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Bruno Lopes Maciel de Lima

Bruno Lopes Maciel de Lima

188 pensamentos

Frases - Página 16

Mostrando página 16 de 16 (188 frases no total)

"A vida é desafio, é superação E cada dia que chega... é um que passa. Neste dia que passou, foi mais um dia de luta, sobretudo, VITÓRIA. O dia que chega, é tenebroso, capcioso, e doce, tal como o sabor de uvas colhidas do pé. E para não cometer um pleonasmo, digo que somos de todo, do bem. Não, Bons! Pois na medida de nossa dificuldade, vem a tona nossa superação. Nossa vontade de crescer, de ver o novo, e aguardar o próximo dia. Alguém um dia me disse: Deus não nos dá um fardo maior do que aquilo que podemos carregar. Portanto, nos dias que virão, quero ver de todos. Cada um se conhecendo, olhando dentro de si e sentindo, e pensando e querendo ser o maior, o melhor. Indo além da Imaginação, e ser o onisciente, onipotente. Pois os dias, só nos ensinam a desenvolver nossas habilidades, tanto a dos ladrões do Senado, Plenário, Legislativo e afins. Quanto a habilidade de servir dos garçons, de pedir dos mendigos, de criar dos que têm imaginação, não me esquecendo dos escritores de expor suas ideias, ânsias, fantasias, etc... No demais, somos todos únicos. E cada dia as mesmas coisas, os mesmos desafios enjoativos. Na atualidade de nossas vidas, o maior deles é superar a mesmice, nos apegar ao que fazemos, dar o nosso melhor a quem devemos, e podemos. Isso, sim, é algo irrefutável. Que não devemos dar o passo, maior que a perna, é fato. Devemos dar o passo, quando nosso 'faro', diz: corra agora!"
"A vida é desafio, é superação E cada dia que chega... é um que passa. Neste dia que passou, foi mais um dia de luta, sobretudo, VITÓRIA. O dia que chega, é tenebroso, capcioso, e doce, tal como o sabor de uvas colhidas do pé. E para não cometer um pleonasmo, digo que somos de todo, do bem. Não, Bons! Pois na medida de nossa dificuldade, vem a tona nossa superação. Nossa vontade de crescer, de ver o novo, e aguardar o próximo dia. Alguém um dia me disse: Deus não nos dá um fardo maior do que aquilo que podemos carregar. Portanto, nos dias que virão, quero ver de todos. Cada um se conhecendo, olhando dentro de si e sentindo, e pensando e querendo ser o maior, o melhor. Indo além da Imaginação, e ser o onisciente, onipotente. Pois os dias, só nos ensinam a desenvolver nossas habilidades, tanto a dos ladrões do Senado, Plenário, Legislativo e afins. Quanto a habilidade de servir dos garçons, de pedir dos mendigos, de criar dos que têm imaginação, não me esquecendo dos escritores de expor suas ideias, ânsias, fantasias, etc... No demais, somos todos únicos. E cada dia as mesmas coisas, os mesmos desafios enjoativos. Na atualidade de nossas vidas, o maior deles é superar a mesmice, nos apegar ao que fazemos, dar o nosso melhor a quem devemos, e podemos. Isso, sim, é algo irrefutável. Que não devemos dar o passo, maior que a perna, é fato. Devemos dar o passo, quando nosso 'faro', diz: corra agora!"
