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Fenix Faustine

Fenix Faustine

244 pensamentos

Frases - Página 20

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"A IMPORTÂNCIA DO PERDÃO. O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa. Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado: - Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo.Desejo tudo de ruim para ele. Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar: - O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola. O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo: - Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou. O menino achou que seria uma brincadeira divertida e passou mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta: - Filho como está se sentindo agora? - Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa. O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala: - Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa. O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então lhe diz ternamente: - Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos. Cuidado com seus pensamentos, eles se transformam em palavras; Cuidado com suas palavras, elas se transformam em ações; Cuidado com suas ações, elas se transformam em hábitos; Cuidado com seus hábitos, eles moldam o seu caráter; Cuidado com seu caráter, ele controla o seu destino."
"A IMPORTÂNCIA DO PERDÃO. O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa. Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado: - Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo.Desejo tudo de ruim para ele. Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar: - O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola. O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo: - Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou. O menino achou que seria uma brincadeira divertida e passou mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta: - Filho como está se sentindo agora? - Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa. O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala: - Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa. O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então lhe diz ternamente: - Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos. Cuidado com seus pensamentos, eles se transformam em palavras; Cuidado com suas palavras, elas se transformam em ações; Cuidado com suas ações, elas se transformam em hábitos; Cuidado com seus hábitos, eles moldam o seu caráter; Cuidado com seu caráter, ele controla o seu destino."
"A Verdadeira Riqueza Um dia um homem que acreditava na vida após a morte, e que valorizava o ser mais que o ter, hospedou-se na casa de um materialista convicto, em bela mansão de uma cidade européia. Depois da ceia, o anfitrião convidou o hóspede para visitar sua galeria de artes e começou a enaltecer os bens materiais que possuía, de maneira soberba. Falou que o homem vale pelo que possui, pelo patrimônio que consegue acumular durante sua vida na Terra. Exibiu escrituras de propriedades as mais variadas, jóias, títulos, valores diversos. Depois de ouvir e observar tudo calmamente, o hóspede falou da sua convicção de que os bens da Terra não nos pertencem de fato, e que mais cedo ou mais tarde teremos que deixá-los. Argumentou que os verdadeiros valores são as conquistas intelectuais e morais e não as posses terrenas, sempre passageiras. No entanto, o materialista falou com arrogância que era o verdadeiro dono de tudo aquilo e que não havia ninguém no mundo capaz de provar que todos aqueles bens não lhe pertenciam. Diante de tanta teimosia, o hóspede propôs-lhe um acordo: - Já que é assim, voltaremos a falar do assunto daqui a cinqüenta anos, está bem? - Ora, disse o dono da casa, daqui a cinqüenta anos nós já estaremos mortos, pois ambos já temos mais de sessenta e cinco anos de idade! O hóspede respondeu prontamente: - É por isso mesmo que poderemos discutir o assunto com mais segurança, pois só então você entenderá que tudo isso passou pelas suas mãos mas, na verdade, nada disso lhe pertence de fato. Chegará um dia em que você terá que deixar todas as posses materiais e partir, levando consigo somente suas verdadeiras conquistas, que são as virtudes do espírito imortal. E só então você poderá avaliar se é verdadeiramente rico ou não. O homem materialista ficou contemplando as obras de arte ostentadas nas paredes de sua galeria, e uma sombra de dúvida pairou sobre seu olhar, antes tão seguro. E uma voz silenciosa, íntima, lhe perguntava: - Que diferença fará, daqui a cem anos, se você morou em uma mansão ou num casebre? - Se comprou roupas em lojas sofisticadas ou num bazar beneficente? - Se bebeu em taças de cristal ou numa concha de barro? - Se comeu em pratos finos ou numa simples marmita? - Se pisou em tapetes caros ou sobre o chão batido? - Se teve grande reserva financeira ou viveu com um salário mínimo? - Que diferença isso fará daqui a cem anos? Absolutamente nenhuma ! No entanto, o que você fizer do seu tempo na Terra, fará muita diferença em sua vida, não só daqui a cem anos, mas por toda a eternidade."
