre os vãos que me escondem do mundo que não pode compreender a minha dor..."

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