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"Contemporaneidades (keidylee.blogspot.com) Não gosto de pessoas, das multidões, Tampouco fazer amigos. Eu detesto fazer amigos! São poucos os que conseguiram quebrar minha barreira. Bem poucos. Poucos mesmo. Meu quarto, minha caneta e papel me bastam. Não gosto de conversas para conhecer pessoas, Perguntas bobas, convites... Não gosto de pessoas. Eu detesto coisas contemporâneas, Causam-me um nojo enorme Prefiro beber vinho, ler e fingir que vivo no ano um. Minha vida passada foi no ano um. E quando conversam comigo pela primeira vez, Rolam duas ou três palavrinhas de minha parte, O restante é observação, não das pessoas, mas do complexo. Nunca uma pergunta! Detesto responder e fazer perguntas de pessoas que nunca vi. E são perguntas bobas, cansativas. - O que gosta de fazer? Ah! Eu não gosto de responder. Poucos conseguem sobreviver ao pouco diálogo E ainda sim gostar de mim. Eu detesto fazer amigos. Eu gosto de coisas diferentes, Detesto as pessoas que me agradam por conveniência. Amigos são bem poucos, Os que realmente confio são meus amigos."

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"Eterno Agora A cada amor uma esperança A cada pensamento uma lembrança E o doce amor que um dia senti, Não sei se foi amor E o que será amor? A cada futuro um passado Ser da loucura pelo prazer De uma rápida emoção Onde se arrisca tudo Pra ganhar o inexplicável Mas e o amor do futuro Onde todos querem para sempre E em duas faces Se apresentarão em uma O amor eterno e o pensamento sem razão E o eterno amor acontece agora."

"Amor por Engano O meu carinho, Perdeu-se; A minha paixão, Arrebatada foi; Minha ilusão, Não existiu; Meu olhar de encontro ao seu, Já passou; As tuas sensações, Nunca senti (percebi); Teu toque, Não testemunhei; A tua verdade, Não entendi; As tuas declarações, Não ouvi; As tuas (falsas) cartas de amor, Não li; O gosto da tua boca, Nunca provei (não gravei); O teu cheiro, Esqueci; Tuas doces expressões, Nem sequer as guardei, Meu amor a você, Senti; Amor por engano, Senti."

"Minhas Certezas (keidylee.blogspot.com) De todas as coisas que juro ter nessa vida Poucas são as que realmente tenho As que eu sei: são minhas e das quais pertenço. São poucos os fatos que considero Poucas pessoas e objetos São bem poucas minhas certezas. Já andei duvidando de coisas que não podia Confiando em coisas que não mereciam Precavendo-me excessivamente por medos passados. Já andei parando pra pensar Quando os fatos queriam que eu andasse E fui impulsiva quando na verdade deveria está intacta. Andei fazendo balanços relevantes E cada vez mais concluo Que são poucas as minhas certezas. Contáveis certezas, Deus, a primeira delas. E você."

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