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"É outono... Como folhas, quedo-me às horas sem horizonte de mãos vazias... Uns parcos grãos atirados ao solo, por certo, não germinarão. Então... Quebro o silêncio ou - resignada - aceito a queda? Cadê teu ombro, agora? Se vejo, não sinto; se sinto não há escolha, senão adormecer... E renascer em verdes dias."

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