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Maria Aparecida giacomini Dóro

Maria Aparecida giacomini Dóro

398 pensamentos

Frases - Página 29

Mostrando página 29 de 34 (398 frases no total)

"Contrastes... Já olhaste nos olhos de quem te ama além das dores, dos amores de verão? Aquém, pautas reticentes Mares que se abrem em ondas secas Palavras ao vento Promessas vãs Juramento... Ressaca de lágrimas ausentes Já olhaste além das sombras que cerceiam teu desejo de amar, de ser amado(a)? Aquém, contrastes Horizontes que se fecham em breu Palavras mortas Ações tortas Arrependimento... A vida não te dá o que não podes receber Nem te cobra o que não podes oferecer Maria Aparecida Giacomini Dóro"
"Contrastes... Já olhaste nos olhos de quem te ama além das dores, dos amores de verão? Aquém, pautas reticentes Mares que se abrem em ondas secas Palavras ao vento Promessas vãs Juramento... Ressaca de lágrimas ausentes Já olhaste além das sombras que cerceiam teu desejo de amar, de ser amado(a)? Aquém, contrastes Horizontes que se fecham em breu Palavras mortas Ações tortas Arrependimento... A vida não te dá o que não podes receber Nem te cobra o que não podes oferecer Maria Aparecida Giacomini Dóro"
""Agora - como nunca - sou capaz de compreender-te além do espelho, das palavras, do silêncio..." Asseguro-te: tal expressão não é verso solto dum poema efêmero emerso do nada; é a mais perfeita síntese/recompensa dos caminhos percorridos exaustivamente, a fim de superar vazios e quimeras relacionados à ausência dos que me são caros... (Incluo-te sempre, sempre!) Assim, o silêncio que me imponho nos interstícios da tua Presença é reverência aos momentos a ti reservados, tão somente. Jamais o interpretes sob prisma que não este..."
""Agora - como nunca - sou capaz de compreender-te além do espelho, das palavras, do silêncio..." Asseguro-te: tal expressão não é verso solto dum poema efêmero emerso do nada; é a mais perfeita síntese/recompensa dos caminhos percorridos exaustivamente, a fim de superar vazios e quimeras relacionados à ausência dos que me são caros... (Incluo-te sempre, sempre!) Assim, o silêncio que me imponho nos interstícios da tua Presença é reverência aos momentos a ti reservados, tão somente. Jamais o interpretes sob prisma que não este..."
""Agora - como nunca - sou capaz de compreender-te além do espelho, das palavras, do silêncio..." Asseguro-te: tal expressão não é verso solto dum poema efêmero emerso do nada; é a mais perfeita síntese/recompensa dos caminhos percorridos exaustivamente, a fim de superar vazios e quimeras relacionados à ausência dos que me são caros... (Incluo-te sempre, sempre!) Assim, o silêncio que me imponho nos interstícios da tua Presença é reverência aos momentos a ti reservados, tão somente. Jamais o interpretes sob prisma que não este..."
"Ah, se eu pudesse... Ah, se eu pudesse Estar ao teu lado neste momento Ouvir-te enquanto falas Enquanto calas, buscando respostas Se eu pudesse Imergir contigo nas águas do silêncio Sentir-te deveras introspectivo Encontrando as respostas em teu coração Ah, se eu pudesse Estar ao teu lado neste momento Para dizer-te o quanto és ESPECIAL Dividir contigo a alegria de ser, de viver Se eu pudesse Emergir das águas da tua consciência Mostrar-te, enfim, que não és casca Não és sombra e nem pó... És FILHO da LUZ! Ah, se eu pudesse..."
"Ah, se eu pudesse... Ah, se eu pudesse Estar ao teu lado neste momento Ouvir-te enquanto falas Enquanto calas, buscando respostas Se eu pudesse Imergir contigo nas águas do silêncio Sentir-te deveras introspectivo Encontrando as respostas em teu coração Ah, se eu pudesse Estar ao teu lado neste momento Para dizer-te o quanto és ESPECIAL Dividir contigo a alegria de ser, de viver Se eu pudesse Emergir das águas da tua consciência Mostrar-te, enfim, que não és casca Não és sombra e nem pó... És FILHO da LUZ! Ah, se eu pudesse..."
"Ah, se eu pudesse... Ah, se eu pudesse Estar ao teu lado neste momento Ouvir-te enquanto falas Enquanto calas, buscando respostas Se eu pudesse Imergir contigo nas águas do silêncio Sentir-te deveras introspectivo Encontrando as respostas em teu coração Ah, se eu pudesse Estar ao teu lado neste momento Para dizer-te o quanto és ESPECIAL Dividir contigo a alegria de ser, de viver Se eu pudesse Emergir das águas da tua consciência Mostrar-te, enfim, que não és casca Não és sombra e nem pó... És FILHO da LUZ! Ah, se eu pudesse..."
"Superar barreiras autoimpostas em busca de aceitação e reconhecimento externos, exige-nos momentos de silêncio e reflexão... Entremeio a letargia e o despertar, pergunto-me: vale à pena buscar no outro aquilo que podemos encontrar nos recônditos do nosso próprio ser? Que - dos mirantes da solidão - possamos nós, enfim, contemplar a beleza e a harmonia de uma vida atrelada à liberdade de ser e agir, traduzindo-a em palavras; palavras lidas ou não... Palavras, palavras... Se verdadeiramente vividas, sentidas e expressas, então, o que mais importa?"
"Superar barreiras autoimpostas em busca de aceitação e reconhecimento externos, exige-nos momentos de silêncio e reflexão... Entremeio a letargia e o despertar, pergunto-me: vale à pena buscar no outro aquilo que podemos encontrar nos recônditos do nosso próprio ser? Que - dos mirantes da solidão - possamos nós, enfim, contemplar a beleza e a harmonia de uma vida atrelada à liberdade de ser e agir, traduzindo-a em palavras; palavras lidas ou não... Palavras, palavras... Se verdadeiramente vividas, sentidas e expressas, então, o que mais importa?"
"Superar barreiras autoimpostas em busca de aceitação e reconhecimento externos, exige-nos momentos de silêncio e reflexão... Entremeio a letargia e o despertar, pergunto-me: vale à pena buscar no outro aquilo que podemos encontrar nos recônditos do nosso próprio ser? Que - dos mirantes da solidão - possamos nós, enfim, contemplar a beleza e a harmonia de uma vida atrelada à liberdade de ser e agir, traduzindo-a em palavras; palavras lidas ou não... Palavras, palavras... Se verdadeiramente vividas, sentidas e expressas, então, o que mais importa?"
"Envolva-me... Conte-me e eu esquecerei Mostre-me e eu lembrarei Envolva-me e eu entenderei... Entenderei a magia do outono nas folhas que caem... A ausência presente quando a presença se faz ausente A distância, o silêncio e as lágrimas... Entenderei as ânsias e dores humanas sob disfarce A força curativa do amor presente nos gestos, Nas palavras e ações desprovidas de competição e egoísmo Entenderei a liberdade exercida com responsabilidade O AGORA como momento único a ser intensamente vivido Entenderei o HOMEM, a NATUREZA, a VIDA E amarei sem medida..."