"Eu estava correndo e de repente um estranho trombou em mim: - "Oh, me desculpe por favor", foi a minha reação. E ele disse: - "Ah, desculpe-me também, eu simplesmente nem te vi!" Nós fomos muito educados um com o outro, aquele estranho e eu. Então, nos despedimos e cada um foi pro seu lado. Mas em nossa casa, acontecem histórias diferentes. Como nós tratamos aqueles que amamos...??? Mais tarde naquele dia, eu estava fazendo o jantar e minha filha parou do meu lado tão em silencio que eu nem percebi. Quando eu me virei, tomei o maior susto e lhe dei uma bronca. "Saia do meu caminho filha!" E eu disse aquilo com certa braveza. E ela foi embora, certamente com seu pequeno coração partido. Eu nem imaginava como havia sido rude com ela. Quando eu fui me deitar, eu podia ouvir a voz calma e doce de Deus me dizendo: - "Quando falava com um estranho, quanta cortesia você usou! Mas com sua filha, a criança que você ama, você nem sequer se preocupou com isso! Olhe no chão da cozinha, você verá algumas flores perto da porta. São flores que ela trouxe pra você. Ela mesmo as pegou; a cor-de-rosa, a amarela e a azul. Ela ficou quietinha para não estragar a surpresa e você nem viu as lágrimas nos olhos dela." Nesse momento, eu me senti muito pequena. E agora, o meu coração era quem derramava lágrimas. Então eu fui até a cama dela e ajoelhei ao seu lado. - "Acorde filhinha, acorde. Estas são as flores que você pegou pra mim?" Ela sorriu, - "Eu as encontrei embaixo da árvore. Eu as peguei porque as achei tão bonitas como você!. Eu sabia que você iria gostar, especialmente da azul" Eu disse: - "Filha, eu sinto muito pela maneira como agi hoje. Eu não devia ter gritado com você daquela maneira." -"Ah mamãe, não tem problema, eu te amo mesmo assim!!" - "Filha, eu também te amo. E eu adorei as flores, especialmente a azul." Você já parou pra pensar que, se morrermos amanhã, a empresa para qual trabalhamos poderá facilmente nos substituir em uma questão de dias. Mas as pessoas que nos amam,a família que deixamos para trás, sentirão essa perda para o resto de suas vidas. E nós raramente paramos pra pensar nisso. Às vezes colocamos nosso esforço em coisas muito menos importantes que nossa família,que as pessoas que nos amam, e não nos damos conta do que realmente estamos perdendo. Perdemos o tempo de sermos carinhosos, de dizer um "Eu te amo", de dizer um "Obrigado", de dar um sorriso, ou de dizer o quanto cada pessoa é importante pra nós. Ao invés disso, muitas vezes agimos com rudeza, e não percebemos o quanto isso machuca os nossos queridos."
"SEGURANDO UM AO OUTRO A dedicada enfermeira, sobrecarregada com tantos pacientes a atender, viu um jovem entrar no quarto e, inclinando-se sobre o paciente idoso em estado grave, disse-lhe em voz alta: seu filho está aqui. Com grande esforço, o velho moribundo abriu os olhos e, a seguir, fechou-os outra vez. O jovem apertou a mão envelhecida do enfermo e sentou-se ao lado da cama. Por toda a noite, ficou sentado ali, segurando a mão e sussurrando palavras de conforto ao velho homem. Ao amanhecer, o manto escuro da morte caiu sobre o corpo cansado do enfermo. Ele partiu com uma expressão de paz no rosto sulcado pelo tempo. Em instantes, a equipe de funcionários do hospital encheu o quarto para desligar as máquinas e remover as agulhas. A enfermeira aproximou-se do jovem e começou a lhe dizer palavras de conforto, mas ele a interrompeu com uma pergunta: quem era esse homem? Assustada, a enfermeira respondeu: eu achei que fosse seu pai! Não. Não era meu pai, falou o jovem. Eu nunca o havia visto antes. Então, porque você não falou nada quando o anunciei para ele? Eu percebi que ele precisava do filho e o filho não estava aqui. E como ele estava por demais doente para reconhecer que eu não era seu filho, resolvi segurar a sua mão para que se sentisse amparado. Senti que ele precisava de mim. * * * Nesses dias em que as pessoas caminham apressadas, sempre com muitos problemas esperando solução, não têm tempo sequer para ouvir o desabafo de um coração aflito, um jovem teve olhos de ver e ouvidos de ouvir o apelo mudo de um pai no leito de dor. É tão triste viver na solidão... É tão triste não ter com quem contar num leito de morte... Se você tem um familiar enfermo, aproxime-se dele e segure firme a sua mão. Ofereça-se para lhe fazer companhia, ainda que por alguns minutos. Fique em silêncio ao seu lado para ouvir o que os ouvidos do corpo não conseguem captar. Seja uma presença amiga, sincera, que proporcione segurança. E se você não tem um familiar enfermo, agradeça a Deus por isso e faça uma visita a alguém que precisa de apoio. Há tantos enfermos solitários precisando de um gesto qualquer de afeto para sentir que viver ainda vale a pena. Pense nisso e procure ser a companhia de alguém que precisa de você neste exato momento. * * * Madre Teresa de Calcutá costumava dizer que ninguém tem que morrer sozinho. Do mesmo modo, ninguém deve se afligir sozinho ou chorar sozinho; rir sozinho ou celebrar sozinho. Nós fomos feitos para viajar de mãos dadas através da jornada da vida. Há alguém pronto para segurar a sua mão hoje. E há alguém esperando que você segure a dele."
