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Pedro Bandeira

Pedro Bandeira

Pedro Bandeira (1942) é um escritor brasileiro de livros infanto-juvenis. “A Droga da Obediência”, “Alice no País da Mentira” e “Amor Impossível, Possível Amor”, são algumas de suas obras.

10 pensamentos

Frases de Pedro Bandeira

10 frases de Pedro Bandeira

""Será que a minha mãe quebrou dois espelhos quando eu nasci?" (ela disse isso quando estava de frente do espelho) "Você é o meu sonho feito homem" (ele pensou nessa frase quando o primo dela tocou no ombro dela) "Devolva meu sonho" (quando a amiga dela estava beijando seu amado) "ah,Cristiano se você soubesse quanto me destruiu" (ele queria que ela fosse a madrinha do namoro entre ele e sua melhor amiga) "Todos me adoram.......E quem me ama?" (esta pergunta ele estava fazendo pra si mesma)."
"Quem sou eu? Eu às vezes não entendo! As pessoas têm um jeito De falar de todo mundo Que não deve ser direito. Aí eu fico pensando Que isso não está bem. As pessoas são quem são, Ou são o que elas têm? Eu queria que comigo Fosse tudo diferente. Se alguém pensasse em mim, Soubesse que eu sou gente. Falasse do que eu penso, Lembrasse do que eu falo, Pensasse no que eu faço Soubesse por que me calo! Porque eu não sou o que visto. Eu sou do jeito que estou! Não sou também o que eu tenho. Eu sou mesmo quem eu sou!"
"Ah, tormento que eu não posso confessar... O que eu escrevo é a verdade, eu não minto, eu declaro tudo aquilo que eu sinto, e é a outra que teus lábios vão beijar... Sei que quanto mais verdade tem no escrito, mais distante eu te ponho dos meus braços, pois desenho o paralelo de dois traços que na certa vão perder-se no infinito... Estes versos feitos para te emocionar justificam todo o amor que tens por ela e as carícias que esses dois amantes trocam. E eu te excito, sem que venhas a notar que esses lábios que tu beijas são os dela, mas são minhas as palavras que te tocam."
"A mamãe não me bota mais no colo, não bota mais, não me embala mais o sono, não embala mais, não canta pra eu dormir... não canta mais... não bota mais, não embala mais, não canta mais... Eu bem sei que já faz tempo que ela ainda me embalava, mas me lembro muito bem, era assim que ela cantava: "Dorme, dorme, filhinho, meu anjinho inocente, dorme, meu queridinho, que a mamãe está contente..." Mas o tempo passou, passou, passou, e a cantiga calou, calou, calou... e o menino foi crescendo, crescendo, cresceu, cresceu, mas aquela voz ficou. ficou, ficou... Eu agora já sou grande, tenho quase a altura dela. Vai chegar a minha vez de poder cantar para ela..."
"Nesse físico de um deus grego, Numa intensa relação, Eu pálida e bêbada, tremo E me afogo e me sufoco Entre loucura e paixão Quero fundir meu corpo, No teu corpo junto ao meu. Nos teus braços serei cega Para que sejas o meu guia. Nós seremos a matéria, Nosso amor será a energia. Se esse amor me modifica, Me transforma, me edifica, Se ele afeta tanto a mim, também te transformará. A energia desse amor Afetou-nos para sempre E a matéria que hoje somos Outra matéria será... Seremos dois novos amantes Pelo amor energizados Transformados, Mas em quê? Quem eras antes de mim? Quem sou depois de você? No meu seio serás meu, Para o uso que quiser. Nos teus braços em abandono, Ao teu lado sou mulher."