"Ópera dos interior. Começam os acordes do velho acordeão, Em leque que brinca de abre e fecha. Entra junto, a melodia simples da rabeca. Que chora feliz fora do ombro. Nesse momento se inicia a ópera em uivos tristes. Da terrível dor, que faz o “tíu” latir. Falta ritmo! Falta um batido. E começa escondido o ritmo proibido De um triângulo amoroso. Ela, ele e ele; e às vezes ele, ela e ela. Assim a dança começa, Sem ter hora de nunca acabar. Apeia do cavalo o coronel Que manda calar o “tíu”. Aos pouco o ritmo diminui. Separando aqueles vértices. Acordeão e rabeca, Isto é casal comum. Não dá dança, e acaba a festa. Jaak Bosmans 2 -11- 2008"
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Ver todas"Onde planto Percorro caminhos de incertezas Sempre plantando alimentos de paz Não por acreditar que as armas não me atinjam Com cada gota de sangue posso regar uma semente Corro por campos azulados onde nada me detém Nem mesmo a fúria dos monstros apocalípticos Deslizo suave sobre as tentativas de me ferirem Porque em cada nova paisagem encontro minh’alma Ela nunca se perde e me conduz para um abraço Um carinho, uma ternura, um sempre transparente Gosto de toda essa vida, Onde cada cicatriz é sempre uma bela melodia Um poema, e teu retrato! Jaak Bosmans 19-06-2008"
""O fundo do poço é o lugar onde encontramos os amigos.""
"Dor menor Minha poesia é toda sua Permissiva e sem conceito Se gera angústia, me pertence Sonhos traduzidos, revelados e desfeitos Alma apedrejada, mas sorrindo de tanta dor. Confundo as emoções, quando dilacera todos os enganos. Porque sempre se torna despedida da realidade, Brilhando em fantasias! Jaak Bosmans"
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