"Amores velhos nunca se esquecem"
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Manuel Antônio de Almeida
Manuel Antônio de Almeida (1831 - 1861) foi um escritor brasileiro, autor de um único romance, “Memórias de Um Sargento de Milícia”. É Patrono da cadeira nº 28 da Academia Brasileira de Letras.
12 pensamentos
Frases de Manuel Antônio de Almeida
12 frases de Manuel Antônio de Almeida
"Era uma alma de santo num corpo de pecador"
"É preciso que eu salve aquela criatura do inferno, onde ela se está metendo já em vida."
"É sempre assim que se sucede: Quereis que nos liguemos estreitamente a uma coisa? Fazei-nos sofrer por ela."
"Seus lábios franzinos e franzidos apertavam-se violentamente um contra o outro como prendendo uma torrente de injúrias"
"Chegara ao Leonardo a hora de pagar o tributo de que ninguém escapa neste mundo, ainda que para alguns seja ele fácil e leve, e para outros pesado e custoso: o rapaz amava."
"É uma grande desgraça não corresponder a mulher a quem amamos aos nossos afetos; porém não é também pequena desventura o cairmos nas mãos de uma mulher a quem deu na cabeça querer-nos bem deveras"
"É sempre assim que sucede: quereis que nos liguemos estreitamente a uma coisa? Fazei-nos sofrer por ela. Os dois tinham sofrido um pelo outro, e era isso uma forte razão para se amarem cada vez mais."
"Quando temos 18 a 20 anos sobre os ombros, o que é um peso ainda muito leve, desprezamos o passado, rimo-nos do presente, entregamo-nos descuidados a essa confiança cega no dia de amanhã, que é o melhor apanágio da mocidade"
"Não há nada que mais sirva para fazer nascer e firmar a amizade, e mesmo a intimidade, do que seja o riso e as lágrimas: aqueles que se riram, e principalmente aqueles que uma vez choraram juntos, têm muita facilidade em fazerem-se amigos."
"O seu coração palpita mais forte e mais apressado, em certas ocasiões, quando se encontra com certa pessoa, com quem, sem saber por que, se sonha umas poucas de noites seguidas, e cujo nome se acode continuadamente a fazer cócegas nos lábios"
"Quando se atacou a lua, a sua admiração foi tão grande que querendo firmar-se nos ombros de Leonardo, deu-lhe quase um abraço pelas costas. O Leonardo estremeceu por dentro, e pediu ao céu que a lua fosse eterna: virando o rosto, viu sobre seus ombros aquela cabeça de menina iluminada pelo clarão pálido do misto que ardia, e ficou também por sua vez extasiado; pareceu-lhe então o rosto mais lindo que jamais vira e admirou-se profundamente de que tivesse podido alguma vez rir-se dela e achá-la feia."