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Ver todas"Deformação Cósmica De tudo que resta em espaços, Um profundo e raso poço de saudades faz-se alvo para tantas amarguras. Tenho só estrelas como testemunhas. Quebrei todos os cantos e perfurei apenas os vazios. Luas douradas me enchem de sorrisos. Estrelas decadentes de um céu, apenas como cenário, que se desmancha e retorna ao encanto quebrado. Te vejo dançante entre nebulosas mas teu vestido é de pedra Me estreito na doçura que tinhas, e como amargo te sinto agora Deixastes rastos perfumados, apenas como rastos Mas todo o infinito se finda e como passagem são apenas galáxias de vaidades vãs. Jaak Bosmans"
"Desagravo de mim Hoje mergulhei no mar dos meus sonhos inacabados Subi as montanhas dos meus sucessos inacessíveis Corri ao tempo passado que levou as mais puras esperanças Lutei sem armas contra as barreiras de toda as intolerâncias. Hoje me matei com saudades Contorcendo sem do e sem dor, De toda amargura, de todo abandono. Derramei em gritos todas as agonias, tristezas e mágoas. Teci novos horizontes com fios novos e fortes Apertei os lábios num último desagravo ao que vivi E no pequeno jardim da minha antiga prisão Cantei a primeira canção, desacorrentado e livre! Jaak Bosmans 11-1-09"
"Seis cordas cinco dedos Mais que melodia Outros cinco já tem ritmo"
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