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"Falas de tantas formas, até parece, que sabe o numero de inumeros ouvidos que desejo te dar,em especial,um para cada gesto teu.Sei escutar teu jeito. Escuto o teu olhar desviado e o grito do gosto de me salivar. Teu desejo de fala e teu silencio, identifico como tua emoção construindo ninho é a possibilidade de minha presença se ajustando em ti.Escuto cada palavra que pensa em dizer, até quando , te suportara ...Será feliz assim, administrando o medo em troca de que. Amor, até parece que nao se encontra pronta para abrir a janela da varanda de sua alma. O sofrimento antecipado de algo quanto sofrimento que te liga ao medo, a impossibilita de beijar ou de si enganar de uma simples ação,pois, pensar, isso ja te cansa.Pensar é uma ação interior ,onde cada jesto revela e fala de tantas formas essa é a medida de tua relação intensa, estranha e escondida na tua ingenuidade."

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"O olhar não se basta ....Pra quer a verdade? Donde vem a necessidade de ver além ...Por que ser refém do desejo? Olhar o não visto ...Por que se inquietar? O invisível ...Deixa a cargo da ingênua ciencia. Mesmo que se veja ...Quem verá? Ninguem conseguira ver ...O quê? Triste andarilho ...Olha o interior No teu enxergar ve apenas solidão. ...Olha o exterior."

"A necessidade, não realizada, gera o desejo, desse vazio, a angustia surge nos existencializando, desse processo, e desse “mal estar” dar-se o aparecimento ou criação do inconsciente e da consciência, dessa “presença” de consciência surge à subjetividade, e daí meu olhar no mundo e do mundo transformando a realidade no real do tamanho da minha angustia, e assim vivencio a sociedade como o irreal da fantasia do outro no qual não se conhece."

"Verdade absoluta. Construída de tripas e vísceras. Escondida em mim. Silenciando a língua e maltratando o coração. Exposta, permanente, no meu ser. Oculta do outro, não vista, nem ouvida. È dor de alma e encanto de paz.. Corre seguindo o fluxo do sangue. É um vai e vem sem fim. Busca permanente de coerência. Na sua construção participam órgãos Fígado, coração, rim, testículos, braços e pernas. O corpo é mente? Meu corpo? A verdade, que cedo, é relativa. É a verdade social. É medida do convívio. Limite de relacionamento pleno. Buscar a verdade absoluta é a inversão do ser. Verdade absoluta é caminho a ser trilhado por poucos. Construo com o silencio da boca E se mata sempre com o ouvido alheio. Falta-me respeito impor a alguém. Minha verdade social é relativa. Cedo como pão a alimentar a relação É medida justa. A verdade integralizada Sabida, tudo escapa. Inclusive minhas mentiras Pois é da mente que se tira. A que permito dizer é relativa Digna de bons relacionamentos. E de medida coletiva com dimensão Da possibilidade da escuta do outro."

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