"Aquele que tem os Meus mandamentos e os guarda, esse é o que Me ama...Quem não Me ama não guarda as Minhas palavras; e a palavra que estais ouvindo não é Minha,mas do Pai, que Me enviou”. (João 14.21,24). A palavra sempre fez parte do mistério de Deus e, também, de todos os poetas. Seria absurdo querer entender uma poesia conhecendo sua métrica, morfologia e a gramática histórica que lhe configurou um sentido social. Não, não se entende poesia assim. Poesia é para ser lida e sentida na medida que as palavras fluem em nossa mente. Alguns gostam de recitar poesia porque a melodia das rimas parece ter o mesmo efeito das notas de uma música apreciada. Creio que Deus deve ser Poeta pois ele insiste em fazer uso das palavras para serem sentidas na mente e no corpo. Podemos afirmar que amar é guardar quem se ama no coração. Todavia não esquecendo a poesia desta afirmação podemos concluir que amar é construir em palavras quem se ama. Sim, é verdade. Quem ama tem o poder de construir pela palavra e com palavras a pessoa amada. Talvez por isso devemos ter o cuidado de nunca amar coisas, bens materiais ou riquezas. Quando amamos tais coisas as nossas palavras começam a falar de coisas mortas e de nossa própria morte. Quando amamos falamos de pessoas, sempre de pessoas. Sim, elas são o verdadeiro bem que vale a pena investir e gastar a vida. Talvez por isso Jesus tenha gastado Sua vida até o fim. Talvez ele tenha feito de Suas palavras um verdadeiro gesto de amor e esperança viva. Jesus amou pessoas, sempre pessoas, e deixou um grande legado para todos os Seus seguidores: todos aqueles que fizerem uso de Suas palavras para torná-las palavra de Deus estarão próximos do coração do próprio Deus. Serão amados por Deus e ser amado por Deus é viver para sempre. Mas onde descobrimos a força deste grande legado de Jesus? Na Bíblia: a Palavra viva de Deus para nós, os cristãos. Nós precisamos redescobrir a força da palavra que faz viver as pessoas. Devemos ter a coragem de decidir abrir nossas Bíblias e ler as palavras que possuem o poder de construir uma esperança viva. A mensagem do evangelho de João é um convite para que deixemos a palavra de Deus ganhar mais espaço em nosso cotidiano. Assim, a leitura e a meditação na palavra de Deus nos ajudará a perceber o poder dessa palavra para refazer a vida e o verdadeiro amor de Jesus na vida do mundo. Muita coisa pode mudar naqueles que estão próximos de nós quando decidimos guardar no coração e viver pra valer a palavra de Jesus. Sim, a palavra de Jesus ainda pode ser ouvida: “Aquele que tem os Meus mandamentos e os guarda, esse é o que Me ama”. Rev. Oswaldo Molarino Filho"
"Aquele que tem os Meus mandamentos e os guarda, esse é o que Me ama...Quem não Me ama não guarda as Minhas palavras; e a palavra que estais ouvindo não é Minha,mas do Pai, que Me enviou”. (João 14.21,24). A palavra sempre fez parte do mistério de Deus e, também, de todos os poetas. Seria absurdo querer entender uma poesia conhecendo sua métrica, morfologia e a gramática histórica que lhe configurou um sentido social. Não, não se entende poesia assim. Poesia é para ser lida e sentida na medida que as palavras fluem em nossa mente. Alguns gostam de recitar poesia porque a melodia das rimas parece ter o mesmo efeito das notas de uma música apreciada. Creio que Deus deve ser Poeta pois ele insiste em fazer uso das palavras para serem sentidas na mente e no corpo. Podemos afirmar que amar é guardar quem se ama no coração. Todavia não esquecendo a poesia desta afirmação podemos concluir que amar é construir em palavras quem se ama. Sim, é verdade. Quem ama tem o poder de construir pela palavra e com palavras a pessoa amada. Talvez por isso devemos ter o cuidado de nunca amar coisas, bens materiais ou riquezas. Quando amamos tais coisas as nossas palavras começam a falar de coisas mortas e de nossa própria morte. Quando amamos falamos de pessoas, sempre de