"Vamos todos rir das borboletas douradas"
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Ver todas"SONETO LXV Se a morte predomina na bravura Do bronze, pedra, terra e imenso mar, Pode sobreviver a formosura, Tendo da flor a força a devastar? Como pode o aroma do verão Deter o forte assédio destes dias, Se portas de aço e duras rochas não Podem vencer do Tempo a tirania? Onde ocultar - meditação atroz - O ouro que o Tempo quer em sua arca? Que mão pode deter seu pé veloz, Ou que beleza o Tempo não demarca? Nenhuma! A menos que este meu amor Em negra tinta guarde o seu fulgor."
"Quando eu morrer não chores mais por mim Do que hás de ouvir triste sino a dobrar Dizendo ao mundo que eu fugi enfim Do mundo vil pra com os vermes morar. E nem relembres, se estes versos leres, A mão que os escreveu, pois te amo tanto Que prefiro ver de mim te esqueceres Do que o lembrar-me te levar ao pranto. Se leres estas linhas, eu proclamo, Quando eu, talvez, ao pó tenha voltado, Nem tentes relembrar como me chamo: Que fique o amor, como a vida, acabado. Para que o sábio, olhando a tua dor, Do amor não ria, depois que eu me for."
"No mesmo instante em que recebemos pedras em nosso caminho, flores estão sendo plantadas mais longe. Quem desiste não as vê."
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