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"Pedido (poemeu a Millôr) Não me abandones no início dos teus versos. Termina o poema... Vai! Jaak Bosmans 3-1-09"

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"Estações (ler ouvindo as “quatro estações” de Vivaldi) Minha realidade sempre se transforma em sonhos. Em tuas mãos suaves carregas minhas alegrias. No brilho dos teus olhos sobrevoam gaivotas. No sentir de teus dançares me retorço em chamas, Me persigo em bandos e te abraço em solidão. Minha realidade sempre se esconde em mim. Ainda assim me esperas nas estações. Dos invernos às primaveras percorres meu corpo. Estendes teus braços sem nunca me alcançar! Me repito em prantos, risos e pratos rasos. Finais de outonos, ensaios de verão, vulcão em erupção. Deixa que tudo não aconteça e espera pela realidade. É quando nossos beijos se repartem em brilhos e se multiplicam. Permanecendo imóvel o vai e vem das ondas do mar! Minha realidade se parece muito com você! Obs. Se for disco vinil, recite mais uma vez! Jaak bosmans 19-12-2008"

"Deslizando céus Esperei pela nuvem maior Num bater forte do coração Entre águias, céus e azuis, Surfei equilibrado na prancha da saudade. Do outro lado, em redemoinhos de nimbos Te via sorrindo e de braços abertos. Gritavas em puro e suave silêncio. -vem, vem, meu grande amor. E deslizei respingado de gotas dos céus Até ou teus braços, teus lábios, nossa aventura. Jaak Bosmans 30-11-2008"

"Por onde me procuras? Por onde me procuras? Entre as flores e as nuvens? Não! Muito longe delas estou Em paisagens campestres e silêncios? Porque me procuras? Acaso me queres? Guardar-me? Aprisionar-me em tão pequeno espaço? Só posso existir na liberdade de ser. Por onde me procuras? Jaak bosmans 21-12-08"

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