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"Colagem de um espaço sem fim. Crie quando te aflorar o sentimento Não produza jogando repetições Um raio não cai no mesmo teto Sonda espacial, já virou lixo, despedaçou. Espaço em branco. Vácuo. Magro. Escasso Agora negro. Brilha, pontilhando o infinito de azul Circunferência distante, mescla aqueles verdes campos, cheio de ‘aríetes’ Linhas imaginárias. Dúvida de onde estou. Elementos de composição: terra, cabelo e relva Frutas. Tem sabor doce Experiência. Dessa que careço Sopra. Suave. Surfa de leve o vento nos sulcos vazios."

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