"A caridade deve começar por casa."
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Joaquim Manuel de Macedo
Joaquim Manuel de Macedo (1820-1882) foi um escritor brasileiro, autor da obra “A Moreninha”, considerado o primeiro romance verdadeiramente brasileiro. É patrono da cadeira nº 20 da Academia Brasileira de Letras.
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Frases de Joaquim Manuel de Macedo
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"Beijos por beijos, antes os reais que os sonhados."
"- Eu gosto de andar só, minha senhora. - Sempre é má e triste a solidão."
"Quando se ama deveras e se está com o objeto do amor, não se recorda, não se deseja, não se quer mais nada!... (A Moreninha)"
"“E, se amanhã vieres, Em pé na rocha dura ‘Starei cantando aos ares A mal paga ternura… Cantando me ouviras, Chorando me acharás!… “"
"Como se ele fosse a inércia da matéria, que conserva impressão, mas que não a guarda senão o tempo que é gasto para um novo agente modificá-la."
"O amor é um anzol que, quando se engole, agadanha-se logo no coração da gente, donde, se não é com jeito, o maldito rasga, esburaca e se aprofunda."
"Amor?... Amor não é efeito, nem causa, nem princípio, nem fim, e é tudo isso ao mesmo tempo; é uma coisa que... sim... finalmente, para encurtar razões, amor é o diabo."
"Eu vejo uma senhora bela: amo-a, não porque ela é senhora... mas porque é bela; logo, eu amo a beleza. Ora, esse atributo mão foi exclusivamente dado a uma senhora, e quando o encontro em outra, fora injustiça que eu desprezasse nesta aquilo que eu tanto amei na primeira."
"Ora, o tal bichinho chamado amor é capaz de amoldar seus escolhidos a todas as circunstâncias e de obrigá-los a fazer quanta parvoíce há nesse mundo. O amor faz o velho criança, o sábio doido, o rei humilde cativo; faz mesmo, às vezes, com que o feio pareça bonito e o grão de areia um gigante."
"Nas lágrimas de amor há, como na saudade, uma doce amargura, que é veneno que não mata, por vir sempre temperado com o reativo da esperança, a moça julgou dever separar da dor, que a fazia chorar amargores, a esperança que no pranto lhe adicionava a doçira, e, tendo de exprimir a doçura, Ahy cantou."
"Ora, todos sabem que os amantes têm um prazer indizível em matraquerar os ouvidos dos que os atendem com uma história muito comprida e mil vezes repetida que, reduzindo-se à expressão mais simples, ficaria em zero ou, quando muito, nos seguintes termos: “eu olhei e ela olhou”; eu lhe disse “pode ser, não pode ser"."