"A vida é desafio, é superação E cada dia que chega... é um que passa. Neste dia que passou, foi mais um dia de luta, sobretudo, VITÓRIA. O dia que chega, é tenebroso, capcioso, e doce, tal como o sabor de uvas colhidas do pé. E para não cometer um pleonasmo, digo que somos de todo, do bem. Não, Bons! Pois na medida de nossa dificuldade, vem a tona nossa superação. Nossa vontade de crescer, de ver o novo, e aguardar o próximo dia. Alguém um dia me disse: Deus não nos dá um fardo maior do que aquilo que podemos carregar. Portanto, nos dias que virão, quero ver de todos. Cada um se conhecendo, olhando dentro de si e sentindo, e pensando e querendo ser o maior, o melhor. Indo além da Imaginação, e ser o onisciente, onipotente. Pois os dias, só nos ensinam a desenvolver nossas habilidades, tanto a dos ladrões do Senado, Plenário, Legislativo e afins. Quanto a habilidade de servir dos garçons, de pedir dos mendigos, de criar dos que têm imaginação, não me esquecendo dos escritores de expor suas ideias, ânsias, fantasias, etc... No demais, somos todos únicos. E cada dia as mesmas coisas, os mesmos desafios enjoativos. Na atualidade de nossas vidas, o maior deles é superar a mesmice, nos apegar ao que fazemos, dar o nosso melhor a quem devemos, e podemos. Isso, sim, é algo irrefutável. Que não devemos dar o passo, maior que a perna, é fato. Devemos dar o passo, quando nosso 'faro', diz: corra agora!"
"A vida é desafio, é superação E cada dia que chega... é um que passa. Neste dia que passou, foi mais um dia de luta, sobretudo, VITÓRIA. O dia que chega, é tenebroso, capcioso, e doce, tal como o sabor de uvas colhidas do pé. E para não cometer um pleonasmo, digo que somos de todo, do bem. Não, Bons! Pois na medida de nossa dificuldade, vem a tona nossa superação. Nossa vontade de crescer, de ver o novo, e aguardar o próximo dia. Alguém um dia me disse: Deus não nos dá um fardo maior do que aquilo que podemos carregar. Portanto, nos dias que virão, quero ver de todos. Cada um se conhecendo, olhando dentro de si e sentindo, e pensando e querendo ser o maior, o melhor. Indo além da Imaginação, e ser o onisciente, onipotente. Pois os dias, só nos ensinam a desenvolver nossas habilidades, tanto a dos ladrões do Senado, Plenário, Legislativo e afins. Quanto a habilidade de servir dos garçons, de pedir dos mendigos, de criar dos que têm imaginação, não me esquecendo dos escritores de expor suas ideias, ânsias, fantasias, etc... No demais, somos todos únicos. E cada dia as mesmas coisas, os mesmos desafios enjoativos. Na atualidade de nossas vidas, o maior deles é superar a mesmice, nos apegar ao que fazemos, dar o nosso melhor a quem devemos, e podemos. Isso, sim, é algo irrefutável. Que não devemos dar o passo, maior que a perna, é fato. Devemos dar o passo, quando nosso 'faro', diz: corra agora!"
"Sabe-se bem que sou humilde; Não me visto de luxo, não me calço de mentiras, Não subo o muro de escadas, Não bebo agua filtrada, Não preciso de comida fresca, Sequer ando de carro, Comigo é tudo no popular Quem me leva ao meu destino, (pobre destino) É o expersso canelinha, ou o trem do meu povão. De Guaianazes a Brás, é esta minha vida Paulistana, Que não troco pela vida puritana Como carne aos montes, Bebo vinho de 5° Bato papo com mendigos, Fumo cigarro barato, Tudo isso, não por que amo de paixão minha vida comum. Mas por que, nada me tira o gostinho de ver, Os cidadãos que fazem minha cidade. De sentir os Odores de sua Poluição matinal, De sentir o ventinho do Metro batendo em meu rosto, Enquanto fecho os olhos para poder senti-los. De olhar as moças bonitas em grandes quantidades, e qualidades. De participar da vida das pessoas, como o "homem bonito", o "feio rapaz", O sujo, ou o limpinho que viram hoje. Nada me tira o gostinho de ouvir a avó, no trem falando do neto que nasceu, e é bonito. Da mãe falando da mãe que se recuperou do acidente, ou da doença. Do pai brincando com a filha no colo, com os olhos brilhantes de felicidade... De ver os amigos se sorrindo, num flerte diferente, e interessante. De sentir o ar condicionado do TREM, congelando minhas mãos... De andar pelas ruas de SÃO PAULO, e ver quem são as Impuras, desdonzeladas, mulheres da rua... Que dão os prazeres encubados aos pais de familia, a tantos solteiros, e pessoas não tão comuns... Essas que falo eu, que em muitos casos são o alicerce entre os casais, que ja não dormem juntos mais. Ninguem me impede de viver, sem sentir o cheirinho nos cabelos das mulheres no metro apertadinho. De sorrir e me sentir bem em dar lugar a uma senhora, a um deficiente, ou de pedir as bolsas das moças bonitas até o destino de um dos Dois. E poder olhar admirado para tantas belezas. E de ter minha namoradinha, linda namoradinha. No descanço do meu colo, e seus lindos cabelos tão negros quanto a propria escuridão.. brilhando... escorridos, feito macarrão. O Interessante de tudo isso, não é a vida mesquinha. São os prazer que - a vida mesquinha - nos proporciona nesta cidade esquisita, que é a MINHA CIDADE."
