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"Vi minha sombra no espelho E pensei não ser eu Parece que fugi de mim E não sei pra onde fui Fiquei a pensar, por que Daquela imagem fria Foi que então percebi Que meu coração não estava ali Tentei, busquei Saber em que canto se enfiou E descobri num pássaro que cantava em flor Um canto de lamento e dor Uma lagrima em meu rosto brotou E como pedra rolou Na flor que desabrocha em cor A frieza de um amor Meu coração se despedaçou Em pedacinhos rolou Numa praia se formou Para eu construir castelinhos..."

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"Qual a real do irreal Como saber ate aonde não sou louca Não quero ser micha, nem tampouco perfeita Se o que sinto é verdade Como saber sem ver o brilho dos teus olhos Nem sei se falo de mim Espelhando-me em ti Ou delírio de volúpia na minha loucura. Ou tenho medo de tocar E a realidade se apresentar outra Meu sonho se desmanchar O encanto se quebrar E eu me descobrir outra Não... Não consigo parar de te olhar Me perguntar tantos será!... Se não posso acabar Pois acabaria comigo Ficaria como zumbi A entender menos que antes O que faço para aquietar minha mente Aquietando a sua... Acreditando que difícil e fácil não existe O que sinto sim Só não sei se real a realidade O que faço... Bater em sua porta no meio da noite Sem que você saiba quem sou... Louca de amor Posso rir, se nada existir Ou não suportaria este riso Ao invés de suspiros..."

"Um anjo com um candelabro a iluminar a noite como vagalume piscando fechos de luz ao passar entre bloqueios das folhas... Vagante noturno nas lembranças infantis afastando o medo vem em proteção enfrentar o medonho escuro para suportamos e vencermos a noite até quando ao raiar do sol num novo tempo chegar... um anjo lindo e seguirmos na noite para adimirar-mos a lua... O que seria do mundo sem anjos se deflagaria a solidão e o mundo esvaziaria..."

"Gota negra maquiando um olhar em estilo...ou sentido... a carimbar sobre balcão papéis desimportantes enfadonhosamente rotineiro como um ser noturno na obscuridade da escolha a não condizer com a palidez de seu plácido rosto málacio a denunciar-te alguma fraqueza"

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