"Eu procurei, mas sem sentido, achei, achei palavras, que com felicidade mesclas e da nomes aos teus... Verão pra ti é festa. Renegas o inverno. Então me deixas no inverno? Sou de bater na porta. Posta. Dedos. Tortos de frio e ferrugem. De tua campainha, sem tua companhia. Uma velha aldrava."
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Ver todas"Ninguém. Um diálogo com a rejeição."
"Eu fui, e quis que tudo afundasse. Por hoje. Para que eu pudesse ficar sozinho nessa imensidão. Era sal, dor e cabelos. Um sentimento, um pensamento ecoava, passeava por todo o meu corpo. Gotejou suor de tanto frio. meus pés, bem, esses eu já não os sentia. Só o incomodo cansado, leve do lado direito do rosto, feito um tapa humilhante e gasto."
"Colagem de um espaço sem fim. Crie quando te aflorar o sentimento Não produza jogando repetições Um raio não cai no mesmo teto Sonda espacial, já virou lixo, despedaçou. Espaço em branco. Vácuo. Magro. Escasso Agora negro. Brilha, pontilhando o infinito de azul Circunferência distante, mescla aqueles verdes campos, cheio de ‘aríetes’ Linhas imaginárias. Dúvida de onde estou. Elementos de composição: terra, cabelo e relva Frutas. Tem sabor doce Experiência. Dessa que careço Sopra. Suave. Surfa de leve o vento nos sulcos vazios."
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