"Ah, se eu pudesse... Ah, se eu pudesse Estar ao teu lado neste momento Ouvir-te enquanto falas Enquanto calas, buscando respostas Se eu pudesse Imergir contigo nas águas do silêncio Sentir-te deveras introspectivo Encontrando as respostas em teu coração Ah, se eu pudesse Estar ao teu lado neste momento Para dizer-te o quanto és ESPECIAL Dividir contigo a alegria de ser, de viver Se eu pudesse Emergir das águas da tua consciência Mostrar-te, enfim, que não és casca Não és sombra e nem pó... És FILHO da LUZ! Ah, se eu pudesse..."
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Mais de Maria Aparecida giacomini Dóro
Ver todas"Aprendendo com as águias De todas as aves, a que mais amo e admiro é a águia. Ela é usada como símbolo dos que confiam em Deus. Representa coragem e resistência. Acredito que, se balizássemos nossas vidas pelos princípios instintivos das águias, seríamos muito mais fortes, determinados, corajosos, confiantes, criativos. Experimentaríamos abundantemente a paz, o equilíbrio e a genuína liberdade de ser e estar no mundo. Aprendi a amar e admirar a rainha das aves depois das valiosas informações que obtive sobre sua trajetória de vida: 1ª - Quando seu filhote ainda mal consegue voar, a águia destrói o ninho com o propósito de impedir que sua cria volte à comodidade. Leva-o às alturas e de lá o atira no abismo da atmosfera a fim de despertar nele a poderosa força de rei das aves. E nós, humanos, o que fazemos com nossos filhos? Também os preparamos para serem independentes e atuarem com coragem e determinação no mundo? 2ª - A águia é filha do sol. Desde pequena, aprendeu a sorvê-lo pelos olhos. Para ensinar essa lição, a mãe-águia segura o filhote em direção ao sol. Acostuma seus olhos ao resplendor solar. É por isso que as águias, desde pequenas, têm os olhos da cor do astro rei. E nós, humanos, o que fazemos com nossos filhos? Também, desde a mais tenra idade, ensinamo-los a sorverem a intensa luz do amor e da ternura, do apreço e da gratidão, da justiça e da solidariedade, da fé e da determinação, da humildade e da flexibilidade, da confiança, da alegria e da paz de espírito, da contribuição? 3ª - O urubu (como a águia) domina as alturas. Porém ela é infinitamente superior. Jamais se contenta com uma alimentação fácil. É das alturas que observa sua ágil e saudável presa. De lá se lança velozmente, empreendendo-lhe a perseguição. Após capturá-la, abate-a e alimenta-se das melhores partes, deixando os restos para os urubus. E nós, humanos, buscamos uma alimentação mais saudável ou preferimos a comodidade dos alimentos prontos, repletos de produtos químicos? 4ª - O que faz a águia diante da tempestade? Onde ela se abriga? Ela não se abriga. Abre suas possantes asas, que podem voar a uma velocidade de 90km/h, e enfrenta a tempestade. Depois de superá-la, voa tranquila, acima da turbulência das nuvens. Ela sabe que as nuvens escuras, a tempestade e os choques elétricos podem ter uma extensão de trinta a cinqüenta metros, mas lá em cima brilha o sol. E nós, humanos, o que fazemos diante das tempestades da vida?Escondemo-nos em ostracismo ou as enfrentamos com coragem e confiança - certos de que, após as dificuldades, conquistaremos a vitória? 5ª - Finalmente, a águia também morre. No entanto, jamais encontraremos seus restos mortais em qualquer lugar. Sabe por quê? Porque, quando ela sente que chegou a hora de partir não se lamenta nem fica com medo. A águia procura o pico mais alto, tira as últimas forças de seu cansado corpo e voa para as montanhas inatingíveis. Aí espera resignadamente o momento final. Até para morrer ela é extraordinária. E nós, humanos, como agimos diante do inevitável? Revoltamo-nos ou aceitamos partir, deixando para o mundo doces lembranças de alguém que ocupou responsavelmente este tempo e espaço no universo; alguém que fez a diferença; alguém que nasceu e viveu intensamente, e não apenas existiu? Todos nós trazemos em nossa essência uma águia adormecida. Despertemo-la, enquanto há tempo."
"Caminhos... São tantos caminhos... Decido! Bagagens... Pra quê? Se levo amor no coração Livre, despojada, desapegada sou Caminhos comuns me confundem... Desisto! Busco o novo... O imponderável! Livre, despojada, desapegada vou São tantos caminhos... Uns, abrasados pelo fogo do amor Outros, reverenciados por folhas outonais Uns, embaçados por lágrimas de dor Outros, iluminados por centelhas vitais Íngremes ou brandos caminhos... Não importa! O que realmente importa São os passos, a meta... O amor! Livre, despojada, desapegada sou E... Num repente, Corro riscos, assumo falhas Acerto passos... Sigo em frente!"
"Sombras da rejeição... Medo... Que medo é esse que, encontrando o coração aberto, adentrou e ali construiu o seu reinado? Que medo é esse que, temendo o exílio, formou logo o seu exército? Medos, medos, medos... Nada mais que projeções do medo amedrontado: medo da rejeição Amor... Que sentimento é esse que, encontrando o coração aberto, adentrou e se fez servo? Que sentimento é esse que, entendendo a fragilidade do medo, muito amou e aceitou e, do coração, o medo exilou? Medos, medos, medos... Vidas despejadas nos ralos do tempo E nós, indiferentes, não vemos que os medos são sombras da rejeição, facilmente, dissipadas pelo Amor e a Aceitação"
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