pessoas. Sim, elas são o verdadeiro bem que vale a pena investir e gastar a vida. Talvez por isso Jesus tenha gastado Sua vida até o fim. Talvez ele tenha feito de Suas palavras um verdadeiro gesto de amor e esperança viva. Jesus amou pessoas, sempre pessoas, e deixou um grande legado para todos os Seus seguidores: todos aqueles que fizerem uso de Suas palavras para torná-las palavra de Deus estarão próximos do coração do próprio Deus. Serão amados por Deus e ser amado por Deus é viver para sempre. Mas onde descobrimos a força deste grande legado de Jesus? Na Bíblia: a Palavra viva de Deus para nós, os cristãos. Nós precisamos redescobrir a força da palavra que faz viver as pessoas. Devemos ter a coragem de decidir abrir nossas Bíblias e ler as palavras que possuem o poder de construir uma esperança viva. A mensagem do evangelho de João é um convite para que deixemos a palavra de Deus ganhar mais espaço em nosso cotidiano. Assim, a leitura e a meditação na palavra de Deus nos ajudará a perceber o poder dessa palavra para refazer a vida e o verdadeiro amor de Jesus na vida do mundo. Muita coisa pode mudar naqueles que estão próximos de nós quando decidimos guardar no coração e viver pra valer a palavra de Jesus. Sim, a palavra de Jesus ainda pode ser ouvida: “Aquele que tem os Meus mandamentos e os guarda, esse é o que Me ama”. Rev. Oswaldo Molarino Filho"
"O TEMPO E O RELÓGIO Certa vez, o tempo e o relógio se encontraram (embora estejam todo tempo juntos). O tempo, revoltado há muito tempo, disse ao relógio tudo aquilo que, há tempos, vinha guardando. Que ele, tempo, tinha saudades daqueles tempos em que não existiam relógios e todo mundo tinha tempo. Mas, quando o homem, ingrato, fabricou o relógio que começou a marcar tempo, ninguém mais conseguiu ter tempo. O homem ficou reduzido a horas, minutos e segundos. "Antes, naqueles bons tempos" - disse o tempo - "todo homem tinha tempo de curtir a natureza. Viviam com o sol de dia, dormiam com a lua à noite". "Quando a lua caprichosa não queria aparecer, era um bando de estrelas que piscavam brincalhonas, dando tempo para o sol nascer". "Mas agora, nestes tempos, ninguém mais tem tempo de ver se a lua vem sorrindo para a direita ou para a esquerda, se está de cara cheia ou de mau humor, sem querer aparecer". O tempo prosseguiu com um sorriso de tristeza. "Antigamente - que tempos! - os homens nasciam no tempo certo em que tinham de nascer. Não havia incubadeira para os fora de tempo nem cesariana para os que passam do tempo. A natureza sabia, em tempo, quando era tempo. Hoje, o homem já obedece a você, mesmo antes de nascer. Os médicos estão apressados e sem tempo para perder". O relógio só ouvia e, apressado, prosseguia no seu tic-tac sem tempo de retrucar, com medo de se atrasar. "Noutros tempos" - disse o tempo - "o homem crescia sem pressa, com tempo de amadurar. Comia sem ter horário, dormia quando tinha sono. Fazia amor ao relento, como flores que se beijam, como aves que se aninham. Envelhecia aos pouquinhos, como um calmo entardecer. Depois, dormia o sono profundo e, no outro despertar, abraçava-me com carinho, no infinito...no infinito...". O tempo enxugou uma lágrima, talvez de orvalho. A voz que estava embargada, tomou uma conotação de revolta: "Hoje, vai logo para a escola e traz para casa um horário. Quando aprende a ler as horas ganha do pai um relógio e, assim, ensinam-lhe bem cedo a maneira mais correta de nunca ter tempo na vida". O tempo não se preocupava mais com o tic-tac do relógio que nada retrucava para não se atrasar. Continuou a sofismar com voz mais branda. "Come apressado, sem tempo. Dorme ainda sem sono, pois, de manhã bem cedinho, você começa a gritar arrancando-o da cama, quando ainda queria dormir". "Amor? Nem sei se ainda faz... há gente que nem tem tempo. Quando faz é no zás-trás. Quando vê, já envelheceu, sem ver o tempo passar". "Na hora do sono profundo, enterram-no apressados, para a vida continuar. E no outro despertar, chega tão abobalhado que não consegue me achar". Ao relógio, sem poder nunca parar, só restava se calar. Além do sentimento de culpa que passou a carregar, a partir desse tempo, quando bate as doze badaladas no silêncio da meia-noite, o canto é tão melancólico que até parece chorar"
