"A dor me ensinou que... Os melhores momentos da vida não são necessariamente os mais agradáveis. São os mais expressivos no coquetel vital dos sonhos e pesadelos; das luzes e sombras; dos risos e lágrimas; das presenças e ausências; das dores e amores vividos... Momentos ímpares que nos despertam do sono letárgico da indiferença e nos impelem à ação criativa, forçando-nos moldar um novo ser – sensível e amoroso - menos apegado às coisas triviais e mais comprometido com os valores essenciais desta preciosa dádiva chamada vida. Caminhar é preciso, mesmo que seja sobre brasas..."
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Ver todas"Dá-me tua mão... Deixa ir o que te marcou Sem dores, nem lágrimas Desapega-te! Vem... Não és página riscada de uma história esquecida Nem folha pisada no chão da vida Levanta-te! Firma teus pés... Caminha leve por entre rosas e espinhos Supera-te! Vem... Dá-me tua mão!"
"Do passado, resta-nos carregar os fardos ou extrair-lhes as sementes (lições), deixando ao largo do caminho o bagaço que não nos faz bem... Tais sementes, lançadas no solo do presente, germinarão e - em tempo certo - frutificarão, propiciando-nos distintos sabores aos quais não teríamos acesso, senão pelas vias da "dor suportada" com amor, consciência e resignação."
"É outono... Como folhas, quedo-me às horas sem horizonte de mãos vazias... Uns parcos grãos atirados ao solo, por certo, não germinarão. Então... Quebro o silêncio ou - resignada - aceito a queda? Cadê teu ombro, agora? Se vejo, não sinto; se sinto não há escolha, senão adormecer... E renascer em verdes dias."
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