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"Não eras para os meus sonhos, não eras para a minha vida, nem para os meus cansaços perfumados de rosas, nem para a impotência da minha raiva suicida, não eras a bela e doce, a bela e dolorosa. Não eras para os meus sonhos, não eras para a minha vida nem para os meus quebrantos nem para a minha dor, não eras para os prantos das minhas duras feridas, não eras para os meus braços, nem para a minha canção."

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