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"O Que Eu Quero? - Terceira Parte Não quero muito Apenas um travesseiro Onde possa encostar a cabeça E soletrar meus sonhos."

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"Amor Repreendido Calou-se! Diante de tanta frieza, A demora de atos Falhou-se! Oh querida percebe agora O que não me canso de dizer?! Não há nada que possa fazer-lhe entender? Entenda que eu te amo, Que és única, querida minha. Quanto mais eu ando Mais volto no lugar de onde nunca sai De perto de ti, querida. Deve ser isso que faz com que entendamos Quando se acha o amor eterno. É querida. Encontrei meu amor eterno. Querida minha!"

"Contemporaneidades (keidylee.blogspot.com) Não gosto de pessoas, das multidões, Tampouco fazer amigos. Eu detesto fazer amigos! São poucos os que conseguiram quebrar minha barreira. Bem poucos. Poucos mesmo. Meu quarto, minha caneta e papel me bastam. Não gosto de conversas para conhecer pessoas, Perguntas bobas, convites... Não gosto de pessoas. Eu detesto coisas contemporâneas, Causam-me um nojo enorme Prefiro beber vinho, ler e fingir que vivo no ano um. Minha vida passada foi no ano um. E quando conversam comigo pela primeira vez, Rolam duas ou três palavrinhas de minha parte, O restante é observação, não das pessoas, mas do complexo. Nunca uma pergunta! Detesto responder e fazer perguntas de pessoas que nunca vi. E são perguntas bobas, cansativas. - O que gosta de fazer? Ah! Eu não gosto de responder. Poucos conseguem sobreviver ao pouco diálogo E ainda sim gostar de mim. Eu detesto fazer amigos. Eu gosto de coisas diferentes, Detesto as pessoas que me agradam por conveniência. Amigos são bem poucos, Os que realmente confio são meus amigos."

"O Mestre (leia em: keidylee.blogspot.com) Há cem anos indaguei um mestre Queria saber o que é sentir E, sair de minha vida anestesiada Longa demais em um só dia. Ele esperou o inverno chegar E o frio acalentar minhas vestes suadas Levou-me a ruas calmas, O mundo estava calado Só se ouviam suspiros raramente Quando até as matas se fechavam. Ele segurou minha mão E mortalmente intactos Escutamos um barulho inebriante do inexpressivo, Das pessoas paradas nas ruas desertas, Dos pingos de chuva Que insistiam em lavar minha alma E, em me dizer: você está vivo. Escutamos o puro inocente barulho do mundo Que não conseguia calar, Pois suas paredes riscadas insistiam em me comunicar. Entrara em mim. Senti."

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