"Qual a real do irreal Como saber ate aonde não sou louca Não quero ser micha, nem tampouco perfeita Se o que sinto é verdade Como saber sem ver o brilho dos teus olhos Nem sei se falo de mim Espelhando-me em ti Ou delírio de volúpia na minha loucura. Ou tenho medo de tocar E a realidade se apresentar outra Meu sonho se desmanchar O encanto se quebrar E eu me descobrir outra Não... Não consigo parar de te olhar Me perguntar tantos será!... Se não posso acabar Pois acabaria comigo Ficaria como zumbi A entender menos que antes O que faço para aquietar minha mente Aquietando a sua... Acreditando que difícil e fácil não existe O que sinto sim Só não sei se real a realidade O que faço... Bater em sua porta no meio da noite Sem que você saiba quem sou... Louca de amor Posso rir, se nada existir Ou não suportaria este riso Ao invés de suspiros..."
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Ver todas"Devaneios ao vento... em ponteiro de setas que me impedem de seguir, então fico aqui... Quando etésios me anunciam o calor do verão em alísios me alisando as velas da imaginação fugindo dos amores em tormentas que tornan-se nuvens negras ciclone das paixões violentas que nos rodopiam até cessar... quando parece que nem existiu se não pelo estrago e virão brisas das ilusões. Sigo de vento em popa com minhas fantasias de furacão deste meu amor impetuoso por ti que me vê como um fenômeno típico do tempo. O que faço... para soprar pra ti esta minha manifestação abstrata e perceberes que estou aqui..."
"O tempo é uma ilusão Na contagem das voltas da terra... Como podemos classificar isto como tempo Pela seqüência dos dias e fatos... Pelo endurecimento dos sentimentos... O tal do amadurecimento O enruguecimento da pele O esquecimento ou a aceitação Ao que nos sentimos incapazes Quando descobrimos que somos humanos e não deuses Aí que o tempo castiga mais... Quando descobrimos ele."
"Embaixo dos contorcidos galhos secos da árvore toda desnuda das folhas secas, levadas pelo outono... arrastadas pelos ventos... E em um galho mais alto, uma única folha seca reticente e presa... Na tentativa de se manter ainda pelo pouco de verde que ainda lhe resta na haste, prender-se... até a chegada da primavera... Mas, ainda temos um inverno... Numa manhã a folha sumiu... seguindo o vento... Cumprindo o eterno ciclo da vida... Que a todos, tanto nos apreende... com o inopinado... Apenas nos entregar e nos deixar ir... fazendo parte de todo um ciclo, que por mais que queiramos... chega uma hora que nos leva o tempo... Uma senhora de 97 anos, cabelos branquinhos... e com um sorriso de tempos..."
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