"O que não age não é!"
Voltar para Autores
Ler biografia completa

Emmanuel Mounier
Emmanuel Mounier (1905-1950) foi um filósofo e escritor francês, fundador da revista "Esprit" e do movimento denominado Personalismo. É autor de "O personalismo" (2004).
14 pensamentos
Temas Relacionados
Frases de Emmanuel Mounier
Mostrando página 1 de 2 (14 frases no total)
"Todo o trabalho trabalha para fazer um homem ao mesmo tempo que uma coisa."
"Existir subjetivamente, existir corporalmente são uma e mesma experiência."
"O homem é corpo exatamente como é espírito, é integralmente corpo e é integralmente espírito."
"Quase se poderia dizer que só existo na medida em que existo para o outro e, no limite: ser é amar."
"Tenho uma ideia muito nítida, sim, do sentido da minha vida. Compreendi, com isso, uma impulsão e uma luz antes que uma direção traçada."
"A vida é uma aventura aberta, exposta. Não protejam as crianças. Fortifiquem-nas interiormente para que brinquem bem com qualquer espécie de brinquedo."
"Todas as experiências conduzem ao mesmo ponto: impossível atingir a comunidade esquivando-se da pessoa, impossível fundar a comunidade sobre algo que não sobre pessoas solidamente constituídas."
"Se a vocação suprema da pessoa é divinizar-se divinizando o mundo, personalizar-se sobrenaturalmente personalizando o mundo, seu Pão cotidiano não é mais penar ou se divertir, ou acumular riquezas, mas, hora a hora, criar próximos ao redor de si."
"Designamos como materialista uma filosofia que, mesmo insistindo justamente sobre o humanismo do trabalho e da função fabricadora, considera como ilusória outras dimensões não menos essenciais do homem, principalmente a interioridade e a transcendência."
"E não sou um leve e soberano cogito no céu das ideias, mas este ser pesado cujo peso só será dado por uma expressão pesada; eu sou um eu-aqui-agora; seria preciso sobrecarregar ainda mais e dizer um eu-aqui-agora-assim-entre estes homens com este passado."
"Tantos inocentes dilacerados, tantas inocências calçadas; esta criancinha, no dia a dia imolada, era talvez a nossa presença ao horror do tempo. Não podemos somente escrever livros. É preciso que a vida nos arranque periodicamente das artimanhas do pensamento."