"Sabe-se bem que sou humilde; Não me visto de luxo, não me calço de mentiras, Não subo o muro de escadas, Não bebo agua filtrada, Não preciso de comida fresca, Sequer ando de carro, Comigo é tudo no popular Quem me leva ao meu destino, (pobre destino) É o expersso canelinha, ou o trem do meu povão. De Guaianazes a Brás, é esta minha vida Paulistana, Que não troco pela vida puritana Como carne aos montes, Bebo vinho de 5° Bato papo com mendigos, Fumo cigarro barato, Tudo isso, não por que amo de paixão minha vida comum. Mas por que, nada me tira o gostinho de ver, Os cidadãos que fazem minha cidade. De sentir os Odores de sua Poluição matinal, De sentir o ventinho do Metro batendo em meu rosto, Enquanto fecho os olhos para poder senti-los. De olhar as moças bonitas em grandes quantidades, e qualidades. De participar da vida das pessoas, como o "homem bonito", o "feio rapaz", O sujo, ou o limpinho que viram hoje. Nada me tira o gostinho de ouvir a avó, no trem falando do neto que nasceu, e é bonito. Da mãe falando da mãe que se recuperou do acidente, ou da doença. Do pai brincando com a filha no colo, com os olhos brilhantes de felicidade... De ver os amigos se sorrindo, num flerte diferente, e interessante. De sentir o ar condicionado do TREM, congelando minhas mãos... De andar pelas ruas de SÃO PAULO, e ver quem são as Impuras, desdonzeladas, mulheres da rua... Que dão os prazeres encubados aos pais de familia, a tantos solteiros, e pessoas não tão comuns... Essas que falo eu, que em muitos casos são o alicerce entre os casais, que ja não dormem juntos mais. Ninguem me impede de viver, sem sentir o cheirinho nos cabelos das mulheres no metro apertadinho. De sorrir e me sentir bem em dar lugar a uma senhora, a um deficiente, ou de pedir as bolsas das moças bonitas até o destino de um dos Dois. E poder olhar admirado para tantas belezas. E de ter minha namoradinha, linda namoradinha. No descanço do meu colo, e seus lindos cabelos tão negros quanto a propria escuridão.. brilhando... escorridos, feito macarrão. O Interessante de tudo isso, não é a vida mesquinha. São os prazer que - a vida mesquinha - nos proporciona nesta cidade esquisita, que é a MINHA CIDADE."