"O TEMPO E O RELÓGIO Certa vez, o tempo e o relógio se encontraram (embora estejam todo tempo juntos). O tempo, revoltado há muito tempo, disse ao relógio tudo aquilo que, há tempos, vinha guardando. Que ele, tempo, tinha saudades daqueles tempos em que não existiam relógios e todo mundo tinha tempo. Mas, quando o homem, ingrato, fabricou o relógio que começou a marcar tempo, ninguém mais conseguiu ter tempo. O homem ficou reduzido a horas, minutos e segundos. "Antes, naqueles bons tempos" - disse o tempo - "todo homem tinha tempo de curtir a natureza. Viviam com o sol de dia, dormiam com a lua à noite". "Quando a lua caprichosa não queria aparecer, era um bando de estrelas que piscavam brincalhonas, dando tempo para o sol nascer". "Mas agora, nestes tempos, ninguém mais tem tempo de ver se a lua vem sorrindo para a direita ou para a esquerda, se está de cara cheia ou de mau humor, sem querer aparecer". O tempo prosseguiu com um sorriso de tristeza. "Antigamente - que tempos! - os homens nasciam no tempo certo em que tinham de nascer. Não havia incubadeira para os fora de tempo nem cesariana para os que passam do tempo. A natureza sabia, em tempo, quando era tempo. Hoje, o homem já obedece a você, mesmo antes de nascer. Os médicos estão apressados e sem tempo para perder". O relógio só ouvia e, apressado, prosseguia no seu tic-tac sem tempo de retrucar, com medo de se atrasar. "Noutros tempos" - disse o tempo - "o homem crescia sem pressa, com tempo de amadurar. Comia sem ter horário, dormia quando tinha sono. Fazia amor ao relento, como flores que se beijam, como aves que se aninham. Envelhecia aos pouquinhos, como um calmo entardecer. Depois, dormia o sono profundo e, no outro despertar, abraçava-me com carinho, no infinito...no infinito...". O tempo enxugou uma lágrima, talvez de orvalho. A voz que estava embargada, tomou uma conotação de revolta: "Hoje, vai logo para a escola e traz para casa um horário. Quando aprende a ler as horas ganha do pai um relógio e, assim, ensinam-lhe bem cedo a maneira mais correta de nunca ter tempo na vida". O tempo não se preocupava mais com o tic-tac do relógio que nada retrucava para não se atrasar. Continuou a sofismar com voz mais branda. "Come apressado, sem tempo. Dorme ainda sem sono, pois, de manhã bem cedinho, você começa a gritar arrancando-o da cama, quando ainda queria dormir". "Amor? Nem sei se ainda faz... há gente que nem tem tempo. Quando faz é no zás-trás. Quando vê, já envelheceu, sem ver o tempo passar". "Na hora do sono profundo, enterram-no apressados, para a vida continuar. E no outro despertar, chega tão abobalhado que não consegue me achar". Ao relógio, sem poder nunca parar, só restava se calar. Além do sentimento de culpa que passou a carregar, a partir desse tempo, quando bate as doze badaladas no silêncio da meia-noite, o canto é tão melancólico que até parece chorar"
"Quando saías esta manhã de tua casa levando pela mão o teu filhinho, fiquei admirando os seus sapatos novos, o seu lindo capote de lã, a sua pasta de couro cheia de livros e a farta merenda que ele levava para o colégio. Tu me olhaste com desprezo e seguraste o braço do teu filho, com receio que ele me tocasse. Pensaste, por acaso, no meu infortúnio, no meu abandono, nos meus pés descalços e na minha roupa toda rasgada? Será que eu poderia contagiar teu filho? É claro que te esqueceste imediatamente do incidente; subiste no teu automóvel e te perdeste no tráfego louco da cidade, como se perdem sempre todos os meus sonhos. Ali, só e abandonado dei asas à minha imaginação e fiquei pensando: que diferença