"Caminhos... São tantos caminhos... Decido! Bagagens... Pra quê? Se levo amor no coração Livre, despojada, desapegada sou Caminhos comuns me confundem... Desisto! Busco o novo... O imponderável! Livre, despojada, desapegada vou São tantos caminhos... Uns, abrasados pelo fogo do amor Outros, reverenciados por folhas outonais Uns, embaçados por lágrimas de dor Outros, iluminados por centelhas vitais Íngremes ou brandos caminhos... Não importa! O que realmente importa São os passos, a meta... O amor! Livre, despojada, desapegada sou E... Num repente, Corro riscos, assumo falhas Acerto passos... Sigo em frente!"
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Ver todas"Dores anímicas... Minhas dores anímicas, sutilmente, me desafiam a depositar lágrimas sentidas sobre o passado, repensar o presente, abraçar o futuro e seguir em busca da luz perdida."
"Somos humanos! Que bom que somos humanos! Assim, imersos nas águas emocionais, podemos sentir os impactos das polaridades tão presentes em nossas vidas. Impactos que nos despertam do sono letárgico do "existir" para a expressiva aurora do "viver". Impactos que nos mostram que o equilíbrio se faz no caminho do meio... Equilíbrio? Equilíbrio é chão; é lição! É vida pautada no agora, meu irmão!"
"Somos humanos! Que bom que somos humanos! Assim, imersos nas águas emocionais, podemos sentir os impactos das polaridades tão presentes em nossas vidas. Impactos que nos despertam do sono letárgico do "existir" para a expressiva aurora do "viver". Impactos que nos mostram que o equilíbrio se faz no caminho do meio... Equilíbrio? Equilíbrio é chão; é lição! É vida pautada no agora, meu irmão!"
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