"Eu bato o portão sem fazer alarde Eu levo a carteira de identidade Uma saideira, muita saudade E a leve impressão de que já vou tarde"
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Ver todas"Essa moça tá diferente, já não me conhece mais. Está pra lá de pra frente, está me passando pra trás. Essa moça tá decidida a se supermodernizar. Ela só samba escondida que é pra ninguém reparar. Eu cultivo rosas e rimas achando que é muito bom. Ela me olha de cima e vai desiventar o som. Faço-lhe um concerto de flauta e não lhe desperto emoção. Ela quer ver o astronauta descer na televisão. Mas o tempo vai, mas o tempo vem. Ela me desfaz. Mas o que é que tem? Que ela só me guarda despeito, que ela só me guarda desdém. Mas o tempo vai. Mas o tempo vem. Ela me desfaz. Mas o que é que tem? Se do lado esquerdo do peito, no fundo, ela ainda me quer bem. Essa moça é a tal da janela que eu me cansei de cantar. E agora está só na dela, botando só pra quebrar."
"Lá no morro De amor o sangue corre moça chorando Que o verdadeiro amor sempre é o que morre"
"Quando você me quiser rever, já vai me encontrar refeita, pode crer. Olhos nos olhos, quero ver o que você faz, ao sentir que sem você, eu passo bem demais. E que venho até remoçando, que me pego até cantando, sem mais, nem porquê. Quando talvez precisar de mim, cê sabe que a casa é sua, venha sim! Olhos nos olhos, quero ver o que você diz, quero ver como suporta me ver tão feliz!!"
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