existe entre mim e aquele garoto? Temos mais ou menos a mesma idade, nascemos na mesma pátria; enquanto ele joga futebol com bolas coloridas, eu chuto pedras; ele dorme agasalhado em sua cama macia, e eu me deito no chão sobre jornais velhos; ele tem comida gostosa e variada, e eu tenho que catar algo nas latas de lixo; ele vai ao colégio para aprender a ler e escrever, enquanto eu vivo na rua aprendendo a roubar e a me defender. São essas, por acaso, as nossas diferenças? Será que a culpa é minha? Será que sou culpado de ter nascido, sorrir sem saber quem é meu pai e tendo por mãe uma mulher sofrida e ignorante? Não fui eu que decidi não ir à escola e também não é minha culpa não ter casa para morar e nem comida para me alimentar. Alguém resolveu assim e eu nem sei quem foi! Não posso culpar ninguém porque a minha ignorância nem isso permite. Não posso sair desta situação sozinho, porque sou incapaz de fazê-lo sem uma generosa ajuda. Então, como nada é feito, cada vez se acentua mais a diferença entre mim e o menino que levavas pela mão. No futuro ele será como tu. Um homem de bem e de conceito respeitado pela sociedade. E eu? Serei um reles vagabundo que se torna ladrão e caminha em direção ao cárcere. É até possível que, dentro de alguns anos, o menino e eu voltemos a nos encontrar. Ele como Juiz de Direito, e eu como réu delinqüente, ele para purificar a sociedade de tipos como eu, e eu para cumprir o meu desgraçado destino; ele para julgar os meus atos, e eu para padecê-los. Como posso ser condenado ao cárcere, quando jamais tive uma escola para freqüentar? E quando fiz as coisas à minha maneira chega o peso da lei e a força da justiça para me aniquilar? Será que tudo isso é justo? Amigo, não peço a tua mão pois ela é do teu filho; nem a roupa, nem a cama, nem o livro e nem a comida que só a ele pertencem. Somente te peço que quando me encontrares na rua, sujo, esfarrapado e abandonado, grave a minha imagem em tua mente e, se sobrar um minuto na tua atribulada vida diária, meditas amigo..., meditas... como podes me salvar? Sem indiferença, com certeza, poderemos fazer alguma coisa!!!"
"Quando saías esta manhã de tua casa levando pela mão o teu filhinho, fiquei admirando os seus sapatos novos, o seu lindo capote de lã, a sua pasta de couro cheia de livros e a farta merenda que ele levava para o colégio. Tu me olhaste com desprezo e seguraste o braço do teu filho, com receio que ele me tocasse. Pensaste, por acaso, no meu infortúnio, no meu abandono, nos meus pés descalços e na minha roupa toda rasgada? Será que eu poderia contagiar teu filho? É claro que te esqueceste imediatamente do incidente; subiste no teu automóvel e te perdeste no tráfego louco da cidade, como se perdem sempre todos os meus sonhos. Ali, só e abandonado dei asas à minha imaginação e fiquei pensando: que diferença existe entre mim e aquele garoto? Temos mais ou menos a mesma idade, nascemos na mesma pátria; enquanto ele joga futebol com bolas coloridas, eu chuto pedras; ele dorme agasalhado em sua cama macia, e eu me deito no chão sobre jornais velhos; ele tem comida gostosa e variada, e eu tenho que catar algo nas latas de lixo; ele vai ao colégio para aprender a ler e escrever, enquanto eu vivo na rua aprendendo a roubar e a me defender. São essas, por acaso, as nossas diferenças? Será que a culpa é minha? Será que sou culpado de ter nascido, sorrir sem saber quem é meu pai e tendo por mãe uma mulher sofrida e ignorante? Não fui eu que decidi não ir à escola e também não é minha culpa não ter casa para morar e nem comida para me alimentar. Alguém resolveu assim e eu nem sei quem foi! Não posso culpar ninguém porque a minha ignorância nem isso permite. Não posso sair desta situação sozinho, porque sou incapaz de fazê-lo sem uma generosa ajuda. Então, como nada é feito, cada vez se acentua mais a diferença entre mim e o menino que levavas pela mão. No futuro ele será como tu. Um