"Sabe-se bem que sou humilde; Não me visto de luxo, não me calço de mentiras, Não subo o muro de escadas, Não bebo agua filtrada, Não preciso de comida fresca, Sequer ando de carro, Comigo é tudo no popular Quem me leva ao meu destino, (pobre destino) É o expersso canelinha, ou o trem do meu povão. De Guaianazes a Brás, é esta minha vida Paulistana, Que não troco pela vida puritana Como carne aos montes, Bebo vinho de 5° Bato papo com mendigos, Fumo cigarro barato, Tudo isso, não por que amo de paixão minha vida comum. Mas por que, nada me tira o gostinho de ver, Os cidadãos que fazem minha cidade. De sentir os Odores de sua Poluição matinal, De sentir o ventinho do Metro batendo em meu rosto, Enquanto fecho os olhos para poder senti-los. De olhar as moças bonitas em grandes quantidades, e qualidades. De participar da vida das pessoas, como o "homem bonito", o "feio rapaz", O sujo, ou o limpinho que viram hoje. Nada me tira o gostinho de ouvir a avó, no trem falando do neto que nasceu, e é bonito. Da mãe falando da mãe que se recuperou do acidente, ou da doença. Do pai brincando com a filha no colo, com os olhos brilhantes de felicidade... De ver os amigos se sorrindo, num flerte diferente, e interessante. De sentir o ar condicionado do TREM, congelando minhas mãos... De andar pelas ruas de SÃO PAULO, e ver quem são as Impuras, desdonzeladas, mulheres da rua... Que dão os prazeres encubados aos pais de familia, a tantos solteiros, e pessoas não tão comuns... Essas que falo eu, que em muitos casos são o alicerce entre os casais, que ja não dormem juntos mais. Ninguem me impede de viver, sem sentir o cheirinho nos cabelos das mulheres no metro apertadinho. De sorrir e me sentir bem em dar lugar a uma senhora, a um deficiente, ou de pedir as bolsas das moças bonitas até o destino de um dos Dois. E poder olhar admirado para tantas belezas. E de ter minha namoradinha, linda namoradinha. No descanço do meu colo, e seus lindos cabelos tão negros quanto a propria escuridão.. brilhando... escorridos, feito macarrão. O Interessante de tudo isso, não é a vida mesquinha. São os prazer que - a vida mesquinha - nos proporciona nesta cidade esquisita, que é a MINHA CIDADE."
"Sabe-se bem que sou humilde; Não me visto de luxo, não me calço de mentiras, Não subo o muro de escadas, Não bebo agua filtrada, Não preciso de comida fresca, Sequer ando de carro, Comigo é tudo no popular Quem me leva ao meu destino, (pobre destino) É o expersso canelinha, ou o trem do meu povão. De Guaianazes a Brás, é esta minha vida Paulistana, Que não troco pela vida puritana Como carne aos montes, Bebo vinho de 5° Bato papo com mendigos, Fumo cigarro barato, Tudo isso, não por que amo de paixão minha vida comum. Mas por que, nada me tira o gostinho de ver, Os cidadãos que fazem minha cidade. De sentir os Odores de sua Poluição matinal, De sentir o ventinho do Metro batendo em meu rosto, Enquanto fecho os olhos para poder senti-los. De olhar as moças bonitas em grandes quantidades, e qualidades. De participar da vida das pessoas, como o "homem bonito", o "feio rapaz", O sujo, ou o limpinho que viram hoje. Nada me tira o gostinho de ouvir a avó, no trem falando do neto que nasceu, e é bonito. Da mãe falando da mãe que se recuperou do acidente, ou da doença. Do pai brincando com a filha no colo, com os olhos brilhantes de felicidade... De ver os amigos se sorrindo, num flerte diferente, e interessante. De sentir o ar condicionado do TREM, congelando minhas mãos... De andar pelas ruas de SÃO PAULO, e ver quem são as Impuras, desdonzeladas, mulheres da rua... Que dão os prazeres encubados aos pais de familia, a tantos solteiros, e pessoas não tão comuns... Essas que falo eu, que em muitos casos são o alicerce entre os casais, que ja não dormem juntos mais. Ninguem me impede de viver, sem sentir o cheirinho nos cabelos das mulheres no metro apertadinho. De sorrir e me sentir bem em dar lugar a uma senhora, a um deficiente, ou de pedir as bolsas das moças bonitas até o destino de um dos Dois. E poder olhar admirado para tantas belezas. E de ter minha namoradinha, linda namoradinha. No descanço do meu colo, e seus lindos cabelos tão negros quanto a propria escuridão.. brilhando... escorridos, feito macarrão. O Interessante de tudo isso, não é a vida mesquinha. São os prazer que - a vida mesquinha - nos proporciona nesta cidade esquisita, que é a MINHA CIDADE."