"A praça é do povo como o ceú é do condor."
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Castro Alves
Castro Alves (1847-1871) foi um importante poeta brasileiro, o último grande poeta da Terceira Geração Romântica no Brasil. “O Poeta dos Escravos”.
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Frases de Castro Alves
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"Eu sou como a garça triste Que mora a beira do rio"
"Bendito aquele que semeia livros e faz o povo pensar."
"Ai! Que vale a vingança, pobre amigo. Se na vingança, a honra não se lava?"
"Tu és a estrela vésper que alumia aos pastores das arcádias dos fraguedos."
"Eu já não tenho mais vida! Tu já não tens mais amor! Tu só vives para o riso, eu só vivo para dor."
"Na hora em que a terra dorme enrolada em frios véus, eu ouço uma reza enorme enchendo o abismo dos céus"
"Prendi meus afetos, formosa Pepita... mas, onde? No tempo? No espaço? Nas névoas? Não rias... Prendi-me num laço de fita!"
"Que vale um ramo de alecrim cheiroso, que lhe atira nos braços ao passar, vai espantar o bando bulicoso das borboletas que lá vão pousar."
"Tudo vem me lembrar que tu fugiste, Tudo que me rodeia de ti fala. Inda a almofada, em que pousaste a fronte O teu perfume predileto exala ..."
"Auriverde pendão de minha terra, Que a brisa do Brasil beija e balança, Estandarte que a luz do sol encerra E as promessas divinas da esperança"
"Oh! Bendito o que semeia Livros... livros à mão cheia... E manda o povo pensar! O livro, caindo n'alma É germe – que faz a palma, É chuva – que faz o mar!"