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"Que mais queres de mim dor maldita? Roubastes de mim a paz do sorriso A leveza do canto do pássaro O brilho do sol da manhã O encanto do luar Arrancaste de mim a alma, a calma Nada mais justo que ter com você Minha eterna companhia Sangrando em carne viva Serenizada, conformada Previsível, realista, individualista Agourenta, nefasta, sombria Me tornaste flor carnívora Um bicho mesquinho, pequeno, nojento Que nada mais espera da vida a não ser a morte Que mais queres de mim? Eu te maldigo, te escravizo Até o fim de meus dias."

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