homem de bem e de conceito respeitado pela sociedade. E eu? Serei um reles vagabundo que se torna ladrão e caminha em direção ao cárcere. É até possível que, dentro de alguns anos, o menino e eu voltemos a nos encontrar. Ele como Juiz de Direito, e eu como réu delinqüente, ele para purificar a sociedade de tipos como eu, e eu para cumprir o meu desgraçado destino; ele para julgar os meus atos, e eu para padecê-los. Como posso ser condenado ao cárcere, quando jamais tive uma escola para freqüentar? E quando fiz as coisas à minha maneira chega o peso da lei e a força da justiça para me aniquilar? Será que tudo isso é justo? Amigo, não peço a tua mão pois ela é do teu filho; nem a roupa, nem a cama, nem o livro e nem a comida que só a ele pertencem. Somente te peço que quando me encontrares na rua, sujo, esfarrapado e abandonado, grave a minha imagem em tua mente e, se sobrar um minuto na tua atribulada vida diária, meditas amigo..., meditas... como podes me salvar? Sem indiferença, com certeza, poderemos fazer alguma coisa!!!"
"ASSIM COMO O GIRASSOL Assim como um girassol escolhe sempre estar voltado para o sol, escolha focalizar o lado melhor, mais bonito, mais luminoso e vibrante das coisas que lhe acontecem. Nossa percepção é seletiva, nós "focalizamos" o que queremos ver e deixamos de perceber o restante. Você já reparou como é fácil ficar de baixo-astral? Uma conta para pagar... Não ganhar todo o dinheiro de que se precisa... Não ter a aparência que se gostaria de ter... Não ser valorizada no trabalho... Não ter encontrado o sucesso, ou um grande amor... É por isso que frequentemente não nos sentimos bem. Depositamos nossa atenção no que nos falta, no que nos magoa... E ocupamos nossa mente com pensamentos preocupantes sobre o futuro. Enfim, deixamos a nossa mente à deriva, torturada por pensamentos negativos que nos dominam. Na verdade a maior parte do tempo, estamos lutando com a vida, não aceitando o que ela nos traz... E quando não aceitamos aquilo que é, e nos concentramos no que deveria ser, nos frustramos, sofremos cada vez mais, ao ponto de perdemos o sentido da existência... É justamente quando estamos frustrados e insatisfeitos, que precisamos lembrar que possuímos uma antena interna - a atenção - capaz de captar o lado bom da vida. Exatamente como na natureza, faz o girassol. O girassol se volta para onde o sol estiver, mesmo que este esteja escondido atrás de uma nuvem. Ele está sempre em busca da luz, da vitalidade, da força, da beleza. Saber captar o lado luminoso da vida significa aprendermos a valorizar tudo de bom que já recebemos e também a sermos gratos por isso... Apreciar e agradecer o carinho, o afeto, os gestos de atenção e delicadeza oferecidos pelos amigos, filhos, pais, namorados. Apreciar o sorriso luminoso de alguém que você gosta. Apreciar um gesto de gentileza, uma palavra de estímulo do seu colega de trabalho, do seu vizinho... Apreciar todo contato humano que lhe trouxe conforto, novo animo... Apreciar todo apoio que a vida lhe deu, de tantas formas misteriosas, quando precisou... Apreciar e agradecer porque a vida é amor, e sempre o protegeu, realizou seus desejos mais profundos, tomou conta de seus interesses e suas verdadeiras necessidades... Ser aprendiz de girassol não é fácil! Infelizmente a maioria de nós, não foi preparada pra buscar o lado luz da vida, e vive se debatendo na obscura zona dos condicionamentos subconscientes e dos pensamentos destrutivos! Daqui pra frente, quando perceber que está desanimado, revoltado ou deprimido, que possa se lembrar de ser girassol. Selecione o melhor do seu mundo, valorize tudo o que de bonito e bom que existe nele! Acredite no Poder da Luz para neutralizar qualquer situação adversa e transformar sua Vida em uma verdadeira obra-prima! Assim, começará a reter força, vitalidade e alegria dentro de você. E como o girassol, estará de bem com a grande festa colorida que é a vida!"