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"Saibamos Confiar "Não andeis, pois, inquietos." - Jesus. (MATEUS, 6:31.) Jesus não recomenda a indiferença ou a irresponsabilidade. O Mestre, que preconizou a oração e a vigilância, não aconselharia a despreocupação do discípulo ante o acervo do serviço a fazer. Pede apenas combate ao pessimismo crônico. Claro que nos achamos a pleno trabalho, na lavoura do Senhor, dentro da ordem natural que nos rege a própria ascensão. Ainda nos defrontaremos, inúmeras vezes, com pântanos e desertos, espinheiros e animais daninhos. Urge, porém, renovar atitudes mentais na obra a que fomos chamados, aprendendo a confiar no Divino Poder que nos dirige. Em todos os lugares, há derrotistas intransigentes. Sentem-se nas trevas, ainda mesmo quando o Sol fulgura no zênite. Enxergam baixeza nas criaturas mais dignas. Marcham atormentados por desconfianças atrozes. E, por suspeitarem de todos, acabam inabilitados para a colaboração produtiva em qualquer serviço nobre. Aflitos e angustiados, desorientam-se a propósito de mínimos obstáculos, inquietam-se, com respeito a frivolidades de toda sorte e, se pudessem, pintariam o firmamento à cor negra para que a mente do próximo lhes partilhe a sombra interior. Na Terra, Jesus é o Senhor que se fez servo de todos, por amor, e tem esperado nossa contribuição na oficina dos séculos. A confiança dEle abrange as eras, sua experiência abarca as civilizações, seu devotamento nos envolve há milênios... Em razão disso, como adotar a aflição e o desespero, se estamos apenas começando a ser úteis?"

"Não desanime em razão da crítica. Se a censura é serviço cabível a qualquer um, a realização elevada é obra de poucos."

"O caminho da prece está florido. As rosas da harmonia desabrocham olorosas! Subi comigo, espaço em fora... Que luz dulcificante! Divisai o reino da alegria, Onde uma eterna aurora Embala os seres e embala os roserais Que florescem para a luz Vinde! Existem nas alturas, Regiões de paz, remansos de ventura Que sonhais jamais!... Deus em pôs em cada canto Uma pérola divina Da sua luz. Tesouro sacrossanto, Patrimônio de todos seus filhos Por aqui não há dores, não há prantos!... Eis que nos abraçamos... Filhos que esperamos E mães que nos esperam... Noivos idolatrado, Afetos aguardados. Com excelsas esperanças... Eis que agora a saudade É uma recordação fugidia, Um misto de amargura, De ventura e alegria. Subi comigo! Aqui há pássaros trinando Por sobre fronde luminosas, Entre as almas fraternas... Ó paragens eternas! Onde a luz nunca morre em seus cambiantes, Os quais a todo o instante Se intensificam, se esmaecem, Entre cores e sons que não se esquecem. Atravessai a noite de amarguras Pelas portas da dor, E recordai que nas alturas Vos esperam as luzes da alegria E os prazeres do amor."

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