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"Em tempo Sou náufraga desse mar Que te arrasta... Afasta-te! Por quê? Eu sei?... Certezas Não recolhem passos, Nem tuas marcas em mim Ah! Marcas, marcas... Não sem agonia, Liberto-te! E... Aqui, minh'alma silencia!"

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"Marcas... Pausa, ausência, silenciosa presença... Como denominar esse vazio impresso nas páginas insossas - outrora - vividas? Pensando bem... Que peso tem isso agora, se as marcas diluídas nos retalhos do tempo que passa não passam jamais? Ah, são tantas... Indeléveis e silenciosas, pontuando momentos tão meus - retalhos nos quais eu evoluí sob a égide do teu intermitente s i l ê n c i o."

"Se eu pudesse... Se eu pudesse, nas lindas manhãs orvalhadas, raios de sol espalhar pra iluminar tua estrada Se eu pudesse, nas cálidas tardes de verão, a fúria do mar aplacar pra ouvir teu coração Se eu pudesse, nas amenas noites de outono, canções ao piano tocar pra embalar teu sono Se eu pudesse, nas gélidas madrugadas , lágrimas no teu rosto enxugar pra aliviar tuas dores caladas Se eu pudesse, a alegria e o amor incondicional, numa fina taça dissolver pra te oferecer nesta data especial Se eu pudesse, minha querida amiga, juro que tudo faria pra ver-te feliz todo dia"

""Agora - como nunca - sou capaz de compreender-te além do espelho, das palavras, do silêncio..." Asseguro-te: tal expressão não é verso solto dum poema efêmero emerso do nada; é a mais perfeita síntese/recompensa dos caminhos percorridos exaustivamente, a fim de superar vazios e quimeras relacionados à ausência dos que me são caros... (Incluo-te sempre, sempre!) Assim, o silêncio que me imponho nos interstícios da tua Presença é reverência aos momentos a ti reservados, tão somente. Jamais o interpretes sob prisma que não este..."

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