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"Canção do amor Talvez seja ele esse alguém O negro dos olhos que me invade Que não conseguirei esquecer O sorriso que me traz paz O sonho de toda uma vida Um misto de prazer e dor Talvez seja ele a canção do pássaro solitário Que flutua no infinito, vagando À procura da lembrança eternizada Que traz a tona o gosto do beijo A dor da saudade O sopro da alma Talvez seja ele esse alguém O encontro do que eu havia perdido Perdido em mim o que ele mesmo procurava Nosso encontro Só daí vi minha lua que voava Indo ao desconhecido já vivido Sentindo o desejo, o cheiro, o gosto Com a língua do infinito E quando o filme parecia ter acabado Surge-me Ébano, alma da minha alma E assim pude tocar os olhos do teu interior E colar a boca do desejo em teu espírito E respirar teu corpo Estávamos sós Estávamos nós Canta, meu amor Como o canto do pássaro Que é livre e leve Que descobriu não ser mais solitário Meu leito te espera Meu seio te eterna E eu o canto nossa história"

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