"Içar velas! E passa a tempestade, vem a calmaria, descanso e descaso. Novos ventos! Novas paisagens! Içar velas! Singrar outros mares e amores! Partir! Nem cedo nem tarde! Ter estrelas como guia! Aventura como vida! Deixo meu sorriso; Preciso chegar do outro lado, Onde danço na areia. Com o vigor que deixei morrer. Na espera de tantos desalinhos. Jaak Bosmans 16-01-2008"
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Ver todas"Delicata De nada me serviria te olhar Se em mim não existissem reflexos De tudo que em mim te habitas Na grande aventura do querer Me basta poder te entender Não me fales de amores impossíveis Que deles sei bem conhecer Em perdas que me valeram O ganho maior da vida De tão longe fizeste perto O que ainda posso sentir Como fogo de ardente desejo Saber que posso deitar Receber teus lábios nos meus E de olhos ainda fechados Saber que você chegou! Jaak Bosmans 6-1-2008"
""Toda ausência,no fundo,é uma grande presença.""
"Ópera dos interior. Começam os acordes do velho acordeão, Em leque que brinca de abre e fecha. Entra junto, a melodia simples da rabeca. Que chora feliz fora do ombro. Nesse momento se inicia a ópera em uivos tristes. Da terrível dor, que faz o “tíu” latir. Falta ritmo! Falta um batido. E começa escondido o ritmo proibido De um triângulo amoroso. Ela, ele e ele; e às vezes ele, ela e ela. Assim a dança começa, Sem ter hora de nunca acabar. Apeia do cavalo o coronel Que manda calar o “tíu”. Aos pouco o ritmo diminui. Separando aqueles vértices. Acordeão e rabeca, Isto é casal comum. Não dá dança, e acaba a festa. Jaak Bosmans 2 -